Pernas pra que te quero

Acredito que pela primeira vez na vida vou atigir a marca dos 200 km corridos em um mês. Utilizo um programa online bastante simples para acompanhar progressos (ou regressos, hehe) nos meus treinamentos. Posso acompanhar também através dele coisas como percursos, variação do peso corporal e até mesmo quantos quilômetros percorri com determinado par de tênis. Bastante conhecido nos EUA, o Map My Run ainda é pouco difundido no Brasil.

Chegar a uma quilometragem mensal como essa não é fácil, principalmente se considerar que minha carga no mês anterior foi muitíssimo inferior. Acreditei na força de vontade e na correção do intento e meti a cara.

O resultado está sendo colhido. Os longos estão sendo feitos a contento, os treinos de ritmo cada vez mais rápidos e o corpo vai se adaptando. Nada de lesões.

Porém após a maratona do rio devo dar um bom tempo e focar no próximo objetivo, que ainda está se desenhando. E em breve eu conto qual é.

Um abraço!

Um bom amigo. Review Mizuno Pro Runner 9

Buenas!

Acredito que um dos melhores amigos dos corredores é o tênis. Pelo menos daqueles que correm com este aparato. Há quem os dispense, amigos meus inclusive.

Meus bons amigos nestes últimos tempos tem sido dois "caras".

Hoje vou falar do mais antigo deles. Trata-se do Mizuno Pro Runner 9. Tá bom, tá bom. Quem entende de corrida (e de lançamentos de modelos, tipos de pisada, marcas, etc) pode xingar e perguntar: "Qual é desse cara que tá falando de um tênis quem é mais vendido de tão velho que é?"

Autor responde: nem é tão velho assim, trata-se de um modelo 2007. E acho importante falar dele pois cada modelo tem um histórico e tem suas características aprimoradas a cada temporada. Antes do Pro Runner 9 existiu o 8, existiu o 7 e por aí vai.

Minha história com os mizunos vêm de longa data. O primeiro que usei foi um Mizuno HST, comprado pela (na época) fortuna de 70 reais. O ano era 1994, o primeiro ano do real, nossa estável moeda. Apesar dele ter arrancado uma unha do polegar direito, adorei o tênis. A culpa foi minha mesmo, pois saí com ele da loja para já fazer um treininho de 24 km, tamanha a empolgação com o caríssimo tênis em tempos de vacas magras. Foram meses economizando dinheiro trabalhado para comprá-lo. A marca havia chegado fazia pouco tempo no país, pouquíssimo conhecida dos grande público, mas idolatrada pelos conhecedores da arte do passo acelerado.

Mas a idéia é falar do Pro Runner 9. Comprei-o por 399 reais na antiga Ironman em Curitiba, atual Procorrer. Tinha decidido correr um pouco mais do que estava fazendo, buscando um melhor condicionamento em minhas atividades de montanha. No início, empolgação total. No entanto, na loucura do trabalho puxado, jamais consegui dar cabo ao intento. Ficava meses sem dar uma corridinha. E ele foi ficando de lado...

O tempo passou, mais de 2 anos, até que meses atrás decidi correr literalmente atrás do sonho. Apesar de ter adquirido outro tênis, de outra marca, do qual falarei em post apropriado, o Pro Runner 9 tinha lugar de honra. Era o eleito para as longas distância e para as provas.

Isso porque ele sempre proporcionou excepcional retorno do investimento feito. Super confortável, leve, fresquinho, anatômico eu diria (se é que esse termo se aplica aos tênis).

Um tênis sem necessidade de questionamentos ou filosofias a respeito. Nos adaptamos bem um ao outro e agora ele parece feliz de estar sendo usado como deve: nos longos, nas provas, etc. Comporta-se como bom vinho: quanto mais velho melhor.

O problema é que sei que assim como os vinhos, chega um ponto que o processo se inverte. E temo esse momento. Para isso tentei buscar substituto e é dele que falarei em post futuro. Por enquanto, ele está ali, descansando, esperando a próxima prova daqui cinco dias. Irá correr a Maratona do Rio no próximo mês comigo e, já que está chegando próximo dos 600 km rodados, quem sabe se aposente com chave de ouro após a prova.


Keep Running, my friend!

