Treino 02 para a Copa do Mundo de 2014 - Ultra Tour Du Campina Grande do Sul

Hola!

Esse lance dos treinos para a Copa do Mundo de 2014 ainda será melhor explicado. Mas basicamente são treinos-chave para meu projeto esportivo para aquele distante ano e mês.

E hoje foi o segundo, o primeiro você confere clicando aqui.

Treino curto na distância mas intenso no feeling.

Após a K42 Bombinhas acabei me perdendo. O "sucesso" subiu pra cabeça. Sucesso que eu mesmo criei, já que minhas expectativas para minha participação na prova foram superadas tranquilamente e a vida parecia ganha. Tirei o peso da dúvida sobre minha capacidade de correr uma prova longa e com prazer full-time ao cruzar a linha de chegada com uma lata de cerveja bem gelada.

A idéia era segurar uns dias e depois voltar aos treinos sem compromisso. Havia abandonado a proposta de me meter em uma corrida de 100 km em abril, na Argentina. Apareceu uma ideia de fazer um 60K em Canela no início de dezembro. Desanimei também. E aí algo se perdeu. Dias friorentos, chuvosos...enfim, todo tipo de desculpa valia para eu meter o pé na jaca, a boca no gargalo de um Cabernet Sauvignon y otras cositas más. Noites mal-dormidas, ideias dispersas na cabeça, vontade de mudar o mundo urgente e certa pressão na cabeça ajudaram a enterrar o pouco de lucidez que eu tinha.

Veio a noite negra e fria, a dura realidade da vida de quem tem sonhos e não abre mão deles.

E foi preciso tomar decisões e mudar. Sair da lama e escalar desde o fundo do poço emocional, financeiro, esportivo e nutricional em que me meti nos últimos 20 dias.

Correr apenas 6 km hoje teve a ver com isso. Sair sem camisa, sem relógio, com cabelos ao vento e sem pressa no gostoso sol de inverno do sul do país teve efeito imediato: simplificar ainda mais. Por isso esse treino foi importantíssimo rumo a 2014, como reafirmação deste compromisso.

Acabou! Ou começou, depende do ponto-de-vista.

Então que venha a próxima montanha, a próxima chegada e a próxima meta. Um dia de cada vez.

Tudo vai dar certo, acredite!

Fatos Técnicos Relevantes sobre a K42 Bombinhas 2011 - Parte II

Buenas!

Vambora então falar de mais algumas impressões que considerei importantes e vale compartilhar.

Vestuário:

Já tem algum tempo que eu venho usando materiais texteis que fornecem certa compressão no corpitcho. Comecei com as meias e agora estou nas bermudas. Para mim funcionam super bem, nem que seja como placebo. Afinal, os doutores da ciência ainda não chegaram a um consenso no assunto - ainda bem, consenso é um porre. Usei polainas de compressão da Flets na cor branca. Elas já tem mais de 100 km corridos e ainda mantém a qualidade inicial. A vantagem dessas polainas é o fato de se poder escolher as meias de sua preferência. No meu caso são umas Lorpen surradíssimas que deram conta do recado: nada de bolhas ou assaduras. Mas antes de vesti-las, claro, vaselina nos pés. Nas pernas usei uma bermuda de triathlon da Louis Garneau que paguei 50 pilas numa promo. Marca de modinha mas que funciona muito bem, produto de grande qualidade. Mas não pagaria os 220 mangos do preço original. Nem a pau Juvenal, só na promoção mesmo. Camisetinha Adidas Climacool, até agora o melhor tecido que já usei dos 10 aos 35 graus Celsius. Na cabeçola rolou uma viseira e uma bandana, combinação que proporciona versatidade conforme o clima. Apoiado no nariz fui de óculos comum, um Tifosi que custa uma fração dos Oakley. No fim das contas, nada tenho a reclamar e não mudaria nada, nem mesmo a cor da camiseta, preta, que mesmo sob sol e calor não esquenta de modo algum.

