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maio 10, 2021

Começa a Temporada de Montanha!

 Hola, que tal?

Agora sim, finalmente voltando às corridas em trilha.

Em um sábado de se emocionar, eu e meu parceiríssimo de longa data Nelson Mendes, o Pexe, fomos até o Morro dos Perdidos e aproveitamos a reabertura do local que esteve fechado por pouco mais de um ano para fazer um treino de respeito. 

18 km, 1300m D+ e ótimas sensações.

Meu posterior de coxa não deu nem sinal de dor, minha lombar com protusões discais não incomodou (ou seja, zero dormência na coxa e panturrilha) e o joelho direito comportou-se perfeitamente.

Com isso, posso desenhar e planejar melhor um retorno seguro à modalidade que é a minha favorita.

Para este mês de maio ainda preciso fazer uma nova ressonância magnética para saber se houve uma correta cicatrização da musculatura da coxa e estar, de fato, liberado. 

Assim feito, seguirei na minha planilha imaginária até o final de junho para, aí então, estruturar decentemente um programa de treinos para longas distâncias em trilhas e montanhas com foco no verão seguinte.

Vamos em frente, obrigado pela força de todos aqui.

Abaixo imagens e vídeo do rolê do Morro dos Perdidos!

Saludos!












maio 03, 2021

Um Abril sem posts mas não sem emoções

 
Hola, que tal??


Não é sempre que as palavras fluem, vocês sabem.

Mesmo com mais de 10 anos escrevendo por aqui, vejo que muitas vezes as palavras me faltam. Você já parou pra pensar em como a gente muda em dez anos? Como você era 10 anos atrás?

Falando por mim, além de estar ainda na casa dos trinta anos, em 2011, eu estava ainda na flor da idade nas minhas atividades esportivas, dando paulada atrás de paulada nas corridas em montanha e, principalmente, escrevendo aqui com mais afinco.

E é interessante observar também que nesses dez anos vimos a consolidação da presença das redes sociais como tomadoras de tempo. 

É claro que há muito conteúdo bom gerado por lá. Mas, acho até que já comentei por aqui, o problema das redes sociais é o ruído excessivo. Muita informação e de forma desorganizada. O conteúdo importante que vejo por lá muitas vezes passa batido, acabo esquecendo de utilizar a função "salvar" que existe no Instagram. Além disso tem o problema de que Instagram e Facebook tem uma rede de pesquisa pavorosa se comparada ao Google.

Nessa redes sociais você precisa buscar por hashtags... Quando pesquisamos no Google, recebemos além do resultado em texto e imagem, também os vídeos do YouTube, o que é uma boa.

No meu caso especificamente, não acredito que eu esteja gerando conteúdo relevante. Tenho apenas falado sobre mim, sobre os treinos e comidas que faço entre outras peculiaridades da vida.

E isso tudo no meio da eterna "crise existencial" que me acompanha há décadas que é o "compartilhar ou não compartilhar sentimentos?"

Qual o caminho a tomar em seguida eu sinceramente não sei.

Falando do MEU mês de abril, foi bastante intenso. Pude retomar os treinos de corrida com consistência, Fazer de verdade minhas sessões de fortalecimento, colher os primeiros resultados disso (melhor técnica de corrida e redução de peso corporal) e encarar novamente umas trilhas.

Para este mês de Maio, a expectativa é manter essa consistência, aprimorar um pouco mais essa técnica e escrever um pouco mais por aqui.

Quem viver verá. Espero que estejam se cuidando também.

Excelente Maio a todos!


setembro 21, 2020

Tempos Difíceis. Ou não?!

 Muito bem, senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Sumidíssimo daqui por quase quatro meses, atravessei tenazmente este inverno diferentão. 2020 tem realmente sido um ano muito louco. Para não dizer que louco é pouco. A nova ordem imposta pelo Covid-19 é um desafio a ser vencido diariamente. Mas também não é por isso que vim passar aqui no blog.

