dezembro 29, 2016

George Volpão e a Bicicleta

Era IGUALZINHA a essa.  Fonte www.juicestudios.com.br.
Hello, hello, now I'm in place called Vertigo!

Depois de um longo tempo, escreverei um longo texto (isso foi proposital). Deu vontade. E este aqui é meio que introdutório ao seguinte

Poderia mesmo cantar sobre a vertigem que sinto quando estou em cima de uma bicicleta. É uma paixão que veio antes da corrida e das montanhas. 

Lembro bem duma bicicletinha azul aro 16 que ganhei de meus pais quando tinha uns 5 ou 6 anos. Depois veio uma Monark Cross branca e azul, como a da foto ao lado. Era super moda na época, anos 80... Bikes de aro 20, a minha tinha o charme de uma proteção em espuma no tubo superior. Confesso que eu preferia uma Caloi Cross, mas era mais cara e pro meu pai bicicleta era tudo igual.

Em 1991, já com 14 anos descobri o mountain bike em uma revista chamada Bicisport. Numa banca de revistas, por acaso, comprei a edição n. 27 (lembro até hoje) e me encantei.

Mas era aquela coisa só de revista mesmo. Eu era um fodido na vida, meus pais não tinham condições de "dar" uma daquelas lindas bicicletas em alumínio (total novidade na época, até então só existia bike de aço no Brasil).


Enfim... um ano depois comecei a trabalhar e juntar dinheiro e acabei comprando uma Caloi 10 usada. Foi o começo... Eu morava no litoral, em Paranaguá. Ia direto pra praia em Matinhos e Caiobá, rodava frouxo 80 ou 90 km cada pegada.


Depois de um tempo consegui comprar uma MTB em aço... E aí a gente já está falando de 1995 pra 1996.

Tirando uma breve experiência com duathlon em 1996, nunca fui de competir. Ah, lembro que corri uma ou duas provas de MTB em 2005 e 2006, quando já estava trabalhando na Jamur Bikes.

Aliás, ter começado a trabalhar como vendedor em loja especializada em bike fazia todo o sentido né? Eu estava numa fase mais montanhista, mas sempre curti bike, ajudava no condicionamento e no deslocamento urbano. Saí da Jamur Bikes em 2007, voltei em 2010. E a bike sempre firme, vivia trocando de modelo.

Fiz umas incursões com bikes speed, mas me limitar ao asfalto não me fazia feliz. Em 2012 fiz minha primeira viagem de bike :)

E essa bagagem toda, desde a pequena infância, me trouxe um pouco de vivência e histórias para contar.


E a partir da semana que vem (ou, neste caso, ano que vem) contarei algumas e começarei a escrever outras.


Venha 2017! Um feliz ano novo a você que me acompanha esse tempo todo. 10 anos de blog!!!!!!!!!!

Beijos e abraços!

Minha bike atual (dezembro 2016)



dezembro 26, 2016

Porque Não Corro Mais

Oi, tudo bem?

Eu já devo ter escrito milhões de textos sobre isso. Como acho que desaprendi a escrever e estou aprendendo a me comunicar em vídeo, gravei algo sobre isso que pode ser do interesse de alguém. E deve ser, pois o vídeo acabou de bater 100 views mesmo sem muita divulgação via redes sociais. To só com uma "nova" fan page no facebook com menos de 100 curtidas (o perfil pessoal está deletado), o que demonstra o tamanho e quantidade de pessoas que me são realmente caras.

Se lhe sou caro também, aqui está o link: https://www.facebook.com/gevolpao/




E se hoje não corro mais, aqui está: https://www.youtube.com/watch?v=FlxdosijVdU





Ah, e é porque pedalo mais também :)

Beijos abraços, feliz 2015, ops 2017.


novembro 28, 2016

Mixagem não se termina. Abandona-se. Sobre meu disco

Oi, tudo bem?

Segue a saga nos vídeos.

No meu canal do youtube falei sobre a mixagem que a gente nunca termina se não der um basta de uma vez. E um pouquinho sobre o álbum que vai sair em fevereiro.

Ainda pode haver mudanças, principalmente se lançarei as músicas em inglês ou em português.

Vai ter bastante coisa instrumental, mas ainda tenho prazer em escrever letras. Gosto do que escrevo e quem se dedicou a ler alguma coisa também gostou.

Porém ainda me incomoda um pouco o fato de obter mais feedback (positivo ou negativo) nas comunidades de música lá de fora do que daqui do Brasil. A notória autofagia tupiniquim se fazendo presente...  Vamos ver...

Tenham todos uma boa semana.

Saludos!


novembro 21, 2016

Lonely Sunday Theme - Música Mínima por George Volpão


Olá, tudo bem?

Lonely Sunday Theme foi composta em 20 de novembro de 2016 ao teclado. Instrumental tocante e profundamente expressivo de um sentimento que me envolvia naquele exato momento: solidão de uma tarde de domingo. Gravei ao vivo, sem truques, sem overdubs, sem correções. Música mínima com máxima expressão.

