E a nova Kode Straat no Gravel? Pedal de sábado

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Foi, achei sensacional pedalar esta bike. Realmente, bicicletas do tipo Gravel me fazem muito mais a cabeça hoje em dia do que as já tradicionais mountain bikes.

Quer saber mais sobre meu pedal de sábado e sobre Gravel Bikes? Assine o canal no Youtube, assista o vídeo abaixo e me siga nas redes sociais :)

Baita abraço, ótima semana, namastê!








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PERGUNTE AO VOLPÃO #004 | GRAVEL, CYCLOCROSS E MTB

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Hoje postei um vídeo onde esclareço algumas dúvidas que surgem nas minhas redes sociais e pelo YouTube.


Acompanhe no vídeo:

- Qual a diferença entre Bikes de Cyclocross e de Gravel?
- Por que Gravel Bike pode ser mais interessante que uma MTB típica?


E aproveite pra se inscrever no canal :)





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Nova Bike Kode Straat - Uma boa opção para montar uma Gravel Bike

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Poxa, que bike da hora!

Recebemos aqui na Jamur Bikes e já fiquei de olho grande.

E adianto, já garanti a minha!

Sim, a Kode Riff 70 vai retornar à proposta para a qual foi concebida (MTB 27.5 polegadas) no futuro (poca plata por ora) e vou apenas colocar o guidão drop e trocadores STI na nova Kode Straat.

Vejam a imagem abaixo, retirada do site do fabricante, bem como sua geometria:






Não parece ser muito apropriada para montar uma Gravel que é quase Gravel? Um top tube mais parecido com as speeds do que com as MTBs, um clearance menor na passagem das rodas, passagem dos cabos interna e outras características me levam a crer que esta bike pode andar muito confortavelmente entre estradões de cascalho (gravel roads) e asfalto, ou mesmo trilhas leves.

Bora fazer essa alteração.

Abaixo um vídeo mostrando a bike como ela vem de fábrica, original.




E aqui a ficha técnica:

- Quadro em alumínio 6061.
- Garfo: Alumínio.
- Cor: Champagne.
- Marchas: 16.
- Câmbio Dianteiro: Shimano Claris 2400.
- Câmbio Traseiro: Shimano Claris 2400.
- Trocadores: Shimano Claris.
- Pedivela: Shimano Claris 2450.
- Pedal: Alumínio WPD 313.
- Movimento Central: Shimano BB300.
- Movimento de Direção: Kode Aheadset Semi Integrado.
- Anéis espaçadores de Direção: 10mm.
- Corrente: Shimano 8V.
- Cassete: Shimano HG50 8V.
- Cubos: Shimano TX505.
- Freios: Disco Hidráulico Shimano M445.
- Aros: Alumínio 700C Kode Straat.
- Raios: Em Aço Pretos.
- Pneus: Rubena Hook.
- Guidão: Reto Kode 31.8 em Alumínio Preto.
- Mesa: Kode Alumínio 6061.
- Canote de Selim: Kode 27.2. Com Carrinho.
- Selim: Kode Preto.
- Peso aproximado: 12,2 kg no tamanho 17.


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O que estou usando #002 | Roupas para frio na corrida

Senhoras e senhores tudo bem com vocês?

Deixo abaixo um vídeo do meu canal Nature Sessions onde abordo o equipamento básico de vestuário (sim, vestuário técnico é equipamento).

Já peço de antemão, se ainda não o fez, que se inscreva no canal, pois já tem e ainda terá muito conteúdo de corrida, trail running, gravel bikes, montanhismo, vegetarianismo e mais.

Muito obrigado!


Na foto, Leonardo Freitas e eu antes da largada da Super Meia Maratona Notura de Extrema -MG, corrida em montanha com 24 km no frio do inverno na Serra da Mantiqueira. Junho de 2011.





Para que competir?

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Fiz a pergunta do título deste post pela primeira vez no final de 2014.

Escrevi em post recente (acesse aqui) que tinha decidido abandonar as competições de trail running após a minha participação na APTR Paraíba do Sul, quando consegui um honroso (kkkkkkkkkkkkkk) primeiro lugar na minha categoria.