É que 2020 tem me abençoado com muitas coisas boas. Em todos os aspectos da vida. E também na evidenciação das dúvidas que permeiam e por vezes corroem minh'alma. A isso me refiro raramente, não sendo de meu feitio expor os sentimentos mais exagerados. Mas o que de fato acontece é essa sucessão de eventos positivos neste louco ano. 

Ter voltado a correr bem em trilha mesmo após uma torção no joelho bichado, adquiri uma visão diferente e mais coesa do cenário da bicicleta pelo mundo, satisfação profissional pura e simples, novas amizades, amores e sabores... Tudo muito condensado nestes meses de pandemia. Parece que para mim existe uma nova forma de se dividir os tempos. Teria o AC (antes do Covid-19) e o DC (depois do Covid-19). Este 2020 seria o Ano Zero, como representação do reset que duraria um ano, de tão travada estava esta máquina chamada Civilização Humana. Mas olhe só, veja você: aqui estou falando de algo relacionado à pandemia... Perdoem-me.

O que de fato importa é agora estar bem, querer saber se vocês também e estão bem e quais serão suas próximas provas e corridas.

Aqui estamos, vivos sem motivos. Mas que motivos temos para estar atrás de palavras escondidas nas entrelinhas?

Deixo esse som abaixo, na minha versão só por isso. Pra dizer que está tudo bem.

Um carinhoso abraço!

Correndo em trilha com prazer e saúde. Agosto.

De volta ao MTB com aro 26. Setembro.






maio 25, 2020

Treinando com Segurança nas Trilhas Paranaenses

Hola, que tal?
Não exatamente uma grata surpresa. Isso porque eu já havia visitado antes a Base Fazenda Lagoa, propriedade rural localizada no município de Campina Grande do Sul a pouco mais de 30 km de Curitiba. Estive lá por duas vezes. Em minha primeira visita fui para ver amigos em uma prova de MTB XCO (Cross Country Olímpico) em um circuito muito bonito, duro e divertido. Já pude me imaginar correndo naquelas trilhas. Inclusive o local já havia recebido provas de corrida em trilha. Poucos meses atrás estive lá novamente junto com o time da Equipiazza para um reconhecimento do local.

Veio a pandemia, o distanciamento, os treinos suspensos... Trilhas nas montanhas paranaenses fechadas para visitação. Como mencionei no post anterior, respeito as determinações dos governos locais e se lugares como Anhangava, Itupava, Araçatuba, Pico Paraná e arredores estão com acesso proibido por decreto, respeitarei!

Com o relaxamento das restrições de movimentação e com o controle bem feito dos casos de Covid-19, aos poucos vamos, com os cuidados necessários, voltando às atividades de corrida em trilha em ambientes naturais. Morro da Palha na semana anterior e desta vez um treino divertidíssimo com (poucas) pessoas da minha absoluta confiança e estima.

Excelentes dez quilômetros de corrida 100% em trilhas, com quase 400 metros de desnível positivo acumulado. Quer correr lá? Bota no Google Maps "Base Fazenda Lagoa", orienta o GPS pra lá, separa 15 reais para o justo pagamento pela estrutura oferecida (estacionamento, banheiros, serviço de lanchonete com bebidas, etc, trilhas marcadas e seguras e muito mais) e leve um troco a mais se quiser os comes e bebes do local. Divertidíssimo correr lá, posso garantir. Trilhas não muito técnicas, mas com muita natureza preservada e uma paz incrível. Além da possibilidade também de pedalar, é claro, conhecer pessoas, fazer novos amigos.

Foi a maneira ideal de fechar uma semana bem certinha de treinos, onde pude também fazer uma sessão de City Trail em uma praça aqui perto de casa e um pedal quase épico de 60 quilômetros em plena madrugada de quarta feira, buscando o nascer do sol nas bandas de Quatro Barras.

Falta só melhorar a alimentação e reduzir (se não abolir) o consumo de álcool. Esses dias gelados me instigam a apreciar um bom vinho sempre que possível. Mas... sinto o prejuízo na saúde, não nego. Segura a onda, Volpe!