IV Corrida João César

Foi bom demais. Esta foi a minha primeira prova de 10 Km este ano. Até então só tinha rolado provas de 7, 12 e 21 Km. Apesar de já terem seido realizadas duas corridas este ano na orla da Pampulha, os percursos muito planos não me atraem muito, bem como a multidão e o estilo "Revista Caras" da maioria das provas realizadas por lá.


A IV Corrida João César foi realizada na via pública homônima na cidade de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, facilmente acessível por metrô. Uma prova bastante popular, com inscrição gratuita (apenas um kg de alimento para retirar o kit), provas especiais para a criançada e grande envolvimento da comunidade local, como nos velhos tempos.

Havia grande presença de atletas de elite, nomes conhecidos no brasil e no exterior, inclusive com quenianos no pelotão, já que a premiação era bem interessante.

Fazia friozinho pela manhã, em torno de 14 graus, vento gelado e clima desértico: calorzinho no sol, frio na sombra. A largada foi pouco depois das oito da manhã e nos desembestamos pela avenida a passos largos, encarando a primeira subida após 300 metros de prova. E assim foi. Subidas e descidas constantes pela avenida, em percurso de ida e volta. Nesta primeira parte meu tempo foi fantástico para minhas expectativas. Passei a marca dos 5 km com tempo pouco abaixo dos 24 minutos, o que me fazia sonhar com um primeiro sub-50 depois de 2 anos. Porém as subidas no retorno foram cruéis. Impossível manter o ritmo.

Mesmo assim consegui fechar a prova com um tempo que considerei muito bom dada as características do percurso: 51'31".

Mais uma vez, parte da galera da comunidade dos corredores de BH do orkut estavam lá. 

Domingo próximo tem mais: Corrida da Fundação Torino.

Um abraço e bons treinos!

32 km no bolso...

Pronto! Descabacei. Eu já tinha corrido 30 km na vida. Foi em outubro de 2007. Mas dessa vez tinha que ter 2 km a mais. Faz diferença viu? Depois das três horinhas de pernada qualquer minuto a mais correndo é difícil, pelo menos no meu estágio de treinamento.

Mas valeu, foi divertido. Esteve frio, esteve quente, esteve susse, esteve foda... em 3h15min deu para experimentar as mais diversas sensações. Do pânico à euforia, da dor ao êxtase.

Mas chega de papo-furado. Depois dessa fiquei meio sem tesão de escrever. Tem que correr isso tudo pra entender, não adianta ficar escrevendo aqui... Preciso recuperar porque domingo tem 10 km em contagem, Corrida João César.

A gente se fala... Abraços.

Teste de Pisada em Belo Horizonte

Recebi e-mail na lista de discussão dos corredores de BH informando sobre a realização do teste aqui na terrinha. Para quem não sabe como funciona, trata-se e um aparelho que "lê" a pisada do atleta, como um scanner, informando qual o tipo do seu pé, se normal, cavo ou plano. Isso ajuda na escolha do tênis ideal.

O teste é gratuito e pode ser realizado em poucos minutos, com o interessado ainda levando um cd para casa com imagens do seu pezinho.

A máquina que faz o teste da pisada está disponível na loja Sports Hall do BH Shopping, ali pertinho. Nos dias de semana você pode fazer o teste enre as 13 e as 21 horas. Já aos sábados e domingos você pode fazer o teste das 14 às 20 horas.

No entanto é preciso fazer uma ressalva. Muito já foi dito sobre a validade destes testes sem acompanhamento de médicos e/ou fisioterapeutas da área. Testes como esses devem ser encarados apenas como indicativo da pisada do corredor, jamais como diagnóstico verdadeiro.
O colega corredor Marco Victor Hermeto comenta o que ocorreu com ele:

"Eu fiz este teste em duas ocasioes e o resultado foi pisada neutra. Comprei tenis para pisada neutra e comecei a ter dores terriveis no hálux (dedão e joanete) do pé direito e pouco no esquerdo. Depois de muito sofrimento, fiz a avaliação na Dr Fisio e concluimos que minha pisada era pronada grave... Daí o problema com o tenis para pisada neutra. Não foi uma experiencia boa... Recentemente, fiz o teste da pisada e uma avliação biometrica com o fisioterapeuta Fabricio (que só faz isso) e foi feita uma palmilha especial para mim. Posso usar qualquer tênis que tenha um contra-forte resistente agora (seja para pisada neutra ou não) e senti uma diferença absurda na pisada. E olha que só usava Asics Kayano, Mizuno Nirvana e Control 5... Portanto, é preciso ter cuidado com estas avaliações em maquinas de teste em massa."

