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Mostrando postagens de 2016

George Volpão e a Bicicleta

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Era IGUALZINHA a essa.  Fonte www.juicestudios.com.br. Hello, hello, now I'm in place called Vertigo! Depois de um longo tempo, escreverei um longo texto (isso foi proposital). Deu vontade. E este aqui é meio que introdutório ao seguinte Poderia mesmo cantar sobre a vertigem que sinto quando estou em cima de uma bicicleta. É uma paixão que veio antes da corrida e das montanhas.  Lembro bem duma bicicletinha azul aro 16 que ganhei de meus pais quando tinha uns 5 ou 6 anos. Depois veio uma Monark Cross branca e azul, como a da foto ao lado. Era super moda na época, anos 80... Bikes de aro 20, a minha tinha o charme de uma proteção em espuma no tubo superior. Confesso que eu preferia uma Caloi Cross, mas era mais cara e pro meu pai bicicleta era tudo igual. Em 1991, já com 14 anos descobri o mountain bike em uma revista chamada Bicisport. Numa banca de revistas, por acaso, comprei a edição n. 27 (lembro até hoje) e me encantei. Mas era aquela coisa só de revi

Porque Não Corro Mais

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Oi, tudo bem? Eu já devo ter escrito milhões de textos sobre isso. Como acho que desaprendi a escrever e estou aprendendo a me comunicar em vídeo, gravei algo sobre isso que pode ser do interesse de alguém. E deve ser, pois o vídeo acabou de bater 100 views mesmo sem muita divulgação via redes sociais. To só com uma "nova" fan page no facebook com menos de 100 curtidas (o perfil pessoal está deletado), o que demonstra o tamanho e quantidade de pessoas que me são realmente caras. Se lhe sou caro também, aqui está o link:  https://www.facebook.com/gevolpao/ E se hoje não corro mais, aqui está: https://www.youtube.com/watch?v=FlxdosijVdU Ah, e é porque pedalo mais também :) Beijos abraços, feliz 2015, ops 2017.

Mixagem não se termina. Abandona-se. Sobre meu disco

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Oi, tudo bem? Segue a saga nos vídeos. No meu canal do youtube falei sobre a mixagem que a gente nunca termina se não der um basta de uma vez. E um pouquinho sobre o álbum que vai sair em fevereiro. Ainda pode haver mudanças, principalmente se lançarei as músicas em inglês ou em português. Vai ter bastante coisa instrumental, mas ainda tenho prazer em escrever letras. Gosto do que escrevo e quem se dedicou a ler alguma coisa também gostou. Porém ainda me incomoda um pouco o fato de obter mais feedback (positivo ou negativo) nas comunidades de música lá de fora do que daqui do Brasil. A notória autofagia tupiniquim se fazendo presente...  Vamos ver... Tenham todos uma boa semana. Saludos!

Lonely Sunday Theme - Música Mínima por George Volpão

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Olá, tudo bem? Lonely Sunday Theme foi composta em 20 de novembro de 2016 ao teclado. Instrumental tocante e profundamente expressivo de um sentimento que me envolvia naquele exato momento: solidão de uma tarde de domingo. Gravei ao vivo, sem truques, sem overdubs, sem correções. Música mínima com máxima expressão. Música Mínima é uma ideia que surgiu de repente. É compor algo no teclado, violão ou qualquer outro instrumento, gravar e botar para o mundo. É uma manifestação mínima porém intensa da arte que brota de forma imediata e que precisa ser expressada com urgência. Gravado em 20 de novembro de 2016.  DAW: Reaper + Kontakt (Nord Piano). Teclado Controlador AMW61. Interface de Áudio Behringer U-Phoria UM2. George Volpão - Nature Sessions - Todos os Direitos Reservados Siga-me nos canais: Fan Page:  http://www.facebook.com/gevolpao Instagram:  http://www.instagram.com/georgevolpao Twitter:  http://www.twiter.com/georgevolpao Soundclo

