Mais um pouco da Linha Verde

Saiu no blog da Território Mountain Shop, empresa que me apóia, uma matériazinha sobre a minha participação na II Meia Maratona da Linha Verde neste domingo último.

Valeu a força moçada!

E vamos que vamos que neste sábado tem longão maior que a a Linha Verde. Ou eu me arrebento com essa maluquice de treinar para maratona com apenas dois meses de tempo ou eu "vou se consagrar", hehe.

Beijos e abraços.

Nove Semanas para o Rio 42


Nove semanas para a Maratona do Rio. Se para completar a II Meia Maratona da Linha Verde foi heróico para mim, chegar ao final deste novo desafio que me proponho será ainda mais. Pouco tempo de treino. Não acredito que ninguém em sã consciência recomendaria alguém treinar para uma maratona tendo apenas nove semanas disponíveis.

Mas é a vida, pois todas as ocorrências deste início de ano me tomaram pelo menos dois meses de bons e dedicados treinos.

Até pensei em disponibilizar o plano de treinamento que vou seguir para sobreviver à prova, mas é melhor deixar quieto. Assumo meus riscos e não quero passar adiante a idéia maluca de fazer uma maratona após tanto tempo longe das grandes distâncias. Cada um sabe o que faz.

Não importa. Vamos lá! Lembrando que a partir de agora é possível acompanhar a progressão dos treinos no menu ao lado, que faz um RSS do meu Training Log no MapMyRun.

Um grande abraço e ótimos treinos a todos também.

Breve Relato da Trip pela Argentina e Chile Publicado

Buenas!

Saiu meu relato no blog da Deuter, importante fabricante alemão de materiais para montanhismo e um dos apoiadores da viagem rumo a um 6.000 na Cordilheira dos Andes em janeiro último. Lembro também que o blog Adventure Zone está com uma promoção cultural onde você pode enviar seu texto de viagens e concorrer a prêmios.

Aqui está o link: http://www.adventurezone.com.br/post.php?id=145

Um grande e forte abraço a todos!

De Volta às Boas Sensações - Meia Maratona da Linha Verde

Era algo que sempre tinha comigo, tornando-me muitas vezes um cara chato ao insistir nesse ponto: "Você só aproveitará as verdadeiras sensações que a corrida pode proporcionar a partir do momento que se envolver com as corridas de longa distância, acima dos 15 quilômetros". A todos eu repetia isso.

E ontem, domingo 26 de abril, aproximadamente 3.000 pessoas vivenciaram cada um suas sensações na II Meia Maratona da Linha Verde.

A largada foi distante 21 km do centro da cidade. Tomando o rumo sul pela menina dos olhos da administração estadual - a Linha Verde - a chegada foi realizada em ponto emblemático e central da capital mineira, a Praça da Estação. Entre estes dois pontos, quem correu encontrou subidas duras para quem não estava acostumado, calor forte para meus padrões sulistas e muita gente caminhando após as primeiras subidas, entregando o fato que muitos estavam em sua primeira prova na distância.

Pudemos encontrar também um público animado apoiando, embora boa parte dos gritos de incentivo envolvessem as expressões "galo" e "zêro", evidenciando o forte apelo que o futebol tem nas terras mineiras, mesmo em eventos de corrida de rua. Não sendo torcedor de nenhum dos times, curti apenas a energia do caloroso público, que ajudou muito nas horas mais duras.

Esses minutos que pareceram horas, em meu caso particular, foram entre os quilômetros 15 e 17, Onde a subida mais longa da prova, junto com o sol que castigava me obrigaram a reduzir o ritmo para um passo sonolento e sofrido, em uma espécie de mantra suplicante pela aproximação da linha de chegada.

Ao final desta subida inesquecível, um chuveirinho colocado pela organização e um último gole no gel energético foram responsáveis pelos minutos - que também pareceram horas - mais gratificantes da prova. Pude curtir aqueles derradeiros 4 quilômetros desfrutando de verdade, correndo entre túneis e viadutos, observando os carros parados nas vias transversais interditadas pela provas, com motoristas absolutamente inconscientes da felicidade que eu sentia pelo momento especial que esse final de prova significava para mim.