Vamos para mais uma semana, desejando a vocês que aqui estão igualmente dias incríveis!











maio 17, 2020

Um Breve Retorno - Morro da Palha



Hola, que tal?

Baita oportunidade de retornar às corridas em trilha neste domingo. Essa quarentena fake nunca colou mesmo...



Bem, sempre fui um cara que respeitou as determinações legais (exceto pelo hábito de fumar maconha anos atrás). Nunca dirigi sem CNH ou embriagado por exemplo. Claro, nem sei dirigir! Que período triste que vive a humanidade e mais ainda aqui no Brasil com políticos infames (um mais que o outro, não me venha com papinho de Bolsonarismo, Petismo, Lulismo, Comunismo, Fascismo ou o que seja, sou um liberal, acredito na auto regulamentação do mercado e tenho pavor de quem idolatra políticos)... E segui respeitando. Uma vez que as trilhas na região da Serra do Mar estão fechadas, por se tratarem de Unidades de Conservação estaduais e com essa determinação do governo local de proibição de acesso, respeitei e respeitarei.

De toda forma essa quarentena fake, mal organizada, sem um direcionamento claro de nossos governantes sobre o melhor caminho - cada um diz uma coisa, serviu para boas reflexões, como deixei no post anterior.

Acredito sim que o distanciamento social e a busca por ganhar tempo na luta contra o Corona Vírus sejam realmente o melhor caminho. Quem me conhece sabe do meu apreço pelo caminho do meio, pela minha aversão aos extremos. Nem tranca tudo (lockdown), nem libera geral. Fico contente que aqui na minha cidade as coisas estejam caminhando neste sentido. E caminhando bem.

E com esse relaxamento geral que anda acontecendo, senti-me seguro e confiante para voltar a correr fora de Curitiba, mais especificamente na região de Campo Magro, no Morro da Palha.

Um lindíssimo domingo de sol, onde o dia começou com temperatura na casa dos sete graus e um céu de um azul lindíssimo. Acompanhado de uma grande amiga que o Trail Running me trouxe no ano passado, munidos de bandanas, máscaras e álcool em gel, pudemos desfrutar de deliciosos quatorze quilômetros de estradas rurais. Sim, de trilha mesmo teve apenas uns poucos metros. Ainda não retomei a confiança para correr em terrenos técnicos após a recente torção de joelho que sofri em 01 de Março. Não tenho dores mas ainda não tenho confiança em me soltar nos trechos técnicos, até mesmo porque ainda não comecei os treinos de fortalecimento muscular que já deveria ter iniciado há mais de um mês. Minha eterna procrastinação nessa necessidade que tenho de fortalecer...

Acabamos por fazer uma volta completa no maciço (exagero chamar assim, eu sei) do Morro da Palha, com direito a uma subida ao cume para desfrutar da linda paisagem deste dia. Mar de nuvens, céu azul e visibilidade absurda, onde podíamos observar até mesmo a Serra do Capivari, dezenas e dezenas de quilômetros de distância, já quase na divisa com o Estado de São Paulo.

Com zero preocupação relativa à performance ou segmentos de Strava, apesar de lá estar registrado aqui, a ideia era mesmo estar junto à natureza em um dia lindo e contar as novidades que dois amigos que não corriam juntos havia mais de três meses sempre têm. Obrigado pelo domingo, Ali!



Essa troca de experiências e compartilhamento de sensações e momentos de forma mais direta com bons amigos é o caminho que busco seguir, visando relações mais verdadeiras e intensas com aqueles que compartilho as trilhas e pedais. Como foi no pedal que fiz com o César Carignano e o Luiz Carlos no início do mês. Compartilhar!

Sempre aprendemos algo quando estamos cercados de pessoas do bem. Aprendo aqui escrevendo com os comentários que vocês deixam, com o feedback via Instagram e YouTube, etc.

E já nesse assunto, como já havia adiantado, o YouTube é ferramenta que cada vez mais deixo de lado. Uma sensação grande, muito forte, de que o conteúdo que tenho gerado por lá não é absorvido da forma que acredito ser a correta. E é algo que nunca aconteceu aqui. 