Hidratação:

Abandonei a mochila de hidratação e me arrisquei na pochete com garrafinha. Deu super certo. Economizei no peso e carreguei comigo tudo que precisava. Como os postos de hidratação estavam localizados, em média, a cada 5 quilômetros bastou fazer uma conta simples e pessimista: considerando que eu caminhasse toda a prova na velocidade de 5 km/h e que meu consumo normal de água se mantivesse - como nos treinos- em 500 a 600ml por hora, eu estaria em segurança.



Afinal basta recarregar a botella em cada posto e pronto. Assim fiz e assim funcionou. Usei o modelo Kailash Hydro Combo (em breve uma avaliação aqui no site), que conta com um bolso amplo para acomodar minha merenda feita de géis e barras de cereais. Esquema perfeito. Mochila, daqui em diante, somente em provas menos assistidas com hidratação.

Técnica:

Simples! Andar nas subidas, despencar nas descidas e trotar no plano. Subindo: andei as subidas mais longas e as mais íngremes. Por vezes dei um trotinho morro acima pra mudar um pouco a musculatura envolvida, mas sem deixar o coração vir à boca. Caminhar rápido foi e é bem mais eficiente que trotar ridiculamente morro acima. Descendo: treinei bastante em descida, então despencava com segurança. Tem que treinar pra valer, principalmente para fortalecer músculos próximos ao joelho e embrutecer os quadríceps, sempre muito exigidos nos barrancos. Vale também ir com atenção pra não virar o pé, o que significa tornozelos fracos. Fiz a lição de casa e no dia seguinte sequer eu tinha as dores típicas de quem corre forte nas descidas. No plano: meu ritmo feijão com arroz, suficiente para entabular uma conversa animada.

Motivação:

Ter uma meta diária! É importante, claro, programar algo, como a k42 Bombinhas por exemplo. Mas se você não levantar a bunda da cadeira e não ir pra estrada, pra trilha todo dia, a K42 fica longe, distante e dolorida. Essa teoria fez todo sentido nesse ano em que treinei melhor e mais frequentemente. Como treinei com mais assiduidade e consciência, no dia da prova as coisas fluíram. Não tem segredo.



Por isso a chave da motivação não acho que seja focar no grande objetivo meses adiante. A chave do meu "sucesso" - traduzindo essa palavra como completar a prova em um tempo satisfatório e sem sofrimento - foi estar motivado a cada manhã programada para correr, nem que fosse um trote de 4 quilômetros ou um longo de 30 no frio e na chuva.

Um dia após o outro, honey!

E no próximo post encerro o assunto K42 Bombinhas =)

Abraços e bons treinos!

Fatos Técnicos Relevantes sobre a K42 Bombinhas 2011

Salve!

Tão importante quanto competir e que treinar, compartilhar o que vivo me faz bem. E dar uma atenção ao aprendizado que cada evento, que cada prova traz, compartilhando impressões, é pra mim muito mais importante que dizer que corri isso em tantos quilômetros ou que vi a Luana Piovanni correndo pelada.

Nesta minha terceira participação na k42 Bombinhas Adventure Marathon sinto que consegui fazer uma prova redonda. Sem a inexperiência de 2009 e sem as agruras de 2010, desta feita penso que cheguei a um termo entre desempenho particular e aproveitamento das condições. Isso só foi possível devido o aprendizado adquirido que soube aplicar no último 06 de agosto. Agora, deixa eu parar de enrolar e vamos aos fatos, àquilo que acho que fez a diferença para mim e que pode fazer para você que quer correr uma prova dessas.

Treinamento:

Invista nos longos semanais por estradas rurais e, se puder, a cada quinze dias se atire nas trilhas longas mesmo. Fiz alguns treinos de mais de 5 horas em trilha, mas não correndo. Algo como um fastpacking. Traduzindo: caminhada acelerada em trilhas acidentadas e carregando mochila com pertences de um dia. Treinos assim mantém sua FC lá embaixo, otimiza o consumo de gordura em detrimento do glicogênio, ensina o organismo e a mente a trabalhar com músculos cansados e faz bem para a alma. Curta! Não se bitole somente em ritmos e paces. Para correr provas longas de montanha é preciso saber caminhar, curtir a paisagem e deixar rolar. Se perto da sua região não existem montanhas nem trilhas, não se desespere.