Os treinos impossibilitados desde o início do ano pela patologia nos rins, as incertezas quanto ao futuro neste esporte, a frustração de hoje correr em ritmo muito menor do que já tive oportunidade de correr... isso tudo foi destruído nos 21.097 metros desta prova que representou para mim uma superação que estava precisando muito para seguir em frente com o projeto que estabeleci para mim no mundo das corridas.

Correr uma meia maratona sem treino, como foi meu caso, é algo que não recomendo a ninguém. Faça o que digo, não faça o que faço. Paguei o preço do não treinamento com um tempo alto para meus padrões, com um pace de 6'08" o km. Pouco menos de 2 horas e 10 minutos de prova. Mas a minha necessidade de completar uma prova dessa era tão grande que o tempo não era coisa menor. Importava era o desafio de corrê-la do jeito que fosse. Porque a partir de hoje as coisas mudam. E em breve vocês irão saber como, onde e porquê.

Mais informações sobre a prova em breve no site da prova.

Um abraço!

Cuidados com Alimentação para a Meia Maratona da Linha Verde

Segue abaixo texto extraído de um site que me foi recomendado através da lista de discussão do yahoogrupos dos corredores-bh. A fonte original está aqui: www.nutricio.com.br. As dicas são de Mariana Braga Neves.


A 2ª Corrida Meia Maratona Linha Verde, evento que acontece no dia 26 de abril de 2009 aqui em Belo Horizonte, atrai muitos atletas profissionais, corredores de rua e muitos curiosos.

Qual deve ser uma dieta básica para um atleta que vai participar da Meia-Maratona Linha Verde?
Não há uma regra. O planejamento depende do peso, da idade, sexo, estatura, velocidade da corrida, intensidade do exercício. Assim, para cada atleta há uma dieta mais adequada. De forma geral, deve ser dada atenção à hidratação que pode ser feita com água, sucos naturais e água de coco, durante toda a semana que antecede a competição. O atleta deve sempre evitar os excessos de guloseimas. Assim, dietas ricas em doces, alimentos com corantes e frituras, devem ser evitadas. Oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes) são alimentos tem indicação para o atleta, desde que o uso seja regrado. A dieta da véspera não deve conter bebida alcoólica, cafeína em excesso (coca-cola, café, chocolate), frituras, alimentos condimentados. O carboidrato (pão, arroz, macarrão, batata) deve estar presente em todas as refeições, acompanhado de frutas, fontes de proteína como carnes magras e queijos e vegetais diversos.

O atleta deve beber água ou outro tipo de nutrientes durante a corrida?
Em atividades de baixa intensidade, com até 50 minutos de duração, a água deve ser a bebida escolhida e talvez seja a única necessária para a maioria do atletas. Em provas mais extensas como a Volta da Pampulha e a própria Meia Maratona da Linha Verde, além da água, deve-se utilizar bebidas repositoras de eletrólitos. Além disto, são necessários os carboidratos que podem ser encontrados em forma de gel em farmácias e drogarias. A quantidade indicada depende das características de cada indivíduos.

O que o atleta deve fazer na véspera da prova, antes do início, durante e após a prova?
No dia anterior à prova, o corredor precisa manter a frequência das refeições (comer de 3 em 3 horas). Deve-se evitar comer em restaurantes ou lanchonetes. O melhor é uma alimentação caseira. O líquido deve passar de 2,7 L para mulheres e de 3,7 L para homens, distribuídos em água, sucos naturais, água de coco. Alimentos na forma crua devem ser evitados, além de frituras, carnes gordurosas e queijos amarelos.

Antes da prova sugiro um bom café da manhã feito logo no início do dia, por volta de 06:30. Neste, o corredor poderá usar frutas sem casca, pão, biscoitos sem recheio, requeijão light ou geléia e sucos naturais. Cerca de 30 minutos antes da prova, a sugestão é uma bebida bem gelada como 200 ml de água de coco, acompanhada de maçã, pêra, ambas sem casa, acompanhada de um pão pequeno recheado com geléia sem açúcar.