Migrando dos textos para os vídeos

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Oi, tudo bem? Não, não é seguir a modinha. É sobre fazer um trabalho cada vez melhor. Eu faço vídeos desde 2009 e o meu canal no Youtube data desta época, veja meu primeiro vídeo aqui: https://youtu.be/EJa2ntPiLSM Antes disso ainda, em 2007 eu fiz um minidocumentário em uma travessia da Serra Fina quando era integrante do NasNuvensMontanhismo... Buscando me livrar do passado inglório, desfiz-me desse material, o que hoje lamento profundamente. Tenho ensaiado meu retorno às atividades de natureza. Não apenas o trail running, mas ao mountain bike, às viagens para destinos de turismo de aventura, para o montanhismo, etc. Em 2017 tenho planejado correr algumas provas de trail running e de mountain bike. Mas também - e principalmente - me divertir mais ainda nestas atividades. Neste ano criei o Nature Sessions , um canal diferente do meu canal pessoal no YouTube. No Nature Sessions eu quero compartilhar um pouco do que venho fazendo e contribuir do jeito que

Nature Means A Lot - Single

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Olá, buenas. Lancei um single sem aquele estardalhaço todo mas lancei. Mas será que isso é interessante? A sua resposta é fundamental, uma vez que além de amigos, quero estar também perto de pessoas que admiram meu trabalho como artista. Então faço rapidamente dois convites: 1) Ouça, de preferência com fones de ouvido. Tem um pouco de psicodelia, de post-rock e mesmo de Legião Urbana, acho. Deixo abaixo letra em inglês e uma tradução livre. Se gostou, deixe-me saber. Se não curtiu, conte-me por que. Vamos nos relacionar :) 2) Se achar o conteúdo irrelevante, tem um botão descadastrar ali embaixo. Sem ressentimentos <3 Seguem os links onde a canção está disponível. Beijos e abraços, obrigado a todos. -  Youtube -  Spotify -  Deezer -  ReverbNation -  Bandcamp Nature Means A Lot by George Volpson

O Que Estou Usando / Trail Running - Adidas Kanadia TR7

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Hey, ho. Firmeza, povo? Voltando à ativa nas postagens sobre equipamentos que estou usando, seja para trail running, seja para montanha, para corrida e também instrumentos musicais. Quando acabar o assunto posso falar também sobre sabonetes e cremes dentais, why not? Mas, seguindo um caminho mais intenso e interessante, vou falar em vídeo. Já estudaram por aí que a informação de cunho audiovisual tem uma penetração (ui) muito mais profunda (hmmm) que aquela escrita. Então, vamos unir as duas coisas por aqui. Um textinho breve no blog e um vídeo lá no canal. E, pelas barbas do profeta, clique aqui e inscreva-se para ficar ligado nas novidades do Canal ;) Beijos, abraços e aquela coisa toda. Se você não consegue visualizar o vídeo abaixo, veja aqui:  https://www.youtube.com/watch?v=cANaJ7DNU1g

EP lançado, sigo trabalhando

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Oi, tudo bem? Lançado o EP no começo de julho, sigo trabalhando em novas e velhas canções. Tenho ainda MUITA coisa para ser feita. Mas to sentindo a necessidade de recolhimento. Da mesma forma MUITA coisa acontecendo ao mesmo tempo na minha vida. E ruído demais, faz com que a gente perca certas frequências. Para dar mais ouvido ao coração e ao inquieto cérebro que carrego sob o chapéu, estarei totalmente ausente das redes sociais. Quando sinto que é hora de preservar destes ruídos, respeito a intuição e disso sempre saio mais forte. Para quem quiser falar comigo, basta entrar ali no contato e me mandar um e-mail :) Forte abraço a todos e ótimo mês de agosto!