Talvez porque muitas pessoas tenham mais preguiça de ler um texto do que assistir um vídeo e isso faz com que os leitores sejam pessoas com melhor capacidade de interpretação do que um espectador?

Provavelmente, principalmente se considerarmos que o conteúdo visual sempre esteve relacionado à alienação da população como um todo, pelo menos sempre foi assim nos tempos da tevê. E também porque se formos observar os canais do YouTube com maior audiência tem um conteúdo, no mínimo, duvidoso (Felipe Neto e outras porcarias).

E assim fica a sensação que através dos textos, sinto-me mais à vontade e com certeza de ser melhor compreendido. Além de desabafar nas teclas do notebook.

Com relação ao Instagram, reativei a minha conta há pouco, decidido a consumir quase nada por lá e gerar conteúdo através de imagens. Entendi que estava sendo o cara do textão no Instagram. Isso não se repetirá. Cada ferramenta com sua função: Instagram para imagens relevantes que eu queira compartilhar, para chamar para um texto aqui e um pouco do meu dia a dia nos stories. YouTube para um compilado de imagens que realmente valham a pena, para postar minhas criações musicais e alguem review de equipamento, com um complemento por escrito aqui no blog. E este espaço aqui, que mantenho desde 2006 e que estava largado. Não mais.

Conversaremos mais na próxima semana :)

Forte abraço, bons treinos!



Esse texto foi escrito ouvindo Beck - Live at Union Chapel, 2003 (Full Show) e degustando um Café Nescafé Origens do Brasil Chapara Diamantina na versão para coar. Café solúvel só em último caso.









maio 09, 2020

Sobrevivendo nestes dias incertos

Buenas!

Acho que é nada mais que isso. Uma questão de sobrevivência.

Em tempos de pandemia, a tal Covid-19, o modo sobrevivência foi ativado. É impossível que a gente saia dessa, se é que sairemos, com a mesma cabeça que antes, fazendo as mesmas coisas que antes.

Observo que uma parcela, infelizmente pequena, da população está disposta a deixar hábitos anteriores e seguir em frente com suas vidas de forma diferente. O que o medo da morte, seja a própria ou de pessoas queridas, não faz com a gente, não? 

No ambiente que estou inserido, trabalhando com bicicletas, observo uma maior procura por pessoas que antes não consideravam a bike como uma opção de lazer, manutenção de saúde ou meio de transporte. Fico contente demais com isso, afinal é de conhecimento geral os benefícios que o uso da bicicleta proporciona.

Vivemos tempos onde o transporte público, por exemplo, pode ser um dos ambientes mais insalubres, com superlotação e desconforto geral. Quem precisa se deslocar por distâncias menores certamente pode se aproveitar do vento na cara e da liberdade que uma bicicleta proporciona. Como forma de melhores a própria saúde, a bike como ferramenta de prática de exercícios também é excelente, pois permite excelente treinamento cardiorrespiratório e é zero impacto em articulações - a menos que você caia dela. Como temos academias e parques fechados; e pedalar pelas ciclovias ainda é permitido na data de publicação deste post, 09 de maio de 2020; trata-se de uma das melhores opções para cuidar da saúde física e mental. É preciso liberdade!

De minha parte, tenho mantido treinos principalmente de corrida, nem tanto sobre a bike. Acho importante ter bom senso, evitar se expor desnecessariamente e fazer a minha parte enquanto cidadão. Não, não estou trancado em casa e nem acho que essa seja a melhor solução, que seja a melhor coisa que você pode fazer. Tenho meu trabalho, tenho meu lazer e preciso cuidar da sanidade mental. Trancafiar-me em casa não faz sentido algum. Por mais paradoxal que possa parecer, é preciso estar exposto e se for o caso, contaminar-se com o vírus, pois só assim conseguiremos chegar nos sonhados 60 ou 70% da população já imunizada e podermos pensar em voltar à vida social como antes. Apesar que tenho minhas dúvidas se isso acontecerá. Sou uma pessoa introvertida, que não gosta de aglomerações, logo não tem sido muito difícil para mim.