Durante a prova o atleta pode optar por cintos próprios para a prática esportiva que contêm recipientes destinados à colocação de líquidos como as bebidas repositoras. Além disto, o corredor deve levar carboidratos em gel para usar durante a prova.

Após a prova, o maior importante é a hidratação abundante. Além disto, frutas com índice glicêmico mais alto como a banana são boas opções, acompanhadas de leite (ou iogurte) e sanduíche de pão com queijo e outros frios como peito de peru.

Apesar de ser aprenas o segundo evento a Meia Maratona Linha Verde é um evento internacional. Qual seria a alimentação ideal para aquele atleta que chegará na cidade na véspera da prova. É provável que o "tamanho" da viagem seja importante na preparação e concentração da prova.
Como muitos destas pessoas que chegam a Belo Horizonte na véspera para prestigiarem a prova acabam optando pela alimentação em restaurantes, os principais conselhos são:

a) Evitar o refrigerante e preferir o suco natural;
b) Não experimentar alimentos novos ou desconhecidos;
c) Evitar alimentos em tendas ou pontos pouco confiáveis;
d) Não usar alimentos de fácil contaminação como maioneses, molhos e cremes;
e) Escolher um bom almoço que contenha carboidratos como arroz, carne grelhada (frango de preferência) e vegetais no vapor;
f) Nos lanches, optar por iogurtes ou vitaminas evitando os salgadinhos;
g) As casas de pastas, escolhidas por muitos para a alimentação da véspera da prova, são realmente boa opções para o jantar. Porém, não se deve escolher pratos regados a molhos ou cheios de queijo. O ideal é um macarrão ao suco, acompanhado de vegetais.

Sabemos que muitos idosos participam de corridas de rua. A alimentação dessas pessoas devem ser diferenciadas?
O idoso que pratica a atividade física tem necessidades especiais. Uma alimentação bem planejada associada ao esporte pode evitar as perdas de massa muscular que ocorrem quando indivíduo envelhece. Deve-se ter atenção à fontes de proteína e cálcio, incluindo sempre o leite e os derivados na alimentação. A pratica da atividade física em jejum é sempre contra-indicada e a hidratação deve ser uma preocupação do idoso.

Atenção com às dicas da Mariana e boa prova!

Detalhes sobre o evento acesse: http://www.meiamaratonalinhaverde.com.br

A Moda Agora É Correr Pelado!

Acho que a única vez que corri pelado foi dentro de casa mesmo, quando estava no banheiro apto para o banho e lembrei que deveria desligar o fogão que cozinhava algo...

Quem quer experimentar?


Racing In Belo Horizonte City

Está ficando bom! A cada semana aparecem novas corridas no calendário da cidade e da região. Não há do que se queixar sobre falta de competições para quem curte participar delas. Desde o ano passado Belo Horizonte conta com corridas mais pop como o Circuito das Estações, a Fila Night Run e algumas outras de 10 km, distância indicada para quem quer se iniciar nas corridas.

Infelizmente no Brasil a popularização das corridas tem-se feito através das provas curtas, sendo que em nosso calendário temos apenas seis maratonas durante todo um ano. Nos Estados Unidos temos 6 maratonas em uma semana! As pessoas lá gostam de correr longe mesmo, sentir o máximo de prazer e desafio que a corrida pode proporcionar.

Tenho certeza que chegaremos nesse patamar por aqui e que provas longas apareceram com mais frequência em nosso calendário. Bons exemplos são a quantidades crescente de provas na distância de meia maratona que têm surgido. Considero essa a distância ideal para experimentar todos os benefícios da corrida de rua. Não é preciso se esfalfar nos treinamentos como é o caso da maratona, mas também não é prova pra qualquer mané que muitas vezes já vi completando corridas de 10 km por que mal aguentou correr até o quilômetro 7 e completou o resto andando.