Como compus e produzi Sobre Estar Só

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Oi!! Conforme prometido, vou falar aqui e, principalmente no vídeo, sobre cada uma das canções que acabo de lançar. Deixo abaixo a letra e dados técnicos não muito detalhados :) Sobre Estar Só Meio dia, um dia inteiro Não navego sem rumo Em um minuto tudo pode mudar Meia noite, noite e meia A fruta mordida, O que vai ter pro café da manhã? A chuva que cai la fora Nem é tao ruim Ontem mesmo, volta e meia Claro e preciso o juízo Eu já sei o que fazer agora O tempo é precioso O dinheiro mal dá até o fim do mês Meu filho já tem quase dezoito A vida surpreende Sem muita escolha Eu sigo meu rumo até o fim Eu dobro a esquina, não é o fim da linha Não falta muito pra chegar a algum lugar Sem muita escolha Sei que só me resta dizer sim Eu dobro a esquina, não é o fim da linha Não falta muito pra chegar a algum lugar Gravado e produzido em O Sol do Sol Homestudio, Quatro Barras - Paraná no outono de 2016. Todas as letras por George Volpson. Pr

George Volpson - EP

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Oi! Só não começo o texto com palavrão porque a sensação de liberdade é maior e mais importante que palavras pesadas! Não cabe em mim a felicidade de realizar este sonho. Quando comecei com os primeiros acordes em um Baixo Tonante (quem é músico sabe o que isso significa) quando eu tinha 11 anos de idade, lá nos anos 90, sempre sonhei com este dia. Claro que o mundo mudou muito. O CD estava chegando ao Brasil, a palavra homestudio sequer existia e muito menos a internet como ela é hoje. Isso foi em 1988, quando aprendi a tocar minha primeira canção, Ainda É Cedo, da Legião Urbana. Comecei a fazer um som com alguns amigos, mas sabia que meu talento precisava ser bem aprimorado com muito estudo e dedicação. Isso me faltou e muito. E abandonei tudo. Em 2015, após todos estes anos apenas tocando violão em casa e para uns poucos amigos, resolvi pesquisar e descobri que "tava todo mundo" gravando disco em casa. Facilidades da vida moderna. Comecei do z

Entrando em Estúdio

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Oi! Sim, agora tem estúdio "de verdade". Com um mínimo de equipamento necessário, estou finalmente apto a gravar meu primeiro álbum "de verdade". E isso tudo entre aspas porque quem me acompanha há algum tempo, sabe que tenho andado bem entusiasmado com música. Mas ainda era algo em nível beeeem amador. Agora a parada ficou "séria". Mas, vamos a um parêntese necessário: inscreva-se no Canal do Youtube para ficar ligado no desenvolvimento que explicarei abaixo: https://www.youtube.com/channel/UCUG5rJ5NYZyWtfalZZzQpXw?sub_confirmation=1 A ideia é ilustrar em imagens e texto todo o processo de produção de um disco. Desde a fase da composição, passando pela gravação, edição, etc etc. E vem rock and roll por aí.  Não há pretensão artística nenhuma nisso, muito menos profissional. É puro "hobby", como diziam antigamente. Semanalmente vou relatar aqui os trabalhos da semana anterior, o canal do youtube será alimentado pe

Para mim chega!

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Bem, vamos em frente. É hora e focar naquilo que interessa e deixar que me manifeste através daquilo que melhor tenho feito atualmente: música.  Eu não sou muito de escrever letras de músicas. Eu gosto mesmo é de textos e quem me conhece dos tempos de corrida e montanhismo, sabe que rolava uma certa facilidade com isso.  Agora...compor letras de músicas eu admito que não consigo ainda fazer como gostaria. Minha expressão é basicamente musical. E mesmo não sendo virtuoso em nenhum dos instrumentos que eu toco, sempre que ouço o resultado final eu identifico que ali naquele piano, naquela guitarra ou naquela linha de baixo está exatamente o que eu sinto. Sabe-se lá como isso acontece. é como entender um idioma. Para algumas pessoas que não conhecem, parece tudo igual, não diz nada com nada. Mas para quem tem a sensibilidade musical e "fala a mesma língua" faz todo o sentido. Deixo abaixo dois vídeos com ensaios e fragmentos de duas faixas que entrarão no