Música Mínima é uma ideia que surgiu de repente. É compor algo no teclado, violão ou qualquer outro instrumento, gravar e botar para o mundo. É uma manifestação mínima porém intensa da arte que brota de forma imediata e que precisa ser expressada com urgência.





Gravado em 20 de novembro de 2016. 
DAW: Reaper + Kontakt (Nord Piano).
Teclado Controlador AMW61.
Interface de Áudio Behringer U-Phoria UM2.


George Volpão - Nature Sessions - Todos os Direitos Reservados

Siga-me nos canais:










Gravado em 20 de novembro de 2016. 
DAW: Reaper + Kontakt (Nord Piano).
Teclado Controlador AMW61.
Interface de Áudio Behringer U-Phoria UM2.


George Volpão - Nature Sessions - Todos os Direitos Reservados

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novembro 18, 2016

Migrando dos textos para os vídeos

Oi, tudo bem?

Não, não é seguir a modinha. É sobre fazer um trabalho cada vez melhor.

Eu faço vídeos desde 2009 e o meu canal no Youtube data desta época, veja meu primeiro vídeo aqui:

https://youtu.be/EJa2ntPiLSM

Antes disso ainda, em 2007 eu fiz um minidocumentário em uma travessia da Serra Fina quando era integrante do NasNuvensMontanhismo... Buscando me livrar do passado inglório, desfiz-me desse material, o que hoje lamento profundamente.

Tenho ensaiado meu retorno às atividades de natureza.

Não apenas o trail running, mas ao mountain bike, às viagens para destinos de turismo de aventura, para o montanhismo, etc.

Em 2017 tenho planejado correr algumas provas de trail running e de mountain bike. Mas também - e principalmente - me divertir mais ainda nestas atividades.

Neste ano criei o Nature Sessions, um canal diferente do meu canal pessoal no YouTube.






No Nature Sessions eu quero compartilhar um pouco do que venho fazendo e contribuir do jeito que for possível com minhas experiências.

Convido-o para assinar e receber as atualizações clicando aqui:

https://www.youtube.com/channel/UCUG5rJ5NYZyWtfalZZzQpXw?sub_confirmation=1

O www.youtube.com/georgevolpao continua no ar e nele estarei mais voltado aos vídeos de música e áudio, beleza?

Mas se o seu lance é natureza... já sabe: Nature Sessions :)

Beijos e abraços!

outubro 19, 2016

Nature Means A Lot - Single

Olá, buenas.

Lancei um single sem aquele estardalhaço todo mas lancei.

Mas será que isso é interessante? A sua resposta é fundamental, uma vez que além de amigos, quero estar também perto de pessoas que admiram meu trabalho como artista.

Então faço rapidamente dois convites:

1) Ouça, de preferência com fones de ouvido. Tem um pouco de psicodelia, de post-rock e mesmo de Legião Urbana, acho. Deixo abaixo letra em inglês e uma tradução livre. Se gostou, deixe-me saber. Se não curtiu, conte-me por que. Vamos nos relacionar :)

2) Se achar o conteúdo irrelevante, tem um botão descadastrar ali embaixo. Sem ressentimentos <3

Seguem os links onde a canção está disponível. Beijos e abraços, obrigado a todos.



Deezer











setembro 04, 2016

O Que Estou Usando / Trail Running - Adidas Kanadia TR7

Hey, ho.

Firmeza, povo?

Voltando à ativa nas postagens sobre equipamentos que estou usando, seja para trail running, seja para montanha, para corrida e também instrumentos musicais. Quando acabar o assunto posso falar também sobre sabonetes e cremes dentais, why not?

Mas, seguindo um caminho mais intenso e interessante, vou falar em vídeo. Já estudaram por aí que a informação de cunho audiovisual tem uma penetração (ui) muito mais profunda (hmmm) que aquela escrita. Então, vamos unir as duas coisas por aqui. Um textinho breve no blog e um vídeo lá no canal.

E, pelas barbas do profeta, clique aqui e inscreva-se para ficar ligado nas novidades do Canal ;)

Beijos, abraços e aquela coisa toda.

Se você não consegue visualizar o vídeo abaixo, veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=cANaJ7DNU1g






agosto 01, 2016

EP lançado, sigo trabalhando

Oi, tudo bem?

Lançado o EP no começo de julho, sigo trabalhando em novas e velhas canções.

Tenho ainda MUITA coisa para ser feita. Mas to sentindo a necessidade de recolhimento.

Da mesma forma MUITA coisa acontecendo ao mesmo tempo na minha vida. E ruído demais, faz com que a gente perca certas frequências. Para dar mais ouvido ao coração e ao inquieto cérebro que carrego sob o chapéu, estarei totalmente ausente das redes sociais.

Quando sinto que é hora de preservar destes ruídos, respeito a intuição e disso sempre saio mais forte.