A II Meia Maratona da Linha Verde confirma o crescimento do esporte nas distâncias mais longas, contando já com mais de 4.000 inscritos já no seu segundo ano de existência. Está havendo uma maciça e benéfica divulgação pela Rede Globo local, inserindo a prova nos lares daqueles que pouco acesso tem às informações sobre corridas.

Esta prova tem tudo para se tornar uma clássica da cidade assim como é a Volta Internacional da Pampulha, que contorna a fétida lagoa. Ainda nao corri a VIP, mas mesmo assim não hesitaria em preferir a Meia da Linha Verde.

O lance é esse. Tem corrida para todos.

Um abraço e bons treinos.

Corrida da Assufemg

Nunca imaginei que isso fosse acontecer. Retirei o último cálculo que restava no meu uréter direito no sábado e resolvi competir no dia seguinte. A recuperação pós-operatória foi impressionantemente rápida, muito mais que no procedimento idêntico realizado no mês passado. Saí numa boa do hospital no sábado, já sentindo que seria possível participar da prova no dia seguinte.


Domingo de sol em Belo Horizonte, parti com a Maria Vitória rumo ao campus da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais, local da realização da prova que teria o percurso totalmente dentro do campus. A expectativa era grande pois era anunciada uma grande variação de pisos e terrenos.

A largada foi pontualmente as 09 da manhã e em torno de 200 corredores (adoro provas com pouca gente) e já de cara enfrentamos subidas por calçamento de pedra e grama. Logo após um pouco de asfalto e enfim a mata da UFMG, onde corremos por carreiros estreitos e caminhos dignos das melhores corridas de montanha do Paraná. Claro que as subidas não eram tão íngremes como uma legítima corrida em montanha. Mas essa também não era a intenção do organizador que nomeava a prova como Corrida Rústica. Bem diferente da porcaria que foi o Trapalhada Run do Movimenta Minas, que se nomeava Trial Run e teve metade do seu percurso em asfalto.

Um ponto negativo que espero ser corrigido para as próximas edições é a má sinalização em alguns pontos, onde mesmo amadores que completaram a prova acima de uma hora como eu acabou sentindo as consequencias da falta de sinalização. Houve também falta de água em alguns postos e mesmo falta de senhas no trajeto. Seriam tres recebi apenas uma).

Por outro lado o percurso foi incrível. Uma corrida pra quem é durão e que torna 10 km das provas da moda na pampulha um passeiozinho sem graça e fedorento. Diversos tipos de piso como asfalto, pedras, terra, grama e um matagal muito divertido de cruzar.

Organização muito simples, com poucos recursos (o kit de chegada era uma medalha e um copo dágua e nada mais, nem uma fruta). Já corri provas pagando o mesmo valor e que tinha tudo de bom na organização, mas também ja corri provas recentemente que custavam o dobro e foram uma porcaria, com largadas atrasadas, confusão na entrega de chip antes da prova e percurso horroroso para o que se propunha e resultados finais mais confusos ainda.

No fim das contas uma corrida que fica na média, onde a dureza do percurso e os trechos agradáveis na mata fizeram valer a inscrição. Uma corrida sem frescuras e divertida. Sim houve problemas e acredito que sejam facilmente contornáveis para uma próxima edição. Espero voltar ano que vem. Com um pouco mais de dedicadção do organizador a prova ficará ainda melhor.

Que venha a II Meia Maratona da Linha Verde, a qual vou competir com a ridícula quilometragem de treino que acumulei nesta temporada (menos de 100 km rodados em 4 meses), devido a esses problemas todos de saúde que sofri. Será na raça!

Um abraço e ótima semana a todos.

Corrida da Assufemg - Categoria Portadores de Catéter Duplo Jota

Após o alarme falso de parada, quando pensei que iria enfim realizar a Ureterolitotripsia parte II nesta quinta feira passada, estou de volta às competições.