Houve uma fase entre o começo do ano e o início disso tudo que eu estava bastante envolvido em atividades de montanha, nos treinos coletivos junto à Equipiazza. Que fase boa! Fiz muitos amigos, colecionei histórias e ótimos momentos. Quando o distanciamento social começou, por volta de 15 de março deste ano, junto a uma nova torção do joelho direito já bichado, a reflexão proporcionada pelos treinos suspensos e contato humano restrito às redes sociais me provocaram uma grande reflexão sobre os rumos da minha vida como um todo. Uma espécie de conflitos adolescentes rebuscados do tipo: "quem somos, de onde viemos e para onde vamos?".

E eu acho isso super importante. Parar e refletir. Não levar no automático. Um processo longo, confesso e somente quase dois meses depois desse recolhimento as coisas começam a ficar um pouco mais claras sobre o que quero do que me resta de vida.

E sobre isso, pretendo compartilhar com mais frequência com vocês, deixando meu canal no YouTube para compartilhar imagens que sejam verdadeiramente relevantes e não mais postar por postar. Assim também com Instagram e Facebook, no momento desativados buscando um pouco mais de concentração no que realmente interessa: trabalhar sério na Jamur Bikes e viver experiências interessantes sem a necessidade de exibi-las em uma ferramenta que sempre acreditei não ser a ideal para isso, principalmente o Instagram.

Recomeçar!

E você? O que tem feito nestes dias incertos?

Um forte abraço!

Oggi Velloce Disc fora do asfalto. Sim, é possível.

março 05, 2020

Aquário com Ascendente Gêmeos nas Montanhas

Bom dia, boa tarde, boa noite, senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Aquário com ascendente em gêmeos. Sempre em frente, novas ideias e jamais me apegando a pré concepções. Vivo me reciclando. Quem me acompanha aqui há mais de uma década sabe disso.

Mais uns dias de molho devido à nova entorse de joelho (eu nem estava correndo quando aconteceu, foi num salto bobo, final de treino no Araçatuba que você pode ver nesse vídeo aqui...), voltarei o foco àquilo que realmente me encanta: a vida nas montanhas.

Quase me peguei entrando numa verve competitiva e de performance novamente no Trail Running. Como aconteceu anteriormente comigo lá em 2013.⠀

Nada tenho contra essa abordagem, admiro demais essa garra tanto dos profissionais como dos meus dedicados amigos. São pura inspiração. Mas... quero leveza e tudo que o mundo lá fora oferece.⠀

Entendendo os sinais que a vida dá, me reconstruo e tomo a direção que me levará à mais saúde, mais diversão e mais oportunidades de contribuir de alguma forma na vida das pessoas. ⠀

Neste final de semana vai ter pedal gravel.⠀

Na próxima terça-feira, estarei novamente nas marteladas do Botânico com a Equipiazza.⠀

Temporada de montanhismo se aproximando e aguardo ansioso.⠀

Excelente dia a todos, namastê.⠀

janeiro 20, 2020

Uma das mudanças em curso para 2020

Oi!

Acho que um dos maiores aprendizados e uma das maiores decisões para 2020 foi focar no foco.


Engraçado isso né? Focar no foco. 


Preciso de foco. Com foco e direcionamento eu consigo ser mais consistente nos propósitos, ao mesmo tempo consigo extrair maior diversão dessa grande aventura que é viver e também sentir-me vivo e produtivo.

No esporte, como você deve estar percebendo, o foco está nas corridas em montanha para 2020. E como sempre vai ser mais sobre montanhas que sobre corridas, não se trata de competir em provas de corrida em montanha (apesar de já estar inscrito em uma e ter ideias de correr mais duas outras apenas). É mais sobre estar nas montanhas, correndo. Sozinho, com amigos, não importa. Estar nas montanhas é a ideia.

