Treinando com Segurança nas Trilhas Paranaenses

Hola, que tal?
Não exatamente uma grata surpresa. Isso porque eu já havia visitado antes a Base Fazenda Lagoa, propriedade rural localizada no município de Campina Grande do Sul a pouco mais de 30 km de Curitiba. Estive lá por duas vezes. Em minha primeira visita fui para ver amigos em uma prova de MTB XCO (Cross Country Olímpico) em um circuito muito bonito, duro e divertido. Já pude me imaginar correndo naquelas trilhas. Inclusive o local já havia recebido provas de corrida em trilha. Poucos meses atrás estive lá novamente junto com o time da Equipiazza para um reconhecimento do local.

Veio a pandemia, o distanciamento, os treinos suspensos... Trilhas nas montanhas paranaenses fechadas para visitação. Como mencionei no post anterior, respeito as determinações dos governos locais e se lugares como Anhangava, Itupava, Araçatuba, Pico Paraná e arredores estão com acesso proibido por decreto, respeitarei!

Com o relaxamento das restrições de movimentação e com o controle bem feito dos casos de Covid-19, aos poucos vamos, com os cuidados necessários, voltando às atividades de corrida em trilha em ambientes naturais. Morro da Palha na semana anterior e desta vez um treino divertidíssimo com (poucas) pessoas da minha absoluta confiança e estima.

Excelentes dez quilômetros de corrida 100% em trilhas, com quase 400 metros de desnível positivo acumulado. Quer correr lá? Bota no Google Maps "Base Fazenda Lagoa", orienta o GPS pra lá, separa 15 reais para o justo pagamento pela estrutura oferecida (estacionamento, banheiros, serviço de lanchonete com bebidas, etc, trilhas marcadas e seguras e muito mais) e leve um troco a mais se quiser os comes e bebes do local. Divertidíssimo correr lá, posso garantir. Trilhas não muito técnicas, mas com muita natureza preservada e uma paz incrível. Além da possibilidade também de pedalar, é claro, conhecer pessoas, fazer novos amigos.

Foi a maneira ideal de fechar uma semana bem certinha de treinos, onde pude também fazer uma sessão de City Trail em uma praça aqui perto de casa e um pedal quase épico de 60 quilômetros em plena madrugada de quarta feira, buscando o nascer do sol nas bandas de Quatro Barras.

Falta só melhorar a alimentação e reduzir (se não abolir) o consumo de álcool. Esses dias gelados me instigam a apreciar um bom vinho sempre que possível. Mas... sinto o prejuízo na saúde, não nego. Segura a onda, Volpe!

Vamos para mais uma semana, desejando a vocês que aqui estão igualmente dias incríveis!











Um Breve Retorno - Morro da Palha



Hola, que tal?

Baita oportunidade de retornar às corridas em trilha neste domingo. Essa quarentena fake nunca colou mesmo...



Bem, sempre fui um cara que respeitou as determinações legais (exceto pelo hábito de fumar maconha anos atrás). Nunca dirigi sem CNH ou embriagado por exemplo. Claro, nem sei dirigir! Que período triste que vive a humanidade e mais ainda aqui no Brasil com políticos infames (um mais que o outro, não me venha com papinho de Bolsonarismo, Petismo, Lulismo, Comunismo, Fascismo ou o que seja, sou um liberal, acredito na auto regulamentação do mercado e tenho pavor de quem idolatra políticos)... E segui respeitando. Uma vez que as trilhas na região da Serra do Mar estão fechadas, por se tratarem de Unidades de Conservação estaduais e com essa determinação do governo local de proibição de acesso, respeitei e respeitarei.

De toda forma essa quarentena fake, mal organizada, sem um direcionamento claro de nossos governantes sobre o melhor caminho - cada um diz uma coisa, serviu para boas reflexões, como deixei no post anterior.

Acredito sim que o distanciamento social e a busca por ganhar tempo na luta contra o Corona Vírus sejam realmente o melhor caminho. Quem me conhece sabe do meu apreço pelo caminho do meio, pela minha aversão aos extremos. Nem tranca tudo (lockdown), nem libera geral. Fico contente que aqui na minha cidade as coisas estejam caminhando neste sentido. E caminhando bem.

E com esse relaxamento geral que anda acontecendo, senti-me seguro e confiante para voltar a correr fora de Curitiba, mais especificamente na região de Campo Magro, no Morro da Palha.