Fica o alerta do colega, portanto.

Um grande abraço.

Sensacionalismo

É impressionante a vontade que certos jornalistas têm de aparecer, de querer chocar, de serem heróis. O que me leva a deixar este post é esta manchete publicada no Portal Terra:

Poluição pode causar até infarto em atletas de rua

Para chamar mais a atenção do que isso em um assunto desses nem se pendurasse uma melancia no pescoço.

Talvez isso seja reflexo do que desde os tempos de Stanislaw Ponte Preta só cresce.

A notícia é pertinente e com certeza os resultados dos estudos indicando os prejuízos de aspirar toda essa poluição da cidade grande são válidos. Não deve ser nada bom inflar os pulmões de monóxidos, dióxidos e outros termos químicas danosos.

Porém esta é apenas meia-verdade. Em momento algum o repórter Plínio Teodoro fala sobre os malefícios do sedentarismo, da falta de exercício físico. Na matéria, apesar do alerta do pneumologista Ubiratan de Paula Santos, de que este veredicto não deve ser levado como uma maneira de desincentivar a prática de exercícios, o que chama atenção mesmo é a maneira manipuladora com que a informação nos é passada. Da forma como foi feita, omitiu-se uma das principais virtudes do exercício físico: a prevenção de doenças cardíacas.

Sugestão: Poluição pode até causar infarto em atletas de rua mas o sedentarismo é ainda pior.

Para ler a matéria e tirar sua própria conclusão: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI3772549-EI1497,00-Poluicao+pode+causar+ate+infarto+em+atletas+de+rua.html

Um abraço e boas corridas!

Os longos de 32 Km...

Lá vêm eles... Os temidos e necessários treinos longos com 32 quilômetros. Como já disse por aqui, após completar a II Meia Maratona da Linha Verde decidi encarar mesmo a Maratona do Rio, que se realizaria apenas 9 semanas após a meia aqui em BH. Os dois meses praticamente sem treinar, devido a viagem pela Argentina e Chile e ao cálculo ureteral que exigia sossego na correria, me tiraram o propósito de treinar de forma mais correta.

Confiando em minha base fisiológica desses anos e anos de corredor mediano (fraco até mesmo), resolvi acreditar que dava pra completar a Maratona do Rio de forma satisfatória, não importando o tempo final (antes do tempo-limite claro).

Então chegou a hora de fritar o tênis no asfalto. 5 semanas para a maratona. E nesta quinta feira parto para meus primeiros 32 km da minha vida e aí sim vou saber a quantas anda minha resistência. Meu último treino longo, 10 dias atrás teve 26 km com muitas e muitas subidas, e concluí super bem. Desta vez serão 32 km em terreno plano (haja saco dar três voltas no perfumado percurso da Andradas, mas é o único jeito de evitar as ladeiras belorizontinas).

E vamos nessa!

Avenida dos Andradas, o cheiroso Ribeirão Arrudas e a Pista de Corrida bem no cantinho, à direita. Foto em http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=278518

Eco Run - Etapa BH 2009 - Impressões

Buenas!

Como sempre uma ótima organização da Iguana Sports, responsável também pela realização das provas do Circuito das Estações.

O diferencial desta prova também realizada na Pampulha foi o percurso dos 5 km, que incluía subidas e descidas. Uma curva fechada no final logo após forte descida tornava um bom local para acompanhar os mais afoitos no sprint final.

Bom mesmo foi rever a galera.

Semana que vem volto às competições, na Prova João César, na cidade vizinha de Contagem. 10 km pra testar o ritmo um mês antes da Maratona do Rio.

Um grande abraço.

Eco Run - Etapa BH 2009



Salve!

Será neste domingo, dia 17 de maio a etapa BH do Circuito Eco Run. Quase nenhuma novidade para nós corredores. Os tradicionais 10 quilômetros corridos às margend da Lagoa da Pampulha. Porém o circuito dos 5 km ficou interessante, sendo parte deles totalmente plano, junto à margem e outro tanto em subidas e descidas, pelas Avenidas Novara e Cremona.