Para quem quiser falar comigo, basta entrar ali no contato e me mandar um e-mail :)

Forte abraço a todos e ótimo mês de agosto!


julho 05, 2016

Como compus e produzi Sobre Estar Só

Oi!!

Conforme prometido, vou falar aqui e, principalmente no vídeo, sobre cada uma das canções que acabo de lançar.

Deixo abaixo a letra e dados técnicos não muito detalhados :)





Sobre Estar Só

Meio dia, um dia inteiro
Não navego sem rumo
Em um minuto tudo pode mudar

Meia noite, noite e meia
A fruta mordida,
O que vai ter pro café da manhã?

A chuva que cai la fora
Nem é tao ruim

Ontem mesmo, volta e meia
Claro e preciso o juízo
Eu já sei o que fazer agora

O tempo é precioso
O dinheiro mal dá até o fim do mês
Meu filho já tem quase dezoito
A vida surpreende

Sem muita escolha
Eu sigo meu rumo até o fim

Eu dobro a esquina, não é o fim da linha
Não falta muito pra chegar a algum lugar

Sem muita escolha
Sei que só me resta dizer sim

Eu dobro a esquina, não é o fim da linha
Não falta muito pra chegar a algum lugar


Gravado e produzido em O Sol do Sol Homestudio, Quatro Barras - Paraná no outono de 2016.

Todas as letras por George Volpson.

Programação de bateria, baixo, guitarras, vocais, teclados e efeitos por George Volpson.

Arte da capa por George Volpson.


George Volpson - Todos os Direitos Reservados

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julho 01, 2016

George Volpson - EP

Oi!

Só não começo o texto com palavrão porque a sensação de liberdade é maior e mais importante que palavras pesadas!

Não cabe em mim a felicidade de realizar este sonho.

Quando comecei com os primeiros acordes em um Baixo Tonante (quem é músico sabe o que isso significa) quando eu tinha 11 anos de idade, lá nos anos 90, sempre sonhei com este dia.

Claro que o mundo mudou muito. O CD estava chegando ao Brasil, a palavra homestudio sequer existia e muito menos a internet como ela é hoje. Isso foi em 1988, quando aprendi a tocar minha primeira canção, Ainda É Cedo, da Legião Urbana.

Comecei a fazer um som com alguns amigos, mas sabia que meu talento precisava ser bem aprimorado com muito estudo e dedicação. Isso me faltou e muito. E abandonei tudo.

Em 2015, após todos estes anos apenas tocando violão em casa e para uns poucos amigos, resolvi pesquisar e descobri que "tava todo mundo" gravando disco em casa. Facilidades da vida moderna.

Comecei do zero na questão da produção musical, gravação e mixagem. Consegui investir o mínimo necessário para perseguir este sonho e realizá-lo hoje, 1 de julho de 2016.

Assim, está disponível para todo o planeta, aquilo que preparei com dedicação e carinho por meses.

George Volpson, um EP com quatro canções que retratam musicalmente aquilo que sou. Minhas sonoridades favoritas, minhas alterações de estado de espírito, meu coração inquieto.

 O EP já pode ser ouvido no Youtube, Soundcloud e Bandcamp, que são as principais plataformas gratuitas de áudio. Em breve estará disponível no Spotify, Deezer, Rdio e outros serviços de streaming, para você ouvir em seu smartphone.

Se você é mais das antigas como eu, pode baixar tudo aqui, para ouvir no PC, Pendrive, etc.

Falarei de cada uma das quatro canções em posts separados e em vídeos no meu canal do YouTube, inscreva-se lá!

Como não gosto de textos longos, vou parando por aqui.

Mas antes, gostaria de fazer um agradecimento especial a cada um que tornou esse sonho possível e que, de um jeito ou de outro, contribuiu, seja como for. Mas certamente faltaria espaço. Prometo, pessoal ou virtualmente agradecer cada um dos abaixo citados, em ordem alfabética. Ainda acho que esqueci alguém... irei corrigindo :)

Ana Barbara Vicentin, Aline Gonçalves, Alynne Almeida, Beto Guedes, Boni Costa, Chantal Zaine, Cleyton Vandré, Eduardo Kusdra, Gabi Vasconcelos, Gisela Santana, Juca Nascimento, Julyanne Salas, Kamyla Portes, Leonardo Freitas, Lucas Kania, Lucas Volpão, Michelle Medeiros, Nahayana Alessi, Natacha Navarro, Nathalie Sterblitch, Patrícia Fontana, Paulo Anhaia, Paulo Jamur, Rubia Bittencourt, Si Anunciação, Sil Picchur, Silvia Sprenger, Thaís Correa, Thamires Matos e Wallace Carvalho.

abril 26, 2016

Entrando em Estúdio

Oi!


Sim, agora tem estúdio "de verdade". Com um mínimo de equipamento necessário, estou finalmente apto a gravar meu primeiro álbum "de verdade". E isso tudo entre aspas porque quem me acompanha há algum tempo, sabe que tenho andado bem entusiasmado com música. Mas ainda era algo em nível beeeem amador. Agora a parada ficou "séria".

