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Mostrando postagens de janeiro, 2013

Cicloturismo em Campo Magro e Estrada do Marmeleiro

E não é que o Marmeleiro é maneiro demais? Pedal super agradável e na medida para um domingo de manhã. Quase 60 km de pedal com bastante desnível mas muitos trechos planos bem gostosos de pedalar. Parti bem cedo com a Ana Barbara, seguindo uns tracks pescados na interwebs... Foi um rolê de quase cinco horas, contando algumas poucas paradinhas.  O trajeto foi predominantemente em estradas de terra, nada técnico e com subidas curtas mas íngremes. Em alguns pontos havia um mato fechado e riachos cristalinos junto à estrada, no ponto mais distante da capital paranaense. Porém o que predominava eram plantações e roça mesmo, principalmente de milho.  O tempo estava encoberto que, se não garantiu boas fotos, pelo menos tornou a pedalada mais confortável. Pura diversão para um domingo de manhã! A marcação do GPS tá aqui: http://connect.garmin.com/activity/266754538# Umas fotos abaixo, de Ana e George Volpão.  Abraços e boa semana!

As Muitas Faces do Morro Araçatuba

Bem, se eu e a Ana Barbara quiséssemos mesmo ter ido ao Moreia e ao Baleia, como eu tinha indicado no post anterior , não precisávamos ter rodado o Araçatuba quase inteiro. Bastaria ter tomado a trilha mais direta, galgar o cume e descer rumo ao vale do Rio Pinhal, cruzando-o e, por fim, esgueirando-se Baleia acima. O clima não estava 100%, havia algumas nuvens no alto da serra e decidimos variar um pouco. Iniciamos a subida do Araçatuba pela sua trilha normal e uns 30 minutos depois nos enfiamos no mato em direção à Cachoeira do Rio São Paulo. Cruzando esse rio pela parte superior da queda d'água, chega-se à trilha que contorna o Morro Araçatuba pela sua face noroeste e sobe de maneira bastante agradável. É uma trilha muito mais longa do que aquela direta, porém muito bonita, de verdade. A subida suave, aliada aos campos de altitude e vistas amplas torna a ascensão desta montanha muito mais prazerosa do que pela trilha direta. Alguns cursos d'água pelo caminho e o vento caract

Travessias

A palavra travessia é bem interessante. Atravessar. Cruzar. Transpor. Muitos são os significados, principalmente no âmbito pessoal de cada um de nós. Na natação, chamamos travessia aquela modalidade onde longas distâncias são cruzadas em mares, rios, lagos e afins. Na montanha dizemos de um trekking ou escalada que se inicia em um ponto e finaliza em outro, geralmente com duração maior que um dia. Falando de montanha, já que na natação sou tão hábil quanto uma água-viva levada pela correnteza, tive a oportunidade de concluir algumas bem interessantes. Aqui no Paraná, tem a Tucum-Itapiroca, que começa na Fazenda da Bolinha, galga os cumes do Camapuan, Tucum, Cerro Verde e Itapiroca, finalizando na Fazenda Pico Paraná. Travessia belíssima e relativamente acessível. Por aqui existem outras mais. Já realizei em outros paragens belas travessias como a Marins-Itaguaré , Serra Fina, Serra do Caparaó e Tabuleiro-Lapinha , esta no ano anterior. Em 2013, com meu abandono das competições de trai

Verão nos Campos Gerais

O verão para nós curitibanos é algo muito precioso. É preciso aproveitar. Nos arredores da capital paranaense não dispomos de muitas opções para um refresco. Ok, o litoral está a duas horas de viagem, mas eu não acho isso muito perto não. Existem também algumas cachoeiras meia boca a aproximadamente uma hora e meia daqui. Então, decidi encarar com a Ana Barbara uma visita aos Campos Gerais do Paraná, aproveitando uma excursão organizada por alguns colegas de um grupo de caminhadas do Facebook. Feliz demais em não ter mais que estar comprometido com performance questionáveis em competições e poder aproveitar um programa realmente divertido, barato e profundamente marcante na memória e na alma como este. Se fosse alguns meses atrás eu não poderia "perder" um longão de sábado ou, no mínimo, me sentiria muito culpado por eventual "furo". O roteiro constava de Buraco do Padre, Cachoeira da Mariquinha e Salto São Jorge, atrações essas nas imediações da cidade de Ponta Gro

8.000 Metros de Felicidade

Olá! É notória e pública, a minha paixão pelas montanhas. Criado ao ar livre desde muito pequeno, acampando nas ilhas do litoral paranaense e na Serra do Mar com meu pai e com minha irmã, meu primeiro cume foi em 1995 no Morro do Anhangava (1.420m) e de lá para cá foram mais de 100 incursões montanhosas, tendo a oportunidade inclusive de estar na alta montanha (até 6.000m) no Cerro Plata em 2009. É notória e pública, igualmente, minha admiração pelo veganismo, opção escolhida por quem decide levar uma vida livre de sofrimento animal, onde não se ingere nada de origem animal, tampouco utiliza objetos e utensílios oriundos de vida animal. Sou muito, mas muito avesso mesmo a terminologias e definições. Minha opção, na verdade, é apenas não causar sofrimento animal, já que uma dieta sem produtos de origem animal pode ser tão saudável quanto aquela que contempla o consumo de carne, laticínios, etc. No entanto, acho importante difundir esse modo de viver e o termo "veg

Descendo lá do alto

Claro, como se poderia descer de algum lugar que não seja mais alto de onde você está? O título é esse porque abaixo estarei falando das obviedades da vida. Sabem, eu não busco compreender as coisas através de verdades absolutas. Acho que, na verdade, não busco compreender nada. Em 2013 eu vou parar de competir por razões que talvez somente eu e uns poucos entendam. Nos últimos cinco anos eu já exigi demais de mim. Divertir-se é muito bom, mas estar competindo tem a ver com querer baixar tempos e melhorar performances. O "clique" rolou após a Maratona de Curitiba de 2012, onde eu nem estava inscrito, tampouco treinado, e somente com a base adquirida fui lá e fiz o tal "personal record". O anticlímax foi imediato: "Tá vendo? Para que? Nem precisou treinar para isso, foi lá e fez?" Essas e muitas outras coisas passaram pela cabeça. "Ah, o que vale é a viagem e não a chegada". Não adianta... vá dizer isso a uma pessoa competitiva. Não bast

Nas Alturas em 2013

Olá. Ano novo, vida nova. Rá! Lugar-comum, ok. Mas todos merecem entrar em um novo ano do calendário fazendo coisas legais e cercado de pessoas legais também? Fui ao Morro Camapuan, em um trekking de aproximadamente três horas subindo até os seus 1.719 metros de altitude. Contrariando a previsão do tempo, o clima estava sensacional, com vistas desimpedidas para os 360 graus possíveis. Ventania patagônica durante a noite e cores incríveis, tanto no último dia de 2012 como no primeiro de 2013. Abaixo as imagens. Abraços e feliz ano novo, turma!