Algumas semanas depois rompi o ligamento cruzado anterior do joelho direito. As férias forçdas me obrigaram a repensar algumas coisas.

Mesmo assim, em maio de 2014 competi naquela que foi, definitivamente minha última prova de trail running, que foi a Indomit Costa Esmeralda 21K. Você pode ler o relato aqui:

http://www.georgevolpao.blog.br/2014/05/indomit-costa-esmeralda-2014.html

Inclusive, se ler com atenção, poderá reparar como eu já observava atletas "que ainda estão mais preocupados com suas redes sociais - impressionante a quantidade de gente dos 21K e dos 12K correndo na praia e digitando no celular - do que com a incrível oportunidade de correr em um paraíso, desfrutando o momento.

Foi realmente o basta. Passei o restante daquele ano ainda envolvido com as provas, mas trabalhando para a Revista Trail Running e cheguei até a fechar contrato de parceria com uma grande marca estrangeira do mercado esportivo de aventura. Durou pouco e dei graças a Deus quando o contrato encerrou no final do ano.

E aí a pergunta veio forte: para que competir?

Competir é bom. Já participei de provas de duathlon, mountain bike, corrida de rua e de montanha... acho que vale até considerar os Jogos Escolares de 1989 em Paranaguá - PR quando eu jogava handebol.

Competir nos torna pessoas mais focadas e determinadas. Traz um tipo de motivação que nem sempre conseguimos por nós mesmos.

Mas, nessa reflexão toda que houve em fins de 2014, comecei a lembrar que os momentos mais prazerosos na vida outdoor (corrida, bike, montanha, etc) foi quando não estava buscando uma linha de chegada.

- Foi na montanha sozinho.


Pico Belo Horizonte - Serra do Curral, julho 2009.




- Naquele nascer do sol na montanha.

Valle del Plomo - Cordilheira dos Andes, Chile, fevereiro 2009





- Na chuvarada descendo o Pico Paraná.

Pico Paraná - Serra do Ibitiraquire, outubro 2014.



- Vendo as pessoas felizes em eventos de Bikepacking como esse:





- Pedalando até literalmente o cu fazer bico como nessa viagem em 2012...

Tijucas do Sul, agosto 2012.


Com o circo armado hoje, como já disse anteriormente também, este palhaço aqui não faz mais parte.

Faça mais perguntas. Elas são muito mais interessantes que as suas respostas.

Um grande abraço, namastê.


Gravelizando gostoso e o saco que anda o trail running atual

Senhoras e senhores tudo bem com vocês?

Aproveitei o sábado gelado e de sol para tirar o pó da Groove Gravel e fazer um pedal gostoso com a Gravel que não é Gravel. Essa piada interna já corrente entre os inscritos no meu canal no YouTube faz todo o sentido quando estou em cima da bike, a Groove Riff 70 quadr 27.5 mas com rodas 700C.

É uma piração minha, é uma onda minha.

Sempre questionador dos meios tradicionais, do que o mercado nos empurra, apostei em montar minha própria Gravel Bike utilizando este quadro da Groove que consegui por um preço muito bom.

Em um primeiro momento, a bike está com um par de rodas 700C, utilizando um excelente pneu Continental Speed Ride 700X42. Bastante segurança e por enquanto, sem sinais de desgaste após as primeiras centenas de quilômetros.

Mas já estou aprontando um par de rodas e pneus 27.5X2.2 para poder fazer os estradões de terra com maior conforto. Como tanto quadro como garfo são em alumínio, os pneus estreitos não absorvem bem os impactos e tenho sofrido um pouco nos pedais com mais de duas horas.

Deixo abaixo algumas imagens e o vídeo do pedal de sábado passado.












E, falando em vídeos, na sexta-feira passada resolvi emitir a inútil opinião (segundo um dos comentários) sobre a nota oficial da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) informando de sua vinculação junto a alguns organismos internacionais que regulam o trail running lá fora, como a ITRA (International Trail Running Association) e a WMRA (World Mountain Running Association).