Um lindíssimo domingo de sol, onde o dia começou com temperatura na casa dos sete graus e um céu de um azul lindíssimo. Acompanhado de uma grande amiga que o Trail Running me trouxe no ano passado, munidos de bandanas, máscaras e álcool em gel, pudemos desfrutar de deliciosos quatorze quilômetros de estradas rurais. Sim, de trilha mesmo teve apenas uns poucos metros. Ainda não retomei a confiança para correr em terrenos técnicos após a recente torção de joelho que sofri em 01 de Março. Não tenho dores mas ainda não tenho confiança em me soltar nos trechos técnicos, até mesmo porque ainda não comecei os treinos de fortalecimento muscular que já deveria ter iniciado há mais de um mês. Minha eterna procrastinação nessa necessidade que tenho de fortalecer...

Acabamos por fazer uma volta completa no maciço (exagero chamar assim, eu sei) do Morro da Palha, com direito a uma subida ao cume para desfrutar da linda paisagem deste dia. Mar de nuvens, céu azul e visibilidade absurda, onde podíamos observar até mesmo a Serra do Capivari, dezenas e dezenas de quilômetros de distância, já quase na divisa com o Estado de São Paulo.

Com zero preocupação relativa à performance ou segmentos de Strava, apesar de lá estar registrado aqui, a ideia era mesmo estar junto à natureza em um dia lindo e contar as novidades que dois amigos que não corriam juntos havia mais de três meses sempre têm. Obrigado pelo domingo, Ali!



Essa troca de experiências e compartilhamento de sensações e momentos de forma mais direta com bons amigos é o caminho que busco seguir, visando relações mais verdadeiras e intensas com aqueles que compartilho as trilhas e pedais. Como foi no pedal que fiz com o César Carignano e o Luiz Carlos no início do mês. Compartilhar!

Sempre aprendemos algo quando estamos cercados de pessoas do bem. Aprendo aqui escrevendo com os comentários que vocês deixam, com o feedback via Instagram e YouTube, etc.

E já nesse assunto, como já havia adiantado, o YouTube é ferramenta que cada vez mais deixo de lado. Uma sensação grande, muito forte, de que o conteúdo que tenho gerado por lá não é absorvido da forma que acredito ser a correta. E é algo que nunca aconteceu aqui. 

Talvez porque muitas pessoas tenham mais preguiça de ler um texto do que assistir um vídeo e isso faz com que os leitores sejam pessoas com melhor capacidade de interpretação do que um espectador?

Provavelmente, principalmente se considerarmos que o conteúdo visual sempre esteve relacionado à alienação da população como um todo, pelo menos sempre foi assim nos tempos da tevê. E também porque se formos observar os canais do YouTube com maior audiência tem um conteúdo, no mínimo, duvidoso (Felipe Neto e outras porcarias).

E assim fica a sensação que através dos textos, sinto-me mais à vontade e com certeza de ser melhor compreendido. Além de desabafar nas teclas do notebook.

Com relação ao Instagram, reativei a minha conta há pouco, decidido a consumir quase nada por lá e gerar conteúdo através de imagens. Entendi que estava sendo o cara do textão no Instagram. Isso não se repetirá. Cada ferramenta com sua função: Instagram para imagens relevantes que eu queira compartilhar, para chamar para um texto aqui e um pouco do meu dia a dia nos stories. YouTube para um compilado de imagens que realmente valham a pena, para postar minhas criações musicais e alguem review de equipamento, com um complemento por escrito aqui no blog. E este espaço aqui, que mantenho desde 2006 e que estava largado. Não mais.

Conversaremos mais na próxima semana :)

Forte abraço, bons treinos!



Esse texto foi escrito ouvindo Beck - Live at Union Chapel, 2003 (Full Show) e degustando um Café Nescafé Origens do Brasil Chapara Diamantina na versão para coar. Café solúvel só em último caso.









Sobrevivendo nestes dias incertos

Buenas!

Acho que é nada mais que isso. Uma questão de sobrevivência.

Em tempos de pandemia, a tal Covid-19, o modo sobrevivência foi ativado. É impossível que a gente saia dessa, se é que sairemos, com a mesma cabeça que antes, fazendo as mesmas coisas que antes.