Vergonha na cara

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Aqui o que falta mesmo é vergonha na cara.  De quem está lá em cima não renuncia e PRINCIPALMENTE de quem aqui embaixo ainda tem coragem de defender quem é investigado e acusado nesse mar de lama chamado Lava-Jato.  Vergonha na cara MESMO!  Golpe mesmo é a falta de vergonha de não enxergar o que é óbvio. http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/05/internacional/1459862900_105412.html Comentário importante: "O primeiro ministro da Islândia Sigmundur Gunnlaugsson foi acusado, nos Panama Papers, de abrir uma empresa offshore. Como todo mundo sabe, ele poderia se valer de foro privilegiado, poderia negar, poderia acusar outras pessoas, poderia aguardar o final das investigações ou mesmo poderia fugir para a Itália. Mas sabe o que o ele fez?? Renunciou."

Boca fechada não entra mosquito

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Assim sendo, desculpem-me a grosseria, sem textos nesta semana. Afinal, a hora é mais de ouvir do que falar, dois ouvidos e uma boca, entre outras pérolas... Excelentes dias a todos, até semana que vem!

Holiday, Celebrate!

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Hello! Houve realmente um tempo onde eu ansiava por um feriado para ir à montanha. Contava os dias e vasculhava o calendário em busca de finais de semana prolongados. Quase escravo dos boletins meteorológicos, entendedor de massas de ar polar e de zonas de convergência tropical. Na primeira década deste século — bacana escrever assim, hein?- com frequência eu mirava meus olhos às montanhas próximas de casa planejando algo realmente épico para três ou quatro dias de ausência de contato com a “civilização”. No feriado foi (bem) desfrutado no equilíbrio perfeito entre vida moderna e natureza selvagem. Tem coisa mais "selvagem" e primitiva que prestar juras de amor à vida na hora do pôr do sol? O destino escolhido foi a histórica cidade da Lapa , a menos de 100 quilômetros da tempestuosa Curitiba. Com o passar do tempo e de tantas trilhas, tenho estado cada vez mais ausente destas ditas jornadas épicas. Acho que a última em um feriado foi justamente na Páscoa pa

Um Elefante na Sala

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O elefante na sala é algo que muitos de nós estão acostumados. É uma expressão alusiva à existência de um problema bem grande a ser resolvido, que todos observam, mas sem coragem de tomar uma iniciativa e discutir, resolver, colocar mãos à obra. Todos vêem o elefante ali na sala, mas ninguém se dispõe a fazer algo. Temos todos nós nossos elefantes particulares em nossas salas de estar. Seja esta sala a nossa mente, o nosso coração, o nosso trabalho, os nossos relacionamentos. Um elefante começou a tomar forma alguns meses atrás  na minha sala de estar. Ele estava lá e eu solenemente ignorava. Mais fácil, né? Mas não dá para fazer isso para sempre. Porque ele cresce e pode começar a ruir as estruturas, por mais sólidas que sejam. Antes que isso aconteça, precisamos de um espaço para discutir e tomar decisões. No meio disso tudo surgiu Elephant, uma canção que escrevi em outubro e gravei aos pedaços, desde então, finalizando na semana passada. Elefante pronto,

Terceiro Mundo, Se For!