Depois dessa deu até vontade me inscrever, não fosse a preparação voltada à Maratona no Rio, que exigem longas distâncias em treinamento. Fora de cogitação correr 5 km de forma veloz. Pelo que ouvi ainda seria possível fazer inscrição no dia da retirada do kit, pois a procura pela prova não teria sido tão grande como é nas etapas do Circuito Adidas. Por sinal, a Eco Run é organizada pela mesma empresa, o que é garantia de ótima estrutura para os corredores.

Eu não correrei, mas marcarei presença fotografando e prestigiando a galera dos corredores de rua de BH no Orkut.

Um grande abraço.

Nova atualização

Atualizei nesta quarta a noite texto publicado na página Quem Sou deste blog. Alé estão agora algumas informações sobre as montanhas que percorri. Para mais informações basta clicar no link ou no menu acima.

Um grande abraço!

Normalidade

Tudo dentro do normal. estranho seria se não houvesse dores após duas semanas de treinos puxados, talvez as maiores quilometragens que já apiquei em treinos durante toda minha vida. Senti que era necessário dar um "pega" forte, até para saber qual era meu limite. Estava consciente que poderia "quebrar" ao ousar tanto assim na carga e na quilometragem semanal.

Mas nada de errado ocorreu. Então nesta semana eu pegarei leve, para recuperar, tomar um fôlego mesmo. Iria correr nesta terça a prova-treino da By Japão, mas um leve resfriado indicou que seria melhor ficar em casa mesmo. Apenas um treininho leve de 6 km no final da tarde da terça, para na quarta encarar um pouco mais que o dobro desta distância, 13 km pela Av. dos Andradas, tudo planinho, ô beleza! Próximo longo nem será tão longo assim, para recuperar mesmo.

E assim vamos tocando. Rumo ao Rio. 46 dias para a maratona.

Um abraço!


Ilustra o texto foto de uma típica tempestade de final de tarde em Belo Horizonte. Imagem de Bruno Magalhães
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Talvez Eu Esteja Exagerando...


Para quem se dedica às corridas longas, sempre é difícil entender qual seria o ponto de equilíbrio entre os o benéfico e o maléfico em um plano de treinamento. Para quem está começando nessa "arte", como é meu caso, é mais difícil ainda. A tendência para os iniciantes muitas vezes é exagerar na dose, pois a motivação é alta e o juízo é pouco.

Por isso acredito que meste último final de semana eu tenha saído da linha um pouco, pecando pelo excesso. Minha planilha indicava um longão de 26 km para este sábado, sem preocupação com tempo de conclusao, pois a idéia é tentar construir um pouco de rodagem visando a Maratona do Rio que se aproxima.

É sabido que havia alguns alnos que eu não me dedicava a correr mais que os 21 Km de uma meia maratona. Porém, após um período de análise em que pesei os prós e contras e assumir o grande risco de me lesionar com treinos tão fortes, resolvi tentar a maratona de qualquer jeito. E para isso há que se treinar!


Pois bem, mandei-me as 6:15 da manhã do sábado pelas ruas de Belo Horizonte. O ideal, claro, seria treinar por terrenos planos, até mesmo porque a prova que participarei no Rio é praticamente plana. Mas Belo Horizonte é bela para quem gosta de correr.

E eu estava muito interessado em descobrir esses novos horizontes, reduzido que é meu tempo de vida nesta cidade. portanto tracei um roteiro e o cumpri, conforme pode ser observado em meu Training Log. Porém quem conhece Belo Horizonte ou então se dispuser a analisar o gráfico altimétrico do percurso verá que pouquíssimos foram os trechos planos.

Subidas e descidas o tempo todo. Ótimo pelo lado do fortalecimento muscular e ótimo também para surgimento de lesões.
Hoje, segunda feira, dois dias após o treino, as dores estão presentes, mas, graças a Deus, nada que me lembre lesões, e sim apenas as dores típicas de um esforço exagerado. Dores causadas pelo entusiasmo de treinar mais e melhor, fugindo do que estava programado, os 26 km em terreno plano.

