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Mostrando postagens de 2008

História

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Programão bem turístico no final de semana que acabou de passar. Roteiro básico por algumas cidades históricas das Minas Gerais.  Parti num sábado carrancudo (o dia, não eu) e após longas quatro horas de Viação Sandra cheguei a cidade natal de José de Resende Costa, um dos inconfidentes chegados do (mais famoso) Tiradentes. No trajeto passagens por pitorescas cidadezinhas do interior, como Entre Rios de Minas, Lagoa Dourada e São Brás do Suaçuí. No mesmo sábado um churrasco com o pessoal da geologia mineira e um bom descanso, afinal era final de semana. Os treinos dos dias anteriores foram puxados, levando inclusive a uma lombalgia bastante dolorosa e que ainda incomoda. Pelo domingo cedo rumamos todos a Tiradentes, onde chamou-me muito a atenção o cuidado com o patrimônio histórico. Parece incrível ter aquelas construções todas em execelente estado de conservação. E mais incrível ainda é pensar que Curitiba, por exemplo, foi fundada décadas antes de Tiradentes. No entanto a capital pa

Travessia da Serra do Caparaó

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Buenas! Finalmente voltei a jogar uma mochila cargueira as costas. Mesmo com a perspectiva do Aconcágua e tudo o mais, meus treinamentos estavam direcionados basicamente às corridas e caminhadas aceleradas nas montanhas da Serra do Mar paranaense. No entanto houveram anomalias climáticas nos últimos meses na região leste do Paraná, onde o último final de semana de bom tempo que eu me lembro foi no início do mês de agosto. A partir desta data até minha mudança para Belo Horizonte eu não mais havia subido montanhas para pernoitar, carregando peso por horas. Algumas caminhadas aceleradas foram feitas, como o ataque no Ciririca e a descida do Itupava, mas nada com a especificidade necessária para simular as condições a serem enfrentadas no início do ano na Cordilheira dos Andes. Surgiu a oportunidade para este final de semana que passou e não desperdicei. O Pico da Bandeira (2.892 m) surgiu como destino óbvio, dada sua relativa proximidade da capital mineira (se comparado a sua distância d

Itupava Express (2h45min)

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Domingo de tempo cagado. Mas desde o meio da semana eu já planejava fazer uma correria no Itupava, subindo a serra. Além de relembrar do excelente momento que vivi quando lá estive pela última vez, eu queria dar uma forçadinha, fazendo algo como um longão misturando caminhada em trilha e corrida, com grande desnível altimétrico. O sábado foi bem chuvoso mas não desmotivei. Veio o domingo e o término das chuvas. Com tempo encoberto e temperatura em torno dos 13 graus, parti em direção a BR-116 para tomar o Graciosa que desce rumo a Porto de Cima, início da caminhada. No entanto quis o destino que eu chegasse um tanto atrasado, perdendo o ônibus. O que fazer? Toquei correndo mesmo desde a BR-116 rumo a Borda do Campo para fazer o Itupava em sentido contrário, oras! Levei pouco mais de uma hora percorrendo o trecho de asfalto que leva até o Centro de Visitantes da Borda do Campo, início da Trilha do Itupava. Mesmo com mochila mantive um bom ritmo, em torno de 6 min/km. Na trilha corri sem

Vídeos

Neste espaço você poderá encontrar alguns vídeos que preparei ao longo desses anos de corridas, bike e montanha. Enjoy!

Ciririca Express (Baby)

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Ataque fulminante realizado no Ciririca neste sábado. Eu, Alisson Miqueletto e Nilton Romano, todos integrantes da equipe de vendas da Território Mountain Shop , realizamos a caminhada neste sábado dia 26 de julho, partindo da Fazenda da Bolinha precisamente as 15:30. Atingimos o ponto mais alto do Ciririca pouco antes das oito da noite, com um céu estreladíssimo. Lindo mar de nuvens perceptível na escuridão isolada do Ciririca. Sinais de lanterna observados desde o Pico Paraná, Caratuva, Tucum e Itapiroca. A temperatura ficou por volta dos 4 graus no cume. É preciso levar em consideração que havia mais de quatro anos que não ia para esta montanha, e que após a metade da caminhada estava escuro, sendo a primeira vez que fiz esta trilha durante a noite. Ótimo treinamento para a Expedição Território Rarefeito – Andes 2009. Deixamos o cume por volta das nove da noite e chegamos de volta na Fazenda da Bolinha pouco mais de uma da manhã. Alguns dados obtidos no Suunto X6 : Ascensão total: 1

Marins-Itaguaré

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(publicado originalmente em agosto de 2006) Sim! É uma das clássicas do montanhismo nacional! Então no intuito de ampliar nossos horizontes, muitas vezes limitados por questões de cunho financeiro ou profissional, lancei-me a esta expedição, palavra talvez um tanto pomposa para a empreita que pretendia realizar. A caminhada entre os picos dos Marins e o do Itaguaré nada tem de excepcional em termos de dificuldades, seja de orientação, seja de preparo físico. Excepcional é o cenário lá encontrado, principalmente para um paranaense acostumado com a exuberância da Mata Atlântica que domina a maior parte de nossas trilhas serranas. Geralmente concluída em três dias, esta caminhada é realizada sob rocha e campo aberto, cenário de rara beleza. A trilha é percorrida anualmente por algumas dúzias de dispostos montanhistas, felizardos em encontrar por aquelas serranias cumes quase virgens, vistas estonteantes, lances de escalaminhada capazes de fazer tremer os mais destemidos e sorrir os mais v

Correndo pelas Montanhas!

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Buenas!! Se durante a semana muitas vezes as atividades profissionais não permitem que eu me dedique com todo afinco aos treinamentos físicos, os finais de semana acabam sendo bem aproveitados. Foi o caso neste último que passou. Percorrendo mais de 34 quilômetros entre o sábado e o domingo, sempre com grandes desníveis, pude levar meu organismo a um estado de esforço que havia muito eu não alcançava. Para o sábado o treino consistiu em 26 quilômetros de pedal, que representou a ida e a volta da minha casa até a base do Morro do Anhangava (1.420 m); além de duas “voltas” correndo na montanha. Cada uma dessas voltas consistia em uma ascensão da montanha pela sua rota normal, à partir do estacionamento do Chiquinho, e a descida pela Trilha da Asa Delta, onde é possível imprimir uma boa velocidade em um terreno bem técnico. A primeira volta consegui cumprir em 50 minutos, com a subida até o cume me tomando terríveis 27 minutos. Já a segunda volta o cansaço se fez mais presente,