Mas, vamos a um parêntese necessário: inscreva-se no Canal do Youtube para ficar ligado no desenvolvimento que explicarei abaixo:



A ideia é ilustrar em imagens e texto todo o processo de produção de um disco. Desde a fase da composição, passando pela gravação, edição, etc etc. E vem rock and roll por aí. 

Não há pretensão artística nenhuma nisso, muito menos profissional. É puro "hobby", como diziam antigamente.

Semanalmente vou relatar aqui os trabalhos da semana anterior, o canal do youtube será alimentado pelo menos duas vezes por semana com vídeos curtos e o Instagram trará algumas imagens do processo.

Batizei o homestudio (na verdade uma peça do apartamento que vivo em Quatro Barras - PR) com o nome de O Som do Sol. É um ambiente bastante ensolarado e que me traz muita energia positiva, alto astral e confiança. Talvez seja o nome do álbum por vir, ainda não sei.




As gravações devem começar em 01 de maio. Já tenho algumas composições novas praticamente prontas, faltando apenas gravar em definitivo os instrumentos. Tenho também alguns esboços que quero compartilhar com vocês. Tem também coisas antigas que quero retrabalhar.

Usarei o período da noite durante os dias de semana para este trabalho. Para ganhar a vida, sigo como coordenador de marketing e atendimento ao cliente na Jamur Bikes. Para relaxar, continuo com as corridas no horário de almoço e os pedais longos nos finais de semana, bem como subindo montanhas quando as condições climáticas permitem.

Enfim, a energia está sobrando. Espero que inspiração também :)

Abaixo um trecho de um trabalho em cima de um loop de bateria e uma guitarra sem vergonha que criei na semana passada. Vai virar canção!

Abraços e venha comigo!


abril 19, 2016

Para mim chega!

Bem, vamos em frente.

É hora e focar naquilo que interessa e deixar que me manifeste através daquilo que melhor tenho feito atualmente: música. 

Eu não sou muito de escrever letras de músicas. Eu gosto mesmo é de textos e quem me conhece dos tempos de corrida e montanhismo, sabe que rolava uma certa facilidade com isso. 

Agora...compor letras de músicas eu admito que não consigo ainda fazer como gostaria. Minha expressão é basicamente musical. E mesmo não sendo virtuoso em nenhum dos instrumentos que eu toco, sempre que ouço o resultado final eu identifico que ali naquele piano, naquela guitarra ou naquela linha de baixo está exatamente o que eu sinto.


Sabe-se lá como isso acontece. é como entender um idioma. Para algumas pessoas que não conhecem, parece tudo igual, não diz nada com nada. Mas para quem tem a sensibilidade musical e "fala a mesma língua" faz todo o sentido.


Deixo abaixo dois vídeos com ensaios e fragmentos de duas faixas que entrarão no álbum que irei lançar até o final do ano.

Falarei delas especificamente mais além.

Abraços!








abril 12, 2016

Vergonha na cara

Aqui o que falta mesmo é vergonha na cara. 

De quem está lá em cima não renuncia e PRINCIPALMENTE de quem aqui embaixo ainda tem coragem de defender quem é investigado e acusado nesse mar de lama chamado Lava-Jato. 

Vergonha na cara MESMO! 

Golpe mesmo é a falta de vergonha de não enxergar o que é óbvio.


Comentário importante:

"O primeiro ministro da Islândia Sigmundur Gunnlaugsson foi acusado, nos Panama Papers, de abrir uma empresa offshore.

Como todo mundo sabe, ele poderia se valer de foro privilegiado, poderia negar, poderia acusar outras pessoas, poderia aguardar o final das investigações ou mesmo poderia fugir para a Itália.

Mas sabe o que o ele fez??

Renunciou."


abril 05, 2016

Boca fechada não entra mosquito

Assim sendo, desculpem-me a grosseria, sem textos nesta semana.

Afinal, a hora é mais de ouvir do que falar, dois ouvidos e uma boca, entre outras pérolas...

Excelentes dias a todos, até semana que vem!


março 29, 2016

Holiday, Celebrate!

Hello!

Houve realmente um tempo onde eu ansiava por um feriado para ir à montanha. Contava os dias e vasculhava o calendário em busca de finais de semana prolongados. Quase escravo dos boletins meteorológicos, entendedor de massas de ar polar e de zonas de convergência tropical.

Na primeira década deste século — bacana escrever assim, hein?- com frequência eu mirava meus olhos às montanhas próximas de casa planejando algo realmente épico para três ou quatro dias de ausência de contato com a “civilização”.

No feriado foi (bem) desfrutado no equilíbrio perfeito entre vida moderna e natureza selvagem. Tem coisa mais "selvagem" e primitiva que prestar juras de amor à vida na hora do pôr do sol? O destino escolhido foi a histórica cidade da Lapa, a menos de 100 quilômetros da tempestuosa Curitiba.