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Bem ainda não vi vantagem alguma em manifestar opiniões políticas em redes sociais. Continuarei (tristemente) observando. Nunca fui um cara em cima do muro e quem me conhece sabe minha linha de pensamento política. Aos 12 anos de idade, eu e meus companheiros de colégio tínhamos plena consciência política. Já estávamos envolvidos com a primeira eleição direta para presidente em 29 anos. Vocês, jovens, não sabem o que foi aquilo...  Agradeço muito meus pais pela sólida formação política que recebi. Sobre os recentes acontecimentos e o falecimento de uma instituição dita República Federativa, o que posso fazer é continuar meu trabalho diário e incansável por dias melhores para mim e para quem eu puder ajudar.  Realmente é tudo muito assombroso.  Realmente, "Terceiro mundo, se for. Piada no exterior".  O mais patético e trapalhão governo federal que um país poderia ter.  Se me orgulho de nunca ter votado neste partido? Não. Porque um país que elege tip

Seguir Viagem

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Oi. Desculpe amigos, não estou muito no clima para tratar de montanhas ou música ou corridas ou bikes. Fica apenas este trecho da bela canção: "Seguir viagem Tirar os pés do chão Viver à margem Correr na contra mão A tua imagem... e perfeição Segue comigo e me dá a direção Se dizem que é impossível, Eu digo: é necessário! Se dizem que estou louco Fazendo tudo ao contrário Eu digo que é preciso, Eu preciso, é necessário Seguir viagem Tirar os pés da terra firme E seguir viagem... Seguir viagem Tirar os pés do chão Outros ares, sete mares Voar, mergulhar O que nos dá coragem Não é o mar nem o abismo É a margem no limite de sua negação"

Sobre Estar Só

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Eu nunca andei por trilhas retas, nas trilhas certas.  Sempre fui um apreciador da minha companhia. Eu verdadeiramente não me lembro de ter pensado algum dia: me sinto só. Episódios de depressão aconteceram em algum momento entre meus 17 e 22 anos de idade. Hoje credito talvez a alguma variação hormonal pós-adolescência, mas mesmo com o tratamento químico e psicológico que me submeti à época, eu não lembro de verdadeiramente me sentir só. Não da forma como ouço as pessoas dizerem e temerem. Eu sou a minha melhor companhia. Nunca fui de muitos amigos nem de muitos amores, mas quando estou com eles a entrega é total. Já namorei bastante, já conheci gente muito legal e gente que não merecia o ar que respirava. Já tive relacionamentos sérios, divertidos, fugazes, proibidos e serenos. Já são quase 40 anos de vida e minha maior conquista é mesmo saber lidar com a tradicional inconstância e indecisão de um "Áquário em Gêmeos". A aceitação de quem sou. Sem lamen

Já Foi Melhor

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Sim, este blog já foi melhor, se eu levar em consideração o número de visitas, de page views. Fica a pergunta: seria o reflexo de meu abandono dos escritos no último semestre de 2015, da mudança de temática corrida para música ou os tempos facebookianos? Minha resposta é: um pouco dos três. Vários amigos blogueiros pararam de escrever também, cada um com seu motivo. A atuação mais presente em redes sociais como facebook e instagram também tem grande parcela de "culpa". Lamento bastante, pois tenho a mais absoluta certeza que o uso intenso de redes sociais visando gerar conteúdo é absolutamente inócuo e descabido. Uma timeline infinita, onde você roda o botão do mouse morro abaixo e jamais tem fim é totalmente emburrecedor. Se eu postei algo relevante meses ou anos atrás como faço para encontrar? Nos blogs é fácil: digita no google e vai ter um resultado em frações de segundos. E no facebook? Como achar algo importante? Impossível. Ficou lá perdido para todo o se

Insomnia

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Sobre a semana que passou... Insomnia, composta em dezembro de 2015 e finalizada ontem. Meu primeiro som instrumental, com um quê de Bixo da Seda segundo Yuri Hrmo e de Richard Wright (entendedores entenderão) segundo a amiga Luiza Rivail :) Foi também minha primeira experiência compondo ao teclado, começando com uma backing track e uma sequência lenta de 2 acordes. Baixo veio fácil, de tanto ouvir Humberto Gessinger. A guitarra ficou limitada à minha pouca técnica no instrumento. Tentei buscar um timbre menos David Gilmour, mas sentia que a música pedia esses bends e esse phaser/delay/chorus (entendedores também entenderão). Esse teclado "vagabundo" de menos de 500 reais não me dá exatamente os timbres que eu gostaria, mas deixo um "viva" ao Reaper  e demais VST's gratuitos que uso. Poder criar, compor, executar, produzir... tudo isso sozinho é MUITO bom. Chama-se Insomnia porque a maior parte dela foi trabalhada em algumas madr

Acho que em algum momento...