Observo que uma parcela, infelizmente pequena, da população está disposta a deixar hábitos anteriores e seguir em frente com suas vidas de forma diferente. O que o medo da morte, seja a própria ou de pessoas queridas, não faz com a gente, não? 

No ambiente que estou inserido, trabalhando com bicicletas, observo uma maior procura por pessoas que antes não consideravam a bike como uma opção de lazer, manutenção de saúde ou meio de transporte. Fico contente demais com isso, afinal é de conhecimento geral os benefícios que o uso da bicicleta proporciona.

Vivemos tempos onde o transporte público, por exemplo, pode ser um dos ambientes mais insalubres, com superlotação e desconforto geral. Quem precisa se deslocar por distâncias menores certamente pode se aproveitar do vento na cara e da liberdade que uma bicicleta proporciona. Como forma de melhores a própria saúde, a bike como ferramenta de prática de exercícios também é excelente, pois permite excelente treinamento cardiorrespiratório e é zero impacto em articulações - a menos que você caia dela. Como temos academias e parques fechados; e pedalar pelas ciclovias ainda é permitido na data de publicação deste post, 09 de maio de 2020; trata-se de uma das melhores opções para cuidar da saúde física e mental. É preciso liberdade!

De minha parte, tenho mantido treinos principalmente de corrida, nem tanto sobre a bike. Acho importante ter bom senso, evitar se expor desnecessariamente e fazer a minha parte enquanto cidadão. Não, não estou trancado em casa e nem acho que essa seja a melhor solução, que seja a melhor coisa que você pode fazer. Tenho meu trabalho, tenho meu lazer e preciso cuidar da sanidade mental. Trancafiar-me em casa não faz sentido algum. Por mais paradoxal que possa parecer, é preciso estar exposto e se for o caso, contaminar-se com o vírus, pois só assim conseguiremos chegar nos sonhados 60 ou 70% da população já imunizada e podermos pensar em voltar à vida social como antes. Apesar que tenho minhas dúvidas se isso acontecerá. Sou uma pessoa introvertida, que não gosta de aglomerações, logo não tem sido muito difícil para mim.

Houve uma fase entre o começo do ano e o início disso tudo que eu estava bastante envolvido em atividades de montanha, nos treinos coletivos junto à Equipiazza. Que fase boa! Fiz muitos amigos, colecionei histórias e ótimos momentos. Quando o distanciamento social começou, por volta de 15 de março deste ano, junto a uma nova torção do joelho direito já bichado, a reflexão proporcionada pelos treinos suspensos e contato humano restrito às redes sociais me provocaram uma grande reflexão sobre os rumos da minha vida como um todo. Uma espécie de conflitos adolescentes rebuscados do tipo: "quem somos, de onde viemos e para onde vamos?".

E eu acho isso super importante. Parar e refletir. Não levar no automático. Um processo longo, confesso e somente quase dois meses depois desse recolhimento as coisas começam a ficar um pouco mais claras sobre o que quero do que me resta de vida.

E sobre isso, pretendo compartilhar com mais frequência com vocês, deixando meu canal no YouTube para compartilhar imagens que sejam verdadeiramente relevantes e não mais postar por postar. Assim também com Instagram e Facebook, no momento desativados buscando um pouco mais de concentração no que realmente interessa: trabalhar sério na Jamur Bikes e viver experiências interessantes sem a necessidade de exibi-las em uma ferramenta que sempre acreditei não ser a ideal para isso, principalmente o Instagram.

Recomeçar!

E você? O que tem feito nestes dias incertos?

Um forte abraço!

Oggi Velloce Disc fora do asfalto. Sim, é possível.

Aquário com Ascendente Gêmeos nas Montanhas

Bom dia, boa tarde, boa noite, senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Aquário com ascendente em gêmeos. Sempre em frente, novas ideias e jamais me apegando a pré concepções. Vivo me reciclando. Quem me acompanha aqui há mais de uma década sabe disso.

Mais uns dias de molho devido à nova entorse de joelho (eu nem estava correndo quando aconteceu, foi num salto bobo, final de treino no Araçatuba que você pode ver nesse vídeo aqui...), voltarei o foco àquilo que realmente me encanta: a vida nas montanhas.