Com o passar do tempo e de tantas trilhas, tenho estado cada vez mais ausente destas ditas jornadas épicas. Acho que a última em um feriado foi justamente na Páscoa passada, quando voltei ao Ciririca e voltei a explodir meu joelho.

Um ano depois, continuo correndo atrás da verdade, do bem e do belo. Sem saber disso, eu estava na trilha certa. Do mundo eu sempre espero o melhor.

Abraços, boa semana!

O selfie da modernidade na primitividade pura do por do sol.


março 22, 2016

Um Elefante na Sala

O elefante na sala é algo que muitos de nós estão acostumados. É uma expressão alusiva à existência de um problema bem grande a ser resolvido, que todos observam, mas sem coragem de tomar uma iniciativa e discutir, resolver, colocar mãos à obra.

Todos vêem o elefante ali na sala, mas ninguém se dispõe a fazer algo.

Temos todos nós nossos elefantes particulares em nossas salas de estar. Seja esta sala a nossa mente, o nosso coração, o nosso trabalho, os nossos relacionamentos.

Um elefante começou a tomar forma alguns meses atrás  na minha sala de estar. Ele estava lá e eu solenemente ignorava. Mais fácil, né?

Mas não dá para fazer isso para sempre. Porque ele cresce e pode começar a ruir as estruturas, por mais sólidas que sejam. Antes que isso aconteça, precisamos de um espaço para discutir e tomar decisões.

No meio disso tudo surgiu Elephant, uma canção que escrevi em outubro e gravei aos pedaços, desde então, finalizando na semana passada.

Elefante pronto, semana que vem a canção aparecerá por aqui.

Por enquanto apenas a capa do EP, que conterá a já mencionada anteriormente "Insomnia" e "Dumdum".

Beijos e abraços!

março 17, 2016

Terceiro Mundo, Se For!

Bem ainda não vi vantagem alguma em manifestar opiniões políticas em redes sociais. Continuarei (tristemente) observando. Nunca fui um cara em cima do muro e quem me conhece sabe minha linha de pensamento política.

Aos 12 anos de idade, eu e meus companheiros de colégio tínhamos plena consciência política. Já estávamos envolvidos com a primeira eleição direta para presidente em 29 anos. Vocês, jovens, não sabem o que foi aquilo... 

Agradeço muito meus pais pela sólida formação política que recebi. Sobre os recentes acontecimentos e o falecimento de uma instituição dita República Federativa, o que posso fazer é continuar meu trabalho diário e incansável por dias melhores para mim e para quem eu puder ajudar. 

Realmente é tudo muito assombroso. 

Realmente, "Terceiro mundo, se for. Piada no exterior". 

O mais patético e trapalhão governo federal que um país poderia ter. 

Se me orgulho de nunca ter votado neste partido? Não. Porque um país que elege tipos como esses, certamente ainda pode eleger coisas piores como Lulas, Aécios, Bolsonaros e Cunhas. 

Um país onde muita gente acha que protestar é vestir camiseta da CBF e pintar a cara. 

Um país onde muita gente, mas MUITA gente MESMO estaciona o seu carro com adesivo "apoio a lava-jato" em vagas para idosos. 

Só o que resta é me preparar porque o pior ainda está por vir. 

Terceiro mundo, se for.

março 15, 2016

Seguir Viagem

Oi.

Desculpe amigos, não estou muito no clima para tratar de montanhas ou música ou corridas ou bikes.

Fica apenas este trecho da bela canção:

"Seguir viagem
Tirar os pés do chão
Viver à margem
Correr na contra mão
A tua imagem... e perfeição
Segue comigo e me dá a direção

Se dizem que é impossível,
Eu digo: é necessário!
Se dizem que estou louco
Fazendo tudo ao contrário
Eu digo que é preciso,
Eu preciso, é necessário

Seguir viagem
Tirar os pés da terra firme
E seguir viagem...

Seguir viagem
Tirar os pés do chão
Outros ares, sete mares
Voar, mergulhar
O que nos dá coragem
Não é o mar nem o abismo
É a margem no limite de sua negação"








março 08, 2016

Sobre Estar Só

Eu nunca andei por trilhas retas, nas trilhas certas. 

Sempre fui um apreciador da minha companhia. Eu verdadeiramente não me lembro de ter pensado algum dia: me sinto só. Episódios de depressão aconteceram em algum momento entre meus 17 e 22 anos de idade. Hoje credito talvez a alguma variação hormonal pós-adolescência, mas mesmo com o tratamento químico e psicológico que me submeti à época, eu não lembro de verdadeiramente me sentir só. Não da forma como ouço as pessoas dizerem e temerem.

Eu sou a minha melhor companhia. Nunca fui de muitos amigos nem de muitos amores, mas quando estou com eles a entrega é total. Já namorei bastante, já conheci gente muito legal e gente que não merecia o ar que respirava. Já tive relacionamentos sérios, divertidos, fugazes, proibidos e serenos.

Já são quase 40 anos de vida e minha maior conquista é mesmo saber lidar com a tradicional inconstância e indecisão de um "Áquário em Gêmeos". A aceitação de quem sou.