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... Eu disse que não estaria mais competindo a partir de 2016, certo? Não no trail running. Sim, e segue assim. Mas a ideia é fazer uma metáfora com músicas e competições. Você faz um cover de sua canção favorita  e isso equivale a correr competições do modo tradicional. A competição está lá. A canção também. Uns tem desempenho melhor, outros pior que você. Seja na execução da canção, seja no desenrolar da competição. Eu gosto de escrever canções. Gosto de música autoral. Sinto-me mais completo como compositor e músico do que como cantor de boteco. E nas corridas de montanha estava me faltando isso. Estava executando músicas/competições conhecidas e famosas. E não estava fazendo direito, seja lá o que "direito" signifique.  Agora é hora de compor novas canções. Novos desafios. 21 de agosto 2016 - Marumby Skyrunning 01 de outubro - 12 horas do Anhangava Mais informações sobre esses dois "singles", em breve. Beijos e abraços!

Já ia me esquecendo...

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Que hoje é terça... e que me comprometi a postar algo, nem que seja uma bobagem qualquer. Filosofando um pouco, a vida muita vezes é um somatório de bobagens.. Uma consequência de escolhas bem ou mal feitas. Somos responsáveis por elas, totalmente. Não acredito na babaquice de "deixa a vida a me levar". Soa por demais preguiçoso, fatalista e "carioca" (venham as pedras, a canção cujo refrão está entre aspas é interpretada por Zeca Pagodinho). Eu creio em fazer escolhas e ser responsável por elas. Nem sempre fiz boas escolhas mas hoje estou muito satisfeito com o caminho que escolhi. É final de carnaval, nesta terça-feira seis da tarde. Desfrutei os dias de folga do trabalho da maneira que mais gosto. Amor, amigos, música, bicicletas, montanhas e até uma corridinha no parque. E, se todo carnaval tem seu fim, o que tiro pra mim é que todo fim é sempre um novo começo. Beijos e abraços! Bosque Merhy em Quatro Barras na corridinha de sábado.  

Olhando para Dentro

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Hello, is there anybody in there? Bem, quem me acompanha há mais tempo sabe que tenho buscado cada vez mais a simplicidade. Tem a ver com uma busca interna, com o conhecimento próprio. Tenho resolvido dentro de mim várias questões pessoais, comportamentais e espirituais em tempos recentes. Viajar pelo interior do país tem a ver com isso. Conhecer o "interior". De si e do seu povo.  O que mais aprecio nestas viagens é poder estar em locais muito pouco turísticos, que ainda não foram contaminados com a pasteurização dos apressados visitantes que lá deixam seu dinheiro, trazem memory cards repletos e pouco conteúdo final. Sim, já tive oportunidade de estar presente em inúmeras atrações turísticas, inclusive em maravilhas naturais do planeta (aqui no link:  http://blogdovolpson.blogspot.com.br/2010/09/maratona-de-foz-do-iguacu-2010_27.html . Não que me incomodem as hordas de turistas. Mas tenho apreciado cada vez mais a beleza daquilo que não é turísti

Agora Vai!