Quase me peguei entrando numa verve competitiva e de performance novamente no Trail Running. Como aconteceu anteriormente comigo lá em 2013.⠀

Nada tenho contra essa abordagem, admiro demais essa garra tanto dos profissionais como dos meus dedicados amigos. São pura inspiração. Mas... quero leveza e tudo que o mundo lá fora oferece.⠀

Entendendo os sinais que a vida dá, me reconstruo e tomo a direção que me levará à mais saúde, mais diversão e mais oportunidades de contribuir de alguma forma na vida das pessoas. ⠀

Neste final de semana vai ter pedal gravel.⠀

Na próxima terça-feira, estarei novamente nas marteladas do Botânico com a Equipiazza.⠀

Temporada de montanhismo se aproximando e aguardo ansioso.⠀

Excelente dia a todos, namastê.⠀

Repassando os últimos 30 dias

Conjunto Marumbi em um dos treinos de fevereiro.
Oi!

Que dias intensos tenho vivido, senhoras e senhores!

Tantos treinos em montanha... como jamais fiz em toda a minha vida. Gratidão eterna pela oportunidade, Papai do Céu :)

Acho que no mundo digital a única atenção que tenho conseguido dar mesmo é no Instagram, onde não falho um dia sequer nas postagens do feed e nos stories.

Eu olho com carinho a quantidade de conteúdo gerado aqui nesse espaço ao longo desses anos todos escrevendo no blog... Lá se vão mais de uma década, imagina.

Outros tempos, onde todos nós líamos com mais frequência (tudo: livros, revistas, artigos na internet...), consumíamos conteúdo com mais atenção e nosso meio digital de relacionamento preferencial era o MSN e o Orkut. Com o fenômeno das redes sociais e suas telas de feed infinito, bem como o smartphone que popularizou o acesso a elas, tudo mudou.

Impressionante como hoje podemos atingir muito mais gente com nossas experiências mas a audiência é muito menor que antes. Há uma pulverização enorme na entrega desse conteúdo e a competição da atenção do internauta (neologismo que entrega o quão primitivo sou no mundo digital) com o advento de redes como Instagram, YouTube e Facebook, faz com que os textos dos blogs cheguem a um número cada vez menor de pessoas. Essa massa toda está mais interessada nas manchetes e nas belas imagens do que aprofundar-se em um conteúdo relevante.

Infelizmente, para mim e para quem aprecia conteúdos mais aprofundados, isso desanima um pouco. De toda forma, sigo tentando gerar algo mais relevante no meu canal do YouTube, que é onde consigo uma comunicação um pouco mais direta, quase olhos nos olhos. George Volpão de verdade.

Vamos lá também? Acompanhe e inscreva-se aqui :)

Forte abraço e até a próxima montanha!

Uma das mudanças em curso para 2020

Oi!

Acho que um dos maiores aprendizados e uma das maiores decisões para 2020 foi focar no foco.


Engraçado isso né? Focar no foco. 


Preciso de foco. Com foco e direcionamento eu consigo ser mais consistente nos propósitos, ao mesmo tempo consigo extrair maior diversão dessa grande aventura que é viver e também sentir-me vivo e produtivo.

No esporte, como você deve estar percebendo, o foco está nas corridas em montanha para 2020. E como sempre vai ser mais sobre montanhas que sobre corridas, não se trata de competir em provas de corrida em montanha (apesar de já estar inscrito em uma e ter ideias de correr mais duas outras apenas). É mais sobre estar nas montanhas, correndo. Sozinho, com amigos, não importa. Estar nas montanhas é a ideia.

Assim sendo, decidi desfazer-me da minha bike esportiva, aquela que me acompanhou por praticamente dois anos de muito prazer nos pedais e na sua customização. Hora dos caminhos se separarem e direcionar minha veia esportiva àquilo que literalmente me tira o fôlego. correr em montanhas.


Contribuí como pude e da minha forma um pouquinho que seja para mostrar aos brasileiros uma diferente forma de pedalar. Que era mais sobre experiências do que sobre equipamentos. As Gravel Bikes hoje são realidade em nosso país, o cenário está em franco crescimento e fico contente de ter sido um dos que plantaram as primeiras sementes. Foram quase três anos dedicados ao tema com toda a paixão e ímpeto que me movem.


Hora de voltar às montanhas e direcionar essa mesma energia  a compartilhar um pouco do que aprendi com vocês nos 15 anos que corro em trilhas (com algumas pausas nesse meio aí). E sendo assim, pedalar como forma de treinamento será cada vez mais raro. Já providenciei outra bicicleta para utilizar nos deslocamentos diários e eventuais treinos regenerativos.