Foi o que bastou para me causar bastante desconforto quando, após a postagem do vídeo, cair na real e ver no se transformou o cenário competitivo do Trail Running brasileiro. Com exceção da galera realmente voltada a performance e que treina sério pra isso, visando competições internacionais de alto nível (como o Campeonato Mundial que aconteceu exatamente neste final de semana e onde fomos muito bem representados pelo que há de melhor em nosso país, conquistando o décimo posto na classificação por países), o amador que compete hoje em dia, na sua grande maioria tem transformado tudo isso em um grande circo patético de selfies, medalhas e méritos questionáveis. Alguns, incapazes de formular uma pergunta ou um comentário coerente, repetem como papagaios aquela ladainha motivacional baseada em hashtags. O lema destes poderia ser algo como "é mais sobre mochilas de marca e sobre combinar cores do que sobre montanhas".

Acabou que resolvi tirar o vídeo do ar quando já beirava as 100 visualizações, tamanha a bad vibe gerada pela galera que consegue ser mais mimizenta que eu.

Infelizmente, uma modalidade esportiva tão linda como essa, sendo vilipendiada por pessoas que sabem o novo lançamento de determinada marca mas não sabem a história daquela trilha, daquela montanha e que não respeita os coleguinhas, afinal, não se pode parar o treino para dar um bom dia e perguntar como vai a vida.

Sigo nessa solidão gostosa, indo para as trilhas sozinho e feliz, certo de minhas escolhas, sem mais carregar patrocínios no peito, mas com a consciência tranquila que não preciso NUNCA MAIS NA VIDA subir uma montanha para tirar foto com um par de tênis.

Minha vida nas montanhas nunca teve por base esse tipo de parâmetro.

Sou livre.

Obrigado, namastê, boa semana.

Trail Running feliz e solitário em Florianópolis, início de junho de 2017.







Sobre Praias e Trilhas em Florianopolis

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Neste final de semana tive a oportunidade de ir à Ilha de Santa Catarina com bons amigos (alguns deles estiveram comigo em Bombinhas em setembro passado) para um final de semana de muito contato com a natureza e, principalmente, consigo mesmo.

Eles foram para um curso de Yoga e eu estava interessado em fazer algumas trilhas por lá. Não visitava Florianópolis dede 2010 e foi sensacional retornar àquele maravilhoso lugar sem a "pressão" de estar competindo.

Minhas duas visitas anteriores foram para participar da Volta a Ilha em 2010 e para o Desafio Praias e Trilhas em 2009. Eis os posts relacionados.

Volta a Ilha:

http://www.georgevolpao.blog.br/2010/04/impressoes-sobre-volta-ilha-2010.html

http://www.georgevolpao.blog.br/2010/05/sobre-ser-o-ultimo-colocado.html


Desafio Praias e Trilhas:

http://www.georgevolpao.blog.br/2009/10/desafio-praias-e-trilhas-2009.html



O tempo passa e amadurecemos - pelo menos assim que deveria ser.

Foi realmente diferente estar lá.

Após um nascer do sol incrível no alto das dunas da Joaquina...




Após correr pela trilha que liga a Praia da Galheta à Barra da Lagoa...




Após fazer a tradicional foto nu em uma praia naturista...





Após caminhar às margens da Lagoa da Conceição depois do melhor almoço vegano que já experimentei...



Após uma cervejinha curtindo por do sol na Lagoa...




Após a manhã de domingo correndo entre as Dunas da Joaquina...






Dúvidas esclarecidas, aprendizados em andamento e muita certeza: o amor que você recebe é igual ao amor que você dá. Além de ser verso de uma canção dos The Beatles, essa "frase feita" vai muito além do amor romântico.

A experiência deste final de semana tem mais a ver com amor próprio e amor "uno".

Ai, muito difícil explicar. Precisa viver isso. Então, amigo só posso dizer: vai e se joga no mundo.

Quem sabe eu solte mais algumas reflexões durante a semana...

Se você chegou até aqui, muito obrigado!

Namastê.