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"Agora vai" é uma expressão que eu e a Ana Barbara usamos com frequência em nossas viagens de carro. Pobre carro popular, com motor mais adequado ás cidades que às estradas, as ultrapassagens são sempre sofridas e por vezes de segurança duvidosa em vias de pista simples. Agora vai. Porque finalmente mexemos os traseiros para subir uma montanha depois de meses de inatividade nos cumes paranaenses. Em outubro fraturei o cotovelo e então houve uma boa desculpa. Agora vai. Subimos o Tucum, Serra do Mar paranaense, de forma acelerada em um belíssimo sábado de sol. Eu e Ana Barbara. A conhecida rampa do Camapuan cobrou seu preço de sempre, mas - quem conhece, sabe - , a vista sempre compensa. Minha 23ª vez no cume do Tucum merecia uma foto à vontade, como esta do link . O plano era voltar logo devido a alguns afazeres familiares. Assim fizemos: descemos rapidamente já antevendo que os dias seguintes seriam de dores nos quadríceps. Enquanto escrevo estas linhas, a dor é comp

El Niño

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E eu que posts atrás mencionei que El Niño estava deixando o janeiro mais chuvoso... Essa sequência de dias ensolarados está me fazendo um bem danado. E para qual curitibano não faria. Mesmo assim, acabei não podendo desfrutar do astro rei neste final de semana, graças a uma forte inflamação de amígdala que me abateu dias atrás.  Mesmo assim rolaram uns goles no Casarão Pub , lugar que recomendo fortemente para quem busca cerveja de qualidade com preço justo, fugindo de lugares-comum como o circuito Batel/Itupava (o qual abomino). Está localizado na entrada de Quatro Barras, na Av. D. Pedro II, todos na cidade conhecem. Não rolou o pedal planejado, mas tem rolado lindos alvoreceres, como o desta segunda feira, que compartilho aqui. Esta é a vista da janela da sala do apartamentinho. E, quer saber? Estão todos convidados para uma gelada por aqui, só avisar com antecedência :) Abraços, ótima semana a todos! Uma visão sem palavras da janela de casa, segunda-feira, 18 de j

Um novo passeio

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Que barbaridade esse janeiro chuvoso hein? Dizem ser coisa de El Niño. Estou mais tentado a crer que é coisa de Los Humanos. Essa sede e essa busca incansável por mais e mais. Mais recursos, mais progresso, mais produtividade, mais likes. Um mundo cheio de mais. De mais ansiedade, de mais "pegada", de mais "tesão". Eu que já provei desse veneno, bem sei que as coisas melhoram quando valorizamos o "menos". No início do ano, em um ataque de fúria babaca eu atirei meu smartphone (telefone celular é outro aparelho) na parede. Esse momento de extravasão teve um ótimo propósito. Despertou-me de uma hipnose onde eu me via mergulhado em uma tela de 3,5 polegadas. E não adianta dizer: "ah, comigo é diferente, eu uso de forma equilibrada, blá-blá-blá". Em um primeiro momento me vi buscando preços de novos aparelhos. E caiu a ficha: não preciso estar "on" 24 horas por dia. Voltei a me alimentar sem o celular na mesa. Voltei a defeca

Começando as postagens - Cachoeiras de União da Vitória

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Aí está mais uma promessa de ano novo que nem é assim tão difícil de cumprir: postar uma vez por semana por aqui. Poxa, o bloguezinho tá vivo há quase dez anos, merece essa atenção. Alguns mais chegados reclamaram da falta de textos, daquelas avaliações bacanas que eu fazia de produtos para trail running, da língua por vezes ferina que se traduzia em marteladas no teclado. Agora as marteladas são em outros teclados. Estou tentando aprender a tocar teclado/piano, me envolvendo muito mais com música. Quem me conhece há mais tempo sabe que sempre arranhei violão e guitarra desde a adolescência. Agora, prestes a completar 40 anos de idade (calma, 2017 ainda está um pouco distante). A voz nunca foi lá essas coisas, mas estou praticando. Até umas musiquinhas próprias eu acabei postando nas ferramentas adequadas... 2014 trouxe uma tranquila vida ao ar livre, com algumas (poucas) montanhas, NENHUMA competição esportiva (exceto o Tour de France via streaming