Saia para uma caminhada em ritmo forte por umas 5 horas em qualquer lugar que seja e você irá entender quando falo sobre músculos doloridos. Meus treinos longos e com subidas certamente foram os maiores responsáveis por eu ter finalizado a prova intacto.

Nutrição:

Apesar de todo o meu mimimi em relação às comidas industrializadas, nesta prova tomei 4 GU. A praticidade ainda é seu ponto forte e sua baixa acidez mantém meu estômago sem chiliques. Intercalei essa gosma com barras de cereais, tentando ingerir uma média de 200 calorias por hora, ou seja, uma barra por hora e um GU por hora. Nos PC's do km 21 e 34 eu comi umas melancias, bebi dois copos de isotônico e pronto. Não me faltou energia, tampouco meu estômago apitou.



Essa é uma questão muito pessoal, é necessário que você descubra aos poucos durante os treinos qual seu ritmo ideal de reposição energética. Eu já havia descoberto somente este ano que preciso entre 200 e 300 kcal por hora e que não posso tomar mais de 2 géis por hora. Descubra o que funciona para você. Ah, vale lembrar também da importância da nutrição pré-prova. Eu exagerei nas gorduras no dia anterior e paguei o preço com um pit-stop forçado em uma moita no km 26. Papel higiênico salvador na pochetinha!

Calçados:

Usei meu queridinho Salomon S-Lab 3 XT Wings, que havia estreado nos 24K de Extrema e que depois meti no Pico Paraná para meu longão de 8 horas caminhando/correndo. Não foi perfeito, pois acho o trajeto da K42 Bombinhas pouco técnico, havendo na verdade somente uns poucos trechos onde um calçado como esse leva vantagem se comparado a um calçado super leve para rua. Essa é uma opinião polêmica e certamente muita gente poderá questionar isso.



Mas eu teria preferido levar uns escorregões nos poucos trechos de lama que encontrei do que carregar um tênis de 360 gramas (cada pé) cheio de areia e água após cruzar um rio. Nos trechos mais lisos o produto se mostrou pesado demais, sendo mais adequado a provas mais longas, como ultramaratonas de 50 km ou mais. Nesses 42K em 2012, se não chover na semana anterior, usarei o mais queridinho ainda Brooks Green Silence para flutuar na areia batida e nas trilhas fáceis. Caso chova, a parada fica hardcore e aí vale encarar um tênis pra montanha mesmo.

Dentro de alguns dias passarei as impressões finais: vestuário, hidratação, técnica e motivação.

Abraços e bora voltar pros treinos!

K42 Bombinhas Adventure Marathon 2011 Relato

Buenas!

Valeu a pena esperar mais de um ano para estar novamente na bela Bombinhas.

Aliás, esse ano ainda mais bela, já que papai-do-céu mandou céu azul, mar esverdeado e nuvem alguma no céu para quem lá esteve no 06 de agosto de 2011. Diferentemente das instabilidades climáticas do ano anterior, desta vez fomos todos brindados com um belíssimo dia de inverno nas praias catarinenses.

No pré-prova foi uma correria muito mais cansativa que a competição em si. Saída estabanada da capital paranaense por volta das onze da manhã, congestionamento na rodovia, baldeação atrasada, enfim, contratempos que faz parte de um cronograma muito justo. Desembarcamos em Bombinhas quase às sete da noite, direto para a retirada do kit, entrada no hotel (pertíssimo da largada, preço amigo e atendimento vip) e comparecimento na “charla tecnica”, uma espécie de congresso onde são apresentados patrocinadores, pessoas solenes e informações relevantes sobre a prova. Este evento teve importância ainda maior neste ano, pois havia um acréscimo de mais de 80% nos inscritos em comparação à 2010. Até então tudo perfeito, vambora comer algo e descansar.

