Pular para o conteúdo principal

Dezembro de 2012 - Parte I

O mais bacana de dezembro é o fato de ter uma grana extra, não? Pelo menos para nós assalariados. Um reforço é sempre bom. Não para comprar presentes, algo que sinceramente não gosto, acho bobagem, pois prefiro gastar dinheiro oferecendo experiências do que objetos. E então viver essas experiências é o que mais importa no momento.

Sabe aquela história que fala: "ganha tão bem que não tem tempo pra gastar o que se ganha"? Em dezembro é um pouco assim, já que minha jornada de trabalho acaba se estendendo até as 20:00 nos dias de semana. Sem falar nos finais de semana, onde acabo ocupando meu sábado com as questões profissionais. Longe de ser reclamação, esta situação me proporciona um extra que é muito bem aplicado nas experiências a serem colhidas em 2013.

Uma primeira olhada no calendário, me sugere uma participação em uma corrida de montanha no mês de março, mais precisamente dia 31, anunciada no site Corridas de Montanha aqui. 50 km em trilhas na região de Paranapiacaba? Topo! Já tive oportunidade de correr lá em 2010, numa etapa da Copa Paulista, distância de 12 km. Lama e mais lama, do jeito que gosto. Acho que foi a única competição em trilha que participei onde o tempo estava cagado, na foto que ilustra o artigo podemos ver que eu estava encharcado na chegada. Com as trilhas mais enlameadas e as descidas mais técnicas parece que minha corrida flui melhor. É minha vibe.

Então é com base nisso que estarei nas ruas de Curitiba e nas trilhas da região, tentando me preparar para esta distância, a qual só encarei uma vez, em 2010 lá no Chile. Como corri a Maratona de Curitiba recentemente em estilo passeio, quem sabe seja uma boa oportunidade de voltar a me testar em um desafio de longa distância. Para tanto, conto pela primeira vez na vida com orientação nos treinamentos, que estão sendo passados pela amiga e parceira Daiane Souza que, além de treinadora, é atleta das mais consistentes no circuito, sendo vencedora da K21 Ilha do Mel de 2012, entre outros excelentes resultados. Como ela vem do ramo da aventura há muitos anos e não caiu de para-quedas nas corridas de montanha, confio em seu trabalho.

Depois desta prova, irei ver o que faço da vida. Definido apenas que quero muito voltar a alguns lugares mágicos aqui da Serra do Mar, que não visito há anos. Mochila, barraca, saco de dormir, fogareiro e perrengues. Eis a ideia para a temporada de inverno 2013. Mas isso conto depois.

Abraços e bons teinos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Specialized Hardrock Sport Anos 90

Oi! Com esta bike consegui, de certa forma, realizar um sonho de adolescência: pedalar uma mountain bike com quadro de cromo-molibdênio e geometria clássica dos anos 90. A bem da verdade, lá por 1996 eu pedalei por alguns meses com uma Scott Yecora e mais recentemente, em 2014 uma Trek Antelope 800. Mas ambas tinham apenas os três tubos principais em cromoly. Esta Specialized Hardrock Sport eu consegui na Jamur Bikes, sendo trazida recentemente dos Estados Unidos pelo próprio Paulo Jamur (proprietário da loja e meu boss), que se encantou pela bike e seu estado de conservação. Quando ele colocou a bike à venda na loja, não me fiz de rogado. Era a chance de ter uma bike em cromoly e praticamente original dos anos 90. Na verdade comprei esta bike como alternativa para transporte urbano, uma vez que a Format 5222 (da qual pretendo fazer uma apresentação em post futuro) que "gravelizei" eu pretendia deixar somente para atividades esportivas. Mas gostei

Nova Bike Kode Straat - Uma boa opção para montar uma Gravel Bike

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês? Poxa, que bike da hora! Recebemos aqui na Jamur Bikes e já fiquei de olho grande. E adianto, já garanti a minha! Sim, a Kode Riff 70 vai retornar à proposta para a qual foi concebida (MTB 27.5 polegadas) no futuro (poca plata por ora) e vou apenas colocar o guidão drop e trocadores STI na nova Kode Straat. Vejam a imagem abaixo, retirada do site do fabricante, bem como sua geometria: Não parece ser muito apropriada para montar uma Gravel que é quase Gravel? Um top tube mais parecido com as speeds do que com as MTBs, um clearance menor na passagem das rodas, passagem dos cabos interna e outras características me levam a crer que esta bike pode andar muito confortavelmente entre estradões de cascalho (gravel roads) e asfalto, ou mesmo trilhas leves. Bora fazer essa alteração. Abaixo um vídeo mostrando a bike como ela vem de fábrica, original. E aqui a ficha técnica: - Quadro em alumínio 6061. - Garfo: Alumínio.

Uma das mudanças em curso para 2020

Oi! Acho que um dos maiores aprendizados e uma das maiores decisões para 2020 foi focar no foco. Engraçado isso né? Focar no foco.  Preciso de foco. Com foco e direcionamento eu consigo ser mais consistente nos propósitos, ao mesmo tempo consigo extrair maior diversão dessa grande aventura que é viver e também sentir-me vivo e produtivo. No esporte, como você deve estar percebendo, o foco está nas corridas em montanha para 2020. E como sempre vai ser mais sobre montanhas que sobre corridas, não se trata de competir em provas de corrida em montanha (apesar de já estar inscrito em uma e ter ideias de correr mais duas outras apenas). É mais sobre estar nas montanhas, correndo. Sozinho, com amigos, não importa. Estar nas montanhas é a ideia. Assim sendo, decidi desfazer-me da minha bike esportiva, aquela que me acompanhou por praticamente dois anos de muito prazer nos pedais e na sua customização. Hora dos caminhos se separarem e direcionar minha veia esportiva àq