Assim sendo, decidi desfazer-me da minha bike esportiva, aquela que me acompanhou por praticamente dois anos de muito prazer nos pedais e na sua customização. Hora dos caminhos se separarem e direcionar minha veia esportiva àquilo que literalmente me tira o fôlego. correr em montanhas.


Contribuí como pude e da minha forma um pouquinho que seja para mostrar aos brasileiros uma diferente forma de pedalar. Que era mais sobre experiências do que sobre equipamentos. As Gravel Bikes hoje são realidade em nosso país, o cenário está em franco crescimento e fico contente de ter sido um dos que plantaram as primeiras sementes. Foram quase três anos dedicados ao tema com toda a paixão e ímpeto que me movem.


Hora de voltar às montanhas e direcionar essa mesma energia  a compartilhar um pouco do que aprendi com vocês nos 15 anos que corro em trilhas (com algumas pausas nesse meio aí). E sendo assim, pedalar como forma de treinamento será cada vez mais raro. Já providenciei outra bicicleta para utilizar nos deslocamentos diários e eventuais treinos regenerativos.

2020 tem muito a oferecer. É um ano onde completo 20 anos de montanhismo e 10 anos da minha primeira ultramaratona em trilha. Vamos celebrar!

Deixo abaixo as especificações da bike à venda. Valor de R$ 1.980, 00, parcelo em 12X sem juros no Mercado Livre. A vista, de forma presencial em Curitiba consigo melhorar isso, é só me chamar aqui na Jamur Bikes. A bike sairá revisada, em perfeitas condições, tem menos de 2.000 km rodados.

Vamos pra cima, bons treinos!

- Quadro e garfo: Marca Format 5222 em aço cromoly, pintura epoxi, para uso com freios a disco ou v-brake;
- Rodas: Shimano R500 24 e 28 raios para uso com freios v-brake ou caliper. Não aceita disco;
- Pneus: 700X35 Kenda Happy Medium dobráveis;
- Fita antifuro: sim;
- Pedivela: Shimano Claris 50X34 Octalink;
- Movimento Central: Shimano Octalink;
- Pedais : não acompanha;
- Trocadores: Shimano Claris R2000 (passagem interna dos cabos);
- Câmbio traseiro: Shimano Claris R2000;
- Câmbio dianteiro: Shimano Claris R2000;
- Freios: V-Brake Shimano R353 específicos para uso com STI;
- Corrente Shimano HG40;
- Guidão: Alumínio Zoom 440mm;
- Suporte de Guidão: Alumínio Zoom;
- Canote de selim: Absolute Alumínio;
- Selim: Fizik Tundra.

janeiro 07, 2020

Um 2020 nas montanhas

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Na verdade meu 2020 começou em dezembro, quando comecei a cuidar mais da alimentação e passei a meter uma sequência de corridas em trilha em lugares como Morro dos Perdidos, Caratuva, Tucum e vários Anhangavas.

Uma série de mudanças de ordem particular em novembro de 2019, inclusive com ajustes nas expectativas de viagens e equipamentos para bike e corrida, me levaram a concentrar ainda mais no tempo presente. Viver o hoje tornou-se mais importante do que nunca.

Tive um período de 15 dias de férias na segunda quinzena de dezembro de 2019 em que pude reordenar os pensamentos. Na primeira semana, decidido a me reencontrar como pessoa George Volpão e na segunda, hora de meter a mão na masa (ou os pés na trilha).

Assim foi feito e entro agora nesta nova década com motivação e disciplina suficientes para desfrutar cada sessão de corrida, de bike, de yoga, de alongamento como se fosse a última.

Tenho uma competição de trail running programada para o mês de abril e só. Um evento especial também aguardo para junho deste ano.

E assim vamos deixando fluir.

E você? Já traçou seu rumo?