Sem lamentações, sem lamúrias, sem delongas, eu me equilíbrio entre a insanidade e o pé no chão com a certeza de que o que temos de mais importante é o dia de hoje.

E, só por hoje, eu espero conseguir aceitar o que passou e o que virá. Um dia de cada vez. (Renato Russo)

Na próxima semana eu volto com música e com montanha :)

fevereiro 29, 2016

Já Foi Melhor

Sim, este blog já foi melhor, se eu levar em consideração o número de visitas, de page views.

Fica a pergunta: seria o reflexo de meu abandono dos escritos no último semestre de 2015, da mudança de temática corrida para música ou os tempos facebookianos?

Minha resposta é: um pouco dos três.

Vários amigos blogueiros pararam de escrever também, cada um com seu motivo. A atuação mais presente em redes sociais como facebook e instagram também tem grande parcela de "culpa". Lamento bastante, pois tenho a mais absoluta certeza que o uso intenso de redes sociais visando gerar conteúdo é absolutamente inócuo e descabido. Uma timeline infinita, onde você roda o botão do mouse morro abaixo e jamais tem fim é totalmente emburrecedor. Se eu postei algo relevante meses ou anos atrás como faço para encontrar? Nos blogs é fácil: digita no google e vai ter um resultado em frações de segundos. E no facebook? Como achar algo importante? Impossível. Ficou lá perdido para todo o sempre, sem ter como encontrar, já que não há como pesquisar por palavras.

No final de 2015 eu andava bem desanimado para compartilhar o que acontecia comigo. E continuo com o mesmo questionamento. Vale a pena escrever aqui? A internet tem mudado bastante nestes últimos dois anos, com a proliferação dos haters profissionais, youtubers nervosinhos e/ou engraçadinhos e tudo o mais.

Continuo levando minha vida nas montanhas quando possível, dividindo espaço agora com o quase homestudio que montei em casa para as músicas que ninguém quer perder tempo em ouvir, afinal a vida é muito curta para se parar por 5 minutos e apreciar o fruto da expressão artística de alguém, por pior que ela seja.

Na música é assim também. Gosto dos álbuns completos: de 40 a 70 minutos de uma obra com começo, meio e fim. Não me atraem nem os singles (uma música é muito pouco pra um contexto) e muito menos os vídeos de 15 segundos do instagram.

E, dizia Raul, se faltava cultura pra cuspir nesta estrutura, digo que hoje falta mesmo é vontade de se interessar, de buscar informação verdadeira e correta. Ou de, simplesmente, se deixar ir.

Um abraço a todos e uma semana menos ranzinza que a minha :)

Isso, é ali na civilização ocidental que está a merda toda.



fevereiro 23, 2016

Insomnia

Sobre a semana que passou...

Insomnia, composta em dezembro de 2015 e finalizada ontem.

Meu primeiro som instrumental, com um quê de Bixo da Seda segundo Yuri Hrmo e de Richard Wright (entendedores entenderão) segundo a amiga Luiza Rivail :)

Foi também minha primeira experiência compondo ao teclado, começando com uma backing track e uma sequência lenta de 2 acordes.

Baixo veio fácil, de tanto ouvir Humberto Gessinger. A guitarra ficou limitada à minha pouca técnica no instrumento. Tentei buscar um timbre menos David Gilmour, mas sentia que a música pedia esses bends e esse phaser/delay/chorus (entendedores também entenderão).

Esse teclado "vagabundo" de menos de 500 reais não me dá exatamente os timbres que eu gostaria, mas deixo um "viva" ao Reaper  e demais VST's gratuitos que uso.

Poder criar, compor, executar, produzir... tudo isso sozinho é MUITO bom.

Chama-se Insomnia porque a maior parte dela foi trabalhada em algumas madrugadas entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016.

Será a faixa de abertura do "álbum" que pretendo editar para fevereiro de 2017. Sim, um longo período. Já tenho em torno de 8 faixas bem encaminhadas, mas quero ainda mexer em algumas sonoridades. Sem pressa.

Espero que apreciem :)


fevereiro 16, 2016

Acho que em algum momento...

... Eu disse que não estaria mais competindo a partir de 2016, certo? Não no trail running. Sim, e segue assim.

Mas a ideia é fazer uma metáfora com músicas e competições.

Você faz um cover de sua canção favorita  e isso equivale a correr competições do modo tradicional. A competição está lá. A canção também. Uns tem desempenho melhor, outros pior que você. Seja na execução da canção, seja no desenrolar da competição.

Eu gosto de escrever canções. Gosto de música autoral. Sinto-me mais completo como compositor e músico do que como cantor de boteco.

E nas corridas de montanha estava me faltando isso. Estava executando músicas/competições conhecidas e famosas. E não estava fazendo direito, seja lá o que "direito" signifique. 

Agora é hora de compor novas canções. Novos desafios.