Vai rolar uma prova que parece ser muito bacana, um circuito estilo cross-country com 12 km no total. Isso tudo dentro do campus da UFMG. É uma corrida pequena, mais ao meu estilo, sem as multidões das provas da moda. É a corrida da Assufemg.

Será uma boa prévia para a II Meia Maratona da Linha Verde, que vai acontecer no final de semana seguinte, dia 26 de abril. Chegarei a esta prova absolutamente despreparado. Meu treino mais longo este ano foram 12 km aqui no bairro de Santa Tereza, tendo que parar a cada 30 minutos para urinar um pouquinho de sangue, que acaba aparecendo devido o contato do catéter duplo jota que tenho dentro de mim contra as paredes da bexiga e do rim direito.

Tenho mantido uma frequência de dia sim, dia não para os treinos, pois percebi que treinar todo dia fica muito puxado. Calculo em aproximadamente 100 ml de sangue perdido a cada hora de corrida e isso faz falta ao corpo se a perda for muito seguida, além de causar danos.

Meu médico não disse nem que sim nem que não quanto aos treinos e avisou que sangramento é normal mesmo em repouso.

Vou tentar me garantir na Meia Maratona com base nos anos de corrida que tenho como background. A última vez que corri essa distância foi em um treino no início de janeiro e foi tranquilo.

Portanto essa prova da Assufemg será um bom teste...

Um abraço e espero voltar com boas novas na próxima semana.

Correndo 21 Km em Trilhas

A clássica distância da meia maratona (21.097 metros) pode ser bastante divertida também quando se corre em terrenos rústicos. É uma prova que consegue ser longa o suficiente para proporcionar desafio mas não extenuante a ponto de detonar o atleta.

Buenas! Vou relatar brevemente aqui uma das duas provas de 21 km que já participei correndo nas montanhas paranaenses. A primeira delas foi no Município de Campo Magro, num gélido domingo, 29 de julho de 2007. Este município é conhecido por ter em seu território um acidente geográfico chamado Morro da Palha, com quase 1.200 metros de altitude. Só de saber disso já pude prever que coisa boa não viria...

A largada foi em um restaurante da região bem defronte ao morro. Além do grande desnível que enfrentaríamos, já que a largada estava por volta dos 800 metros de altitude, o frio seria um desafio a mais. Na hora da largada, as oito da manhã fazia 5 graus, com um lindo céu azul e vento. Largamos por uma estradinha de chão e começamos a alternar subidas e descidas fortíssimas, por estrada de chão, trilhas em meio a pastos, carreiros onde o pessoal anda de moto e plantações diversas.

Um trecho muito interessante foi por volta do km 11 onde tínhamos que caminhar por uns 300 metros dentro de um rio com água nas canelas. Água geladíssima como não poderia deixar de ser. Houve um outro trecho de rio a ser cruzado, desta vez com água nas coxas e apoio de uma corda para segurança. O sol que aparecia não era suficiente para nos esquentar e por volta do km 18 aparece um paredão todo gramado, sob umas torres de alta tensão. Em vários trechos precisamos usar as mão para o apoio, ou seja, tinha que subir de quatro, quase escalando mesmo.

Ao final das torres encontramos uma estradinha que subia até o cume do temido Morro da Palha, cujo cume atingimos no último km. Isso significava descer mais de 400 metros de altura em apenas 1 km. Um barranco para baixo, muito divertido e onde senti as mais fortes câimbras da minha vida. A única forma de descer era se apoiando com a bunda no chão.

Para mim esta corrida simbolizou a verdadeira corrida em montanha. Desafios a serem superados, ladeiras empinadas e intermináveis, rios para serem atravessados com os pés molhados e gelados. Uma prova sem frescura. Foram longas 3h30' de prova para mim, que me valeu o terceiro lugar na categoria 30-34 anos. O campeão geral fechou em 2h26'.

Prova duríssima onde o último colocado levou simplesmente 6h44' para finalizá-la. No ano seguinte a prova foi encurtada para 10 km, mas mantendo a subida ao Morro da Palha, retirando as travessias de rios.

Um grande abraço e go trail.