Amanhece o sábado, 06 de agosto. Chovera um pouco durante a noite – confesso que não teria sabido disso se não me contassem depois. Não importava. O sol desenhava-se forte e a largada com temperatura fresca, na casa dos 14 graus, foi muito efusiva, afinal, na soma das modalidades, havia quase 400 atletas.

Lá fomos nós pela areia da praia central de Bombinhas. No começo na companhia do Erik Neves (de Brasília, figuraça) e do Pinguim, parceiro de outras K42. Em seguida encostou o Eliandro (Terriório, ex-patrãozinho), o Borato e o Hugo Magalhães, outro camarada das longas distâncias. Sai da praia, entra na estrada, volta pra areia, agora em Bombas. Moleza, velocidade de cruzeiro, sei-lá-quanto-o-quilômetro. O que valia era poder estar ali conversando com os amigos e sem me esfalfar.

Quebra à esquerda, entra na Rua Martim Pescador e toca alguns quilômetros de planura pela “civilização”. Papo vai e papo vem, percebo-me no km 5. Primeira água, carreguei a garrafa (deixei a mochila de hidratação para corridas mais “duras”) e toca pra cima. Hora do Morro da Antena. Sobe, sobe e sobe. Os treinos na Serra do Mar fizeram efeito e a subida – caminhando rápido – quase não me provocou desgaste. Quando me dou conta, começa uma estradinha mais estreita e seguimos subindo, mas também descendo eventualmente. Rolling trails...

Despencando nas descidas, acompanhado da Liana que desce super bem e caminhando fuerte nas subidas, para me poupar. Foi a tática perfeita. Com 1h06 min passei na marca dos 10K e agora vem trilha fechada. Sobe e desce, mais desce do que sobe. Como o terreno estava praticamente seco, consegui descer sem travar tanto. Com 14 quilômetros chegamos novamente à praia, depois de despencar mais de 200 metros em apenas um quilômetro. Areia fofa, mais trilha e mais areia.

Nas dez milhas (faça as contas...) mais um posto de água, carrego a garrafa e já vejo muita gente caminhando, certamente aqueles que bancaram os valentões correndo nas subidas anteriores. Segui no trotinho, desta vez solitário, já que a galera que me acompanhava decidiu segurar a onda ainda nas subidas anteriores.

Alguns me passam, outros eu acompanho, e depois de 5 quilômetros por Zimbros e Canto grande chego nos 21K, local onde é feito a troca do revezamento. Ali me detive por no máximo um minuto e com 2h22min de prova, parti. Estava beeeem adiantado com relação ao ano anterior mas ainda com o medinho de “quebrar” como acontecera nos anos anteiores. A diferença é que ali ainda me sentia intacto, como se tiuvesse começado a correr havia pouco. Em 2009 e 2010 eu já apresentara ali os primeiros sinais de cansaço.

Aproveitei o momento e encarei forte a belíssima trilha que nos levaria ao km 25, na Praia da Tainha. Depois da pirambeira que nos deixou nesta pitoresca prainha de menos de 200 metros de extensão era hora de encarar o momento que eu mais temia: a subida que passa às faldas do Morro dos Macacos e que nos deixaria – após despencar novamente – na Praia da Conceição. Em 2010 sofri demais nesta morraria, com fortes dores nas pernas, devido ao péssimo treinamento que eu apresentava.

Neste ano foi tranquilo. Encontrei a Clarissa (Rio de Janeiro), subimos conversando e na descida foi a vez dela despencar. Fiquei me segurando pois o intestino estava pesado, pesado mesmo. Corredor de montanha prevenido sempre leva consigo alguns metros de papel higiênico para estes momentos de relax. Encontrei meu momento no meio da descida, em um matagal às margens da estradinha. Alguns gramas mais leves e com alguns músculos menos tensos, continuei a descida com sorriso de Monalisa até chegar à Praia da Conceição.