21 de agosto 2016 - Marumby Skyrunning
01 de outubro - 12 horas do Anhangava

Mais informações sobre esses dois "singles", em breve.

Beijos e abraços!



fevereiro 09, 2016

Já ia me esquecendo...




Que hoje é terça... e que me comprometi a postar algo, nem que seja uma bobagem qualquer.

Filosofando um pouco, a vida muita vezes é um somatório de bobagens.. Uma consequência de escolhas bem ou mal feitas. Somos responsáveis por elas, totalmente. Não acredito na babaquice de "deixa a vida a me levar". Soa por demais preguiçoso, fatalista e "carioca" (venham as pedras, a canção cujo refrão está entre aspas é interpretada por Zeca Pagodinho).

Eu creio em fazer escolhas e ser responsável por elas. Nem sempre fiz boas escolhas mas hoje estou muito satisfeito com o caminho que escolhi.

É final de carnaval, nesta terça-feira seis da tarde. Desfrutei os dias de folga do trabalho da maneira que mais gosto. Amor, amigos, música, bicicletas, montanhas e até uma corridinha no parque.

E, se todo carnaval tem seu fim, o que tiro pra mim é que todo fim é sempre um novo começo.

Beijos e abraços!


Bosque Merhy em Quatro Barras na corridinha de sábado.

 
Brothers pré Pão de Loth na terça-feira.


Unidos do Pão de Loth na terça de Carnaval. Minha vibe!
 
Super trânsito no Everest Quatro Barrense na nublada segunda de Carnaval.

fevereiro 02, 2016

Olhando para Dentro

Hello, is there anybody in there?

Bem, quem me acompanha há mais tempo sabe que tenho buscado cada vez mais a simplicidade.

Tem a ver com uma busca interna, com o conhecimento próprio.

Tenho resolvido dentro de mim várias questões pessoais, comportamentais e espirituais em tempos recentes.

Viajar pelo interior do país tem a ver com isso. Conhecer o "interior". De si e do seu povo. 

O que mais aprecio nestas viagens é poder estar em locais muito pouco turísticos, que ainda não foram contaminados com a pasteurização dos apressados visitantes que lá deixam seu dinheiro, trazem memory cards repletos e pouco conteúdo final. Sim, já tive oportunidade de estar presente em inúmeras atrações turísticas, inclusive em maravilhas naturais do planeta (aqui no link: http://blogdovolpson.blogspot.com.br/2010/09/maratona-de-foz-do-iguacu-2010_27.html .

Não que me incomodem as hordas de turistas. Mas tenho apreciado cada vez mais a beleza daquilo que não é turístico aos olhos. Tenho adorado conversar com a gente local. Seja em União da Vitória - PR, seja em São João do Triunfo - PR, seja em Campina Grande do Sul - PR, ou mesmo em Eugenópolis - MG ou San José de Maipo - Chile.

Convido todos a apreciar esse turismo das pessoas, a deixar as fotos de lado e conversar com os locais. Esse tipo de memória, pessoal, não queima, não se apaga.

Abaixo o video da semana, estreando o Ukulele em um som do Pink Floyd :)

Buenas!


janeiro 26, 2016

Agora Vai!

"Agora vai" é uma expressão que eu e a Ana Barbara usamos com frequência em nossas viagens de carro. Pobre carro popular, com motor mais adequado ás cidades que às estradas, as ultrapassagens são sempre sofridas e por vezes de segurança duvidosa em vias de pista simples.

Agora vai. Porque finalmente mexemos os traseiros para subir uma montanha depois de meses de inatividade nos cumes paranaenses. Em outubro fraturei o cotovelo e então houve uma boa desculpa.

Agora vai. Subimos o Tucum, Serra do Mar paranaense, de forma acelerada em um belíssimo sábado de sol. Eu e Ana Barbara. A conhecida rampa do Camapuan cobrou seu preço de sempre, mas - quem conhece, sabe - , a vista sempre compensa.

Minha 23ª vez no cume do Tucum merecia uma foto à vontade, como esta do link.

O plano era voltar logo devido a alguns afazeres familiares. Assim fizemos: descemos rapidamente já antevendo que os dias seguintes seriam de dores nos quadríceps. Enquanto escrevo estas linhas, a dor é companheira de um sorriso sincero.

Para o domingo, pensamos em ir ao Anhangava, mas mudamos os planos para um pedal quebradeira em Campina Grande do Sul. Sol forte mais uma vez e subidas de morder guidão. Do jeito que gostamos.

Nem tudo na vida vem de montanhas e pedais. Podemos descobrir a beleza dos dias em cada pequeno gesto, se prestarmos bem a atenção. Até mesmo em uma salada de frutas em praça pública :)

E agora? Vai? Vamos também?

Beijos e abraços, boa semana!







Fruta é vida. Carne é morte. Foto: google.

janeiro 19, 2016

El Niño

E eu que posts atrás mencionei que El Niño estava deixando o janeiro mais chuvoso... Essa sequência de dias ensolarados está me fazendo um bem danado. E para qual curitibano não faria. Mesmo assim, acabei não podendo desfrutar do astro rei neste final de semana, graças a uma forte inflamação de amígdala que me abateu dias atrás. 