2020 tem muito a oferecer. É um ano onde completo 20 anos de montanhismo e 10 anos da minha primeira ultramaratona em trilha. Vamos celebrar!

Deixo abaixo as especificações da bike à venda. Valor de R$ 1.980, 00, parcelo em 12X sem juros no Mercado Livre. A vista, de forma presencial em Curitiba consigo melhorar isso, é só me chamar aqui na Jamur Bikes. A bike sairá revisada, em perfeitas condições, tem menos de 2.000 km rodados.

Vamos pra cima, bons treinos!

- Quadro e garfo: Marca Format 5222 em aço cromoly, pintura epoxi, para uso com freios a disco ou v-brake;
- Rodas: Shimano R500 24 e 28 raios para uso com freios v-brake ou caliper. Não aceita disco;
- Pneus: 700X35 Kenda Happy Medium dobráveis;
- Fita antifuro: sim;
- Pedivela: Shimano Claris 50X34 Octalink;
- Movimento Central: Shimano Octalink;
- Pedais : não acompanha;
- Trocadores: Shimano Claris R2000 (passagem interna dos cabos);
- Câmbio traseiro: Shimano Claris R2000;
- Câmbio dianteiro: Shimano Claris R2000;
- Freios: V-Brake Shimano R353 específicos para uso com STI;
- Corrente Shimano HG40;
- Guidão: Alumínio Zoom 440mm;
- Suporte de Guidão: Alumínio Zoom;
- Canote de selim: Absolute Alumínio;
- Selim: Fizik Tundra.

Um 2020 nas montanhas

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Na verdade meu 2020 começou em dezembro, quando comecei a cuidar mais da alimentação e passei a meter uma sequência de corridas em trilha em lugares como Morro dos Perdidos, Caratuva, Tucum e vários Anhangavas.

Uma série de mudanças de ordem particular em novembro de 2019, inclusive com ajustes nas expectativas de viagens e equipamentos para bike e corrida, me levaram a concentrar ainda mais no tempo presente. Viver o hoje tornou-se mais importante do que nunca.

Tive um período de 15 dias de férias na segunda quinzena de dezembro de 2019 em que pude reordenar os pensamentos. Na primeira semana, decidido a me reencontrar como pessoa George Volpão e na segunda, hora de meter a mão na masa (ou os pés na trilha).

Assim foi feito e entro agora nesta nova década com motivação e disciplina suficientes para desfrutar cada sessão de corrida, de bike, de yoga, de alongamento como se fosse a última.

Tenho uma competição de trail running programada para o mês de abril e só. Um evento especial também aguardo para junho deste ano.

E assim vamos deixando fluir.

E você? Já traçou seu rumo?

Forte abraço!

Promessas de Ano Novo para 2020

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Eu, George Volpão, venho aqui colocar minhas principais promessas para quem ainda me acompanha neste canal:

1) Postar semanalmente no blog,
2) Postar semanalmente no blog,
3) Postar semanalmente no blog,
4) Postar semanalmente no blog,
5) Postar semanalmente no blog,
6) Postar semanalmente no blog,
7) Postar semanalmente no blog,
8) Postar semanalmente no blog,
9) Postar semanalmente no blog,
10) Postar semanalmente no blog!

Repetindo dez vezes isso!!!

Bah, tenho este canal aqui que produzo conteúdo interessante (pelo menos é o que acho, considerando as estatísticas) desde 2006.

Bora tomar como meta para 2020? Ok, sei que já falei isso antes, que iria produzir mais textos para meus leitores. Mas, dá um desconto, não era promessa de ano novo né?

Ano novo, vida nova.

Isto posto, meu nobre (dizia um locutor esportivo paranaense cujo nome me foge agora), este é meu primeiro post de 2020. Todas as quartas feiras (me cobrem), algo para dizer aqui. Algo que não digo no Instagram, no YouTube, etc. Aliás, ando fazendo muito textão no instagram. Ok, você pode me seguir por lá também. Mas vou guardar a verborragia toda para o blog, onde a leveza dos dedos sobre o teclado do computador é mais adequada do que a urgência instagrâmica.

Feliz 2020, meus amigos!

Primeiro brinde rumo a 2020, na Fazenda da Bolinha, lugar onde vivi tanta coisa boa nos últimos 20 anos. 31/12/2019.