Pular para o conteúdo principal

Março 2013 - Início de (algum) trabalho

 Pode acreditar: dois meses de 2013 já se passaram. 1/6 do ano, aquele período inical um tanto enevoado e chuvoso, pelo menos aqui em Curitiba. Na  minha cabeça as nuvens também estão presentes.

Fato é que desde o final de dezembro eu ainda não consegui me dedicar com foco a atividade alguma que não fosse a minha atuação como Coordenador de e-Commerce na Jamur Bikes. Eita trabalho que me dá prazer! Com ele tenho um equilíbrio perfeito de sensações, não é algo que me cansa, que me castigue e tampouco é algo que me consuma 100% de atenção o tempo todo. Equilibradíssimo.

Com isso, fazer minhas corridinhas ficaram em décimo plano. Nestes dois meses pedalei mais do que o ano passado inteiro. Afinal, tem os finais de semana rodando na Região Metropolitana e tem os deslocamentos diários de ida e vinda do trabalho, supermercado, etc. Coisa de uns 200 km mensais. Corrida? Apenas duas rodagens de uns 16 km e umas 3 de 10 km. Tudo isso em 60 dias.

Recebi um convite para cobrir a K21 Curitiba que se realizará neste domingo, 03 de março, aqui na região, trazendo impressões sobre a prova para o TrailRunning BRASIL o meu filho profissional abandonado. 

Com meu afastamento das corridas (abaixo explico o porquê), obviamente o interesse por falar em corridas se reduz também. No momento, eu e a Ana Barbara estamos pensando até mesmo nas suspensões das atividades por lá.

O desinteresse citado tem basicamente duas características:

1-) Carga de treinos muito forte logo após a maratona de curitiba de 2012, onde achei que podia mais uma vez bancar o superman. isso me provocou o enchimento do saco.

2-) Essa exposição intensa da vida, principalmente por meio de redes socias, de fatos absolutamente sem interesse, como quantos quilômetros corremos, qual o pace, o que comi no almoço ou a cor do meu cocô.

Pessoas postando imagem bonitinhas sobre privacidade, sobre não abrir a vida no facebook, mas no dia seguinte fazendo check-in no hospital levando o filho. Isso tudo não passa de ruído, ruído desnecessário. Já fiz parte disso um dia. Já fui um vegano convicto e chato pra cacete, me metendo onde eu não era chamado. Eu sempre gostei mesmo é de gerar conteúdo, por isso ainda mantenho este blog e escrevo nele com facilidade e tesão. Postar ideias e pensamentos no facebook, fica restrito apenas àquele mundo pequeno. Aqui, a informação está acessível.

Hoje, minha escolha alimentar é algo particular meu, a qual interessa apenas a mim e aos amigos de verdade. Para estes eu digo que após um período de dois meses pé na jaca, voltei à opção vegana e livre de trigo, o qual estava me fazendo bastante mal, ganhando peso, etc. Também não é por isso que condeno quem não segue algo do gênero, muito menos faz meu estilo ficar metendo a boca em quem pensa diferente. A quem, por ventura, possa ter ofendido, minhas sinceras desculpas.

No domingo, como disse, vai rolar a K21 Curitiba. Vamos ver o que acontece e na segunda de manhã eu trago boas novas!

Abraços e beijos!



Comentários

  1. tá feliz, isso é que conta!

    vou esperar o relato da K21 Curitiba! essas provas que começam com esse K são boas demais!

    bjs

    ResponderExcluir
  2. seu relato,também poderia ser postado por Rogério Borato ou tantos outros que tentam impor ou passar algo que não é 100% real,hoje passamos uma coisa e amanha fazemos outra,hoje somos veganos mais amanha estamos comendo um churrasco,entao volpao,o negocio eh ser feliz e cultivar quem nos fazem bem!!!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Specialized Hardrock Sport Anos 90

Oi! Com esta bike consegui, de certa forma, realizar um sonho de adolescência: pedalar uma mountain bike com quadro de cromo-molibdênio e geometria clássica dos anos 90. A bem da verdade, lá por 1996 eu pedalei por alguns meses com uma Scott Yecora e mais recentemente, em 2014 uma Trek Antelope 800. Mas ambas tinham apenas os três tubos principais em cromoly. Esta Specialized Hardrock Sport eu consegui na Jamur Bikes, sendo trazida recentemente dos Estados Unidos pelo próprio Paulo Jamur (proprietário da loja e meu boss), que se encantou pela bike e seu estado de conservação. Quando ele colocou a bike à venda na loja, não me fiz de rogado. Era a chance de ter uma bike em cromoly e praticamente original dos anos 90. Na verdade comprei esta bike como alternativa para transporte urbano, uma vez que a Format 5222 (da qual pretendo fazer uma apresentação em post futuro) que "gravelizei" eu pretendia deixar somente para atividades esportivas. Mas gostei

Só o CUme Interessa - Piada Escrota

Bah, nem é piada. Acho que isso se chama cacofonia, que é quando alguma coisa dita de um jeito dá a entender que é outra coisa. Entendeu? Ah, eu também não, hehe. Enfim, não é o que importa. To escrevendo essa parada, porque li um post no blog que os colegas Bonga e Tonto montaram para divulgar sua expedição no Ama Dablam, uma das mais belas e cobiçadas montanhas do Himalaia. Este cume não é dos mais elevados nem dos mais tecnicamente exigente. Mas o Ama Dablam é lindo! Quem não gostaria de pisar em um cume assim? Lindo, majestoso, imenso... Confira abaixo: Pois é... com seus quase sete mil metros trata-se de uma cobiçada montanha, objeto de desejo de muitos. Porém, o que rola desde princípio dos anos noventa são os turistas de montanha. Nada contra eles, pelo contrário. Servem para impulsionar uma atividade ecologicamente correta, movimentar economia, transferir renda e trazer qualidade de vida para quem pratica e/ou depende dela. Porém, tudo em exagero tem um porém - to meio engraç

Guia de Trilhas - Morro do Anhangava (parte I)

INTRODUÇÃO Saudações. É com prazer que publico aqui um mini-guia para corrida de montanha no morro do Anhangava, originalmente publicado no antigo site  TrailRunning BRASIL . MORRO DO ANHANGAVA Localização O Morro do Anhangava e seus 1.420 metros de altitude, está localizado nas proximidades da localidade de Borda do Campo, distrito do município de Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba, a aproximadamente 35 quilômetros da capital paranaense. O local é considerado um campo-escola de montanhismo, pois conta com trilhas para caminhada e corrida, bem como vias de escalada em rocha de todas as dificuldades. Chegando lá de carro: Deixe Curitiba pela BR-116 sentido São Paulo, seguindo até o trevo de Quatro Barras, cuja sede municipal pode ser visualizada à direita. Saindo desta rodovia, você chega ao centro da cidade. Siga as placas que indicam Borda do Campo e Morro do Anhangava à direita, onde você acaba tomando a PR 506. Em poucos quilômetros, pl