Forte abraço!

janeiro 01, 2020

Promessas de Ano Novo para 2020

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Eu, George Volpão, venho aqui colocar minhas principais promessas para quem ainda me acompanha neste canal:

1) Postar semanalmente no blog,
2) Postar semanalmente no blog,
3) Postar semanalmente no blog,
4) Postar semanalmente no blog,
5) Postar semanalmente no blog,
6) Postar semanalmente no blog,
7) Postar semanalmente no blog,
8) Postar semanalmente no blog,
9) Postar semanalmente no blog,
10) Postar semanalmente no blog!

Repetindo dez vezes isso!!!

Bah, tenho este canal aqui que produzo conteúdo interessante (pelo menos é o que acho, considerando as estatísticas) desde 2006.

Bora tomar como meta para 2020? Ok, sei que já falei isso antes, que iria produzir mais textos para meus leitores. Mas, dá um desconto, não era promessa de ano novo né?

Ano novo, vida nova.

Isto posto, meu nobre (dizia um locutor esportivo paranaense cujo nome me foge agora), este é meu primeiro post de 2020. Todas as quartas feiras (me cobrem), algo para dizer aqui. Algo que não digo no Instagram, no YouTube, etc. Aliás, ando fazendo muito textão no instagram. Ok, você pode me seguir por lá também. Mas vou guardar a verborragia toda para o blog, onde a leveza dos dedos sobre o teclado do computador é mais adequada do que a urgência instagrâmica.

Feliz 2020, meus amigos!

Primeiro brinde rumo a 2020, na Fazenda da Bolinha, lugar onde vivi tanta coisa boa nos últimos 20 anos. 31/12/2019.





abril 22, 2019

Road Cycling. George Volpão e a Groove Overdrive 50 2019

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

E acabou que vendi minha bicicleta MTB e agora estou com uma bike de estrada.

Após recente trânsito periclitante no mundo das gravel bikes decidi-me por experimentar pedalar novamente uma bicicleta de estrada. Mas, é certo que eu faria algum tipo de alteração, pois nenhuma bicicleta vendida atualmente por aí está 100% afinada com meus gostos e propósitos.

Aliás, um dos propósitos é justamente poder pedalar em estradas de terra em boas condições a bicicleta escolhida, uma Groove Overdrive 50 ano 2019.

Até o momento, rodei com ela em apenas duas oportunidades: uma sessão de 20 km perto de casa e uma com 60 km no entorno de Curitiba, quando pude confirmar que posso seguir em frente com estas intenções graças às discretas mudanças que implementei na bicicleta:

1) Troca dos pneus originais dela, na medida 700X23 por um modelo Continental UltraSport 700X28. Com pneus desta largura, o conforto é aumentado consideravelmente e o controle da bike também melhora, principalmente em condições de asfalto molhado ou de rodagem em calçamentos diversos.

2) Par de rodas Shimano R501 substituindo as originais que, além de serem de qualidade muito básica, não me passavam confiança. Este par de rodas Shimano eu estava utilizando com sucesso na bike antiga gravel-que-não-é-gravel, a russa Format 5222 modificada.

3) Fita de guidão em dose dupla. Por sobre a fita de guidão original, produto de qualidade, instalei uma nova fita. Esse esquema traz mais conforto e uma pegada mais agradável, pois aumenta a espessura geral da pegada.

Rodei ainda muito pouco fora do asfalto com esta bicicleta mas as expectativas são as melhores. Sei da limitação decorrente do conjunto quadro-garfo-freios, uma vez que não há margem para equipar a bicicleta com pneus mais largos e com cravos, como os 700X35 que eu adoro. Mas, deixemos isso para as gravel bikes puras.

Como tenho basicamente só pedalado dentro de Curitiba durante a semana e raramente fazendo pedais mais longos aos sábados e/ou domingos, entendi que uma road bike mais "bruta" seria a melhor escolha para equilibrar rendimento e usabilidade. E ainda custa menos que uma MTB.

Em posts futuros, passarei mais imagens e especificações técnicas. Aproveito para deixar aberto o espaço para que deixem suas dúvidas, críticas e sugestões de conteúdo!

Abraços!


fevereiro 08, 2019

O Fim da Território Mountain Shop

Olá, senhoras e senhores. 