Desta praia para a seguinte, Mariscal, são poucos passos. E chega a hora de encarar mais 5 km de areia e vento na cara. Se por um lado ele não deixa o calor apertar, por outro dá uma segurada. Neste trecho senti as pernas um pouco pesadas e caminhei em uns poucos trechos, pensando no que viria mais para a frente. Com 32 km acabou-se Mariscal, encontrei uns amigos e umas balas de goma tecnológicas (Obrigado!) que me deram um plus a ponto de correr boa parte da subida de asfalto para a próxima praia: Quatro Ilhas.

Um posto de hidratação reforçado com frutas trouxe um conforto gastronômico pra encarar a tal praia e um trecho de trilhas muito lindo, com pequena variação altimétrica e tecnicamente gostoso de enfrentar. Bota pra praia de novo, cruza com a moçada que segue na prova e vamos pro subidão de cimento com direito a corrimão, antes mais umas trilhas técnicas. Sobe, desce e caímos no costão. A experiência de ter passado por lá duas vezes e mais um trecho semelhante na Praias e Trilhas me encheram de confiança e corri todo o trecho sem medo de errar.

E veio a subida mais intensa, aquela de agarrar o mato pelo pescoço. Mas é um trecho curto, no km 38, ótimo pra derrubar quem exagerou no começo. Enfim, chegamos ao Retiro dos Padres, praia curtinha e com subida curtinha também em direção à Praia da Sepultura. Bate-e-volta na praia de nome inspirador para o quadragésimo primeiro quilômetro de uma maratona, e toca pra chegada. Antes a gente passa por um encantador trecho de calçadas em madeira sobre pedras com vista para um verdíssimo mar.

500 metros para a chegada e já se ouve o burburinho. A sensação era de estar anestesiado, afinal eu conseguia completar a prova em pouco mais de 5 horas, quase 40 minutos mais rápido que em minha primeira participação, sob condições climáticas ainda mais ideais. A 30 metros, a desejada cerveja, realizando assim um grande desejo deste cara aqui: cruzar a linha de chegada de uma maratona com a goela molhada pelo santo líquido!

Jogar um pouco na cabeça, posar para as fotos, camisetinha, medalha e outras formalidades foram momentos marcantes, porém não como a sensação de estar na linha de chegada vendo amigos e mesmo desconhecidos chegarem com sorrisos bobos como o meu.

Correr uma prova desafiadora em trilhas é de fato OUTRA COISA!

A energia é contagiante, infinitamente mais intensa do que a emanada por quem fica de olho nos paces e cronômetros. Ali é superação e não importam os minutos e os segundos. Se não tiver humildade em prova de montanha você está na merda. Você quer bancar o herói subindo uma ladeira correndo e minutos depois você pode estar caminhando em uma descida porque suas pernas explodiram. Mesmo uma prova com "apenas" 42 km você precisa usar muito a cabeça pra não forçar na hora errada, pra entender seu corpo. É diferente, é diferente.

Já escrevi zilhões de linhas sobre esse lance de estar no mato correndo. Não vou ficar falando mais do mesmo. Convido você a experimentar! Faça as provas de 12 km da Copa Paulista ou do Campeonato Brasileiro... Aqui no Paraná também tem provas curtas assim. Experimente. Conheça. Não tenha medo. Não conheço, até hoje, ninguém que tenha se arrependido de, pelo menos, experimentar.

No próximo post tratarei de temas mais técnicos, compartihando impressões sobre a prova em sim, sobre nutrição, vestuário e outros detalhes que podem ajudar quem está na vibe das trilhas, como eu. Bem como, trarei algumas imagens da prova.

Agradeço demais a força de todos que estiveram lá ou em pensamento comigo. A galera da organização também foi fundamental, pois no começo do ano eu andava desanimado e a Luciana Asef botou maior pressão pra eu ir e viver esses momentos... Brigado a todos, de coração.

Grande abraço!


George Volpão quase chegando lá... (clique da super Raquel Hoefel, obrigado a você também!)