Mesmo assim rolaram uns goles no Casarão Pub, lugar que recomendo fortemente para quem busca cerveja de qualidade com preço justo, fugindo de lugares-comum como o circuito Batel/Itupava (o qual abomino). Está localizado na entrada de Quatro Barras, na Av. D. Pedro II, todos na cidade conhecem.

Não rolou o pedal planejado, mas tem rolado lindos alvoreceres, como o desta segunda feira, que compartilho aqui. Esta é a vista da janela da sala do apartamentinho. E, quer saber? Estão todos convidados para uma gelada por aqui, só avisar com antecedência :)

Abraços, ótima semana a todos!

Uma visão sem palavras da janela de casa, segunda-feira, 18 de janeiro de 2016.

janeiro 12, 2016

Um novo passeio

Que barbaridade esse janeiro chuvoso hein?

Dizem ser coisa de El Niño. Estou mais tentado a crer que é coisa de Los Humanos. Essa sede e essa busca incansável por mais e mais. Mais recursos, mais progresso, mais produtividade, mais likes. Um mundo cheio de mais. De mais ansiedade, de mais "pegada", de mais "tesão".

Eu que já provei desse veneno, bem sei que as coisas melhoram quando valorizamos o "menos". No início do ano, em um ataque de fúria babaca eu atirei meu smartphone (telefone celular é outro aparelho) na parede. Esse momento de extravasão teve um ótimo propósito. Despertou-me de uma hipnose onde eu me via mergulhado em uma tela de 3,5 polegadas. E não adianta dizer: "ah, comigo é diferente, eu uso de forma equilibrada, blá-blá-blá".

Em um primeiro momento me vi buscando preços de novos aparelhos. E caiu a ficha: não preciso estar "on" 24 horas por dia. Voltei a me alimentar sem o celular na mesa. Voltei a defecar sem o celular nas mãos, voltei  a conversar com as pessoas distantes (cada vez mais distantes...) pelo chat do Facebook e do Skype...


Se quiserem falar comigo, pode deixar o contato aqui nos comentários, beleza? =D


Deixo abaixo a produção da semana e que nada tem a ver com a felicidade óbvia do ukulele adquirido nesta semana. Vamos estudar o instrumento para voltar mais além com algo gravado!

Abraços, boa semana!




janeiro 05, 2016

Começando as postagens - Cachoeiras de União da Vitória

Aí está mais uma promessa de ano novo que nem é assim tão difícil de cumprir: postar uma vez por semana por aqui.

Poxa, o bloguezinho tá vivo há quase dez anos, merece essa atenção. Alguns mais chegados reclamaram da falta de textos, daquelas avaliações bacanas que eu fazia de produtos para trail running, da língua por vezes ferina que se traduzia em marteladas no teclado.

Agora as marteladas são em outros teclados. Estou tentando aprender a tocar teclado/piano, me envolvendo muito mais com música. Quem me conhece há mais tempo sabe que sempre arranhei violão e guitarra desde a adolescência. Agora, prestes a completar 40 anos de idade (calma, 2017 ainda está um pouco distante). A voz nunca foi lá essas coisas, mas estou praticando. Até umas musiquinhas próprias eu acabei postando nas ferramentas adequadas...

2014 trouxe uma tranquila vida ao ar livre, com algumas (poucas) montanhas, NENHUMA competição esportiva (exceto o Tour de France via streaming) e um cotovelo quebrado em outubro.

Mas troquei de bike (não, as bikes aro 29 ainda não me convenceram) e pude acampar novamente em lugares que gosto muito como o Ciririca e o Caratuva.

2016 começou muito bem, com a "cachoeirinha" abaixo, na foz do Rio Palmital, limite dos municípios de União da Vitória e Cruz Machado, sul do Estado do Paraná.




Aliás, recomendo a todos uma visita demorada naquelas bandas. Tem muita coisa legal pra fazer por lá, viu?

Deixo umas imagens abaixo para posteridade e volto na próxima terça feira :)

Muitos beijos, abraços e vivas para 2016 que se inicia.

São muitas as opções!

Cachoeira do Campo Alto, União da Vitória - PR.

Cachoeira do Campo Alto, União da Vitória - PR.

Cachoeira da Piscina, União da Vitória - PR.

Vista de União da Vitória e Porto União  lá do alto do Morro do Cristo.

Casa dos Pioneiros no Parque Histórico Iguaçu, União da Vitória - PR.

Cachoeira do Rio Espingarda, Porto Vitória - PR.

Cachoeira do Rio Espingarda, Porto Vitória - PR.

Marco da Divisa de Estados, Porto União e União da Vitória / SC-PR.

Trail Running Culture

 Queridos e Queridas, como estão? Trail Running Culture. Cultura Trail Runner. Não temos no Brasil. Não temos apoio, incentivo e divulgação,...