Não bastasse os 26 Km por terreno com muita subida e descida (ganho de quase 500 metros verticais) encarei uma travessia pela Serra do Curral logo após o treino, coisa leve para meus padrões de exigência montanhística, mas terrível para as articulações fatigadas depois de três horas de corrida.

Porém o convite era irresistível e mandei nas trilhas junto com Arnoldo, Aline e Matheus, galera dos Corredores de BH no Orkut. Lugar lindo e perfeito para treinar corrida em trilhas.
Mas esse é assunto para outro post.

O objetivo deste aqui é fazer um alerta: respeitem suas planilhas!!
Um grande abraço!




Um pouco do passado

Buenas,

Quem me conhece a mais tempo sabe que antes de me dedicar às corridas com a seriedade que dedico agora tem conhecimento que minha paixão única por muitos anos foi o montanhismo. Por três anos mantive um blog dedicado basicamente a relatar um pouco das aventuras que vivi, desde que comecei a frequentar as montanhas do Paraná, lá pelo meio da década de 90.

Nestes 14 anos de trilhas fiz alguns poucos amigos e da mesma forma colecionei alguns desafetos, devido basicamente a minha personalidade forte, por dizer o que penso, muitas vezes desagradando cobras criadas do cenário local. Por outras vezes, pessoas que considerava amigas de coração me apunhalaram pelas costas, me transformando em um ser, admito, um pouco mais amargo do que eu gostaria de ser. É a história do gato escaldado.

Ter vindo "fazer" a minha vida em Belo Horizonte foi excelente para a superação de certos traumas. É como um Starting Over mesmo, começar de novo, do zero. Deixar para trás algumas amizades de puro interesse, a inveja de algumas pessoas entranhada e a soberba do meio montanhístico local, isso tudo até agora só me fez bem. A lamentar apenas a saudade de minha mãe e de meu filho, bem como das montanhas locais, que com certeza merecem como frequentadores montanhistas menos esnobes e patéticos como os encontrados às pencas por lá.

Nesse pequeno "review"do que já vivi na minha vida de montanhista segue aqui uma matéria que saiu publicada na Revista Aventura & Ação, edição 145 de janeiro de 2008. Ter participado desta matéria, que inclusive foi capa, permitiu-me conhecer uma grande pessoa, Ricardo Contel, editor desta publicação e amigo pessoal até hoje. Publiquei algumas outras matérias na revista também, mas aí já é outra história...

Segue o link abaixo para quem quiser conferir:

http://www.extremos.com.br/Revista/Aventura&Acao/145/


Um grande abraço!















Longão de 24 km este FDS

Buenas!

De volta às longas distâncias, tendo em vista a estréia em maratonas na cidade do Rio de Janeiro em 28 de junho próximo, parti para um primeiro longão após a II Meia Maratona da Linha Verde. Contando a partir de hoje restam apenas 8 semanas para a prova e estou seguindo um plano de treinamento montado por mim mesmo, adaptando diversas planilhas com a experiência que adquiri ao longo desses 16 anos de corrida.

Sábado pela manhã parti para o treino na Pista da Andradas. A idéia inicial era fazer duas "voltas" de 12 km na própria pista, com início junto a Avenida do Contorno e retorno na Estação da Copasa. Porém, ainda na ida, resolvi partir adiante e segui pela continuação da Avenida dos Andradas, passando por uma favelinha de via estreita, daquelas de arrepiar qualquer corredor acostumado à civilidade do Belvedere ou da Pampulha. Desviando dos carros, dos cachorros e do lixo, logo esse trecho ficou para trás e entrei na Avenida Borba Gato, já no município de Sabará. Junto com esse limite municipal chegou a tranquilidade e uma melhor qualidade do piso.

O dia estava perfeito, com sol fraco e temperatura agradável. Pouco trânsito neste trecho e um outro corredor solitário. Pouco antes de chegar em General Carneiro decidi retornar. A volta foi tranquila da mesma forma, apesar da forte subida de quinhentos metros de extensão. Chegando no ponto inicial do treino na Av. dos Andradas a distância que pretendia ainda não havia sido completada, portanto retornei para mais 20 minutos de corrida até fechar os 24 km em 2h36', o que representa exatamente o ritmo de 6'30" por km.

Semana que vem tem mais longão e vamos nessa!

Abraços e boa semana a todos.