Um dia triste para mim. Recebi a notícia que a Território Mountain Shop encerrará suas atividades após 19 anos de mercado. 

Não me aprofundei nas razões e motivos para a decisão, mas não posso deixar de compartilhar minha consternação. 

Representei o time Território como atleta desde minha segunda prova de Trail Running, em julho de 2007. 

Recebia equipamentos, ajuda de custo para viabilizar viagens e, principalmente, as melhores vibes. 

Foram dezenas de provas nacionais e até mesmo uma Ultra Trail no Chile envergando o sagrado manto com orgulho e responsabilidade. 

Subi montanhas de cinco mil metros nos Andes, viajei de bike, acampei incontáveis noites na Serra do Mar sentindo-me parte do que era uma verdadeira família. 

Não posso deixar de lado também o fato de ter trabalhado com eles tanto nas vendas das lojas físicas como na operação da web, inclusive ajudando a criar o Território Mountain Team ainda em 2010, quando as corridas em montanha apenas engatinhavam no Brasil. 

Em 2014 me afastei do cenário da montanha e das corridas em trilhas mas as boas lembranças sempre permaneceram. E permanecerão. Um eterno muito obrigado!


Nessa foto, estou no cume do Cerro Franke (4.829m), Cordilheira dos Andes, Argentina, no dia 26 de janeiro de 2009. Essa viagem que já contei anteriormente aqui no blog, em grande parte só foi possível graças à Território. 



janeiro 23, 2019

Vídeo do Skyrunning no Anhangava

Salve, senhoras e senhores!

Deixo aqui o link para o vídeo do rolezinho pelo Morro do Anhangava. 

Se você não conhece meu trabalho no Youtube, então chega a mais e manda aquela inscrição no canal. Ajuda bastante a tornar os vídeos mais relevantes e a levar informação a mais pessoas.

Hoje, quarta-feira, 23 de janeiro ainda guardo umas poucas dores da atividade.
Reconheço que estou com uma abordagem equivocada nesta minha retomada das atividades esportivas. Tô dando muitas pauladas, pouca recuperação e sei que isso pode me prejudicar.

Portanto, vou tirar o pé. Mas cheio de vontade de encarar novamente o Anhangava ou de fazer um pedal longo no final de semana. De toda forma, as aventuras e os treinos continuarão.

Sigamos, bons treinos!




dezembro 18, 2018

dezembro 19, 2017

Planejando 2018 | Skyrunning, Gravel Bike e Montanhismo

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Bem, esta é a época certa para refletir, repensar e traçar estratégias para o próximo ano não?

Algumas metas já estão bem definidas.

1) Retorno às competições de corridas de montanha. Vou participar das três provas da série Skyrunning Brazil, na modalidade SkyRace® que são as de distância mais curta, a saber:

SkyRace®
17 de Fevereiro - Araçatuba Half Marathon - 21K, 1420D+
5 de Maio - KTR Campos - 20K, 1420D+
14 de Julho - Ultramaratona dos Perdidos - 23K, 1460D+

Estou motivado para me testar novamente nas trilhas, visando um melhor condicionamento físico e, principalmente muita diversão. Esse tempo que dei das competições entre 2014 e 2018 foi muito necessário para baixar a poeira e para desmontar o circo que se tornou o Trail Running naquela época. Havia um excesso de provas, um excesso de gente interessada apenas em ganhar dinheiro (organizadores malvados) e de posers que nada tinham a ver com a vibe que aprecio em uma montanha.

A poeira baixou e volto a me sentir confortável em alinhar novamente nestas provas. Enfim, a filtragem foi feita. Bora retornar.

2) Participar das primeiras competições na categoria Gravel Bike. Vai ter duas destas provas aqui no Paraná e vou nessa. Ainda não defini a distância, mas sei que a primeira será dia 15 de abril, a Milk Race na Colônia Witmarsun. Vai ser legal, cheio de amigos do ciclismo juntos.

3) Continuo sem ingerir produtos de origem animal, mas não me rotulem como vegano, pelo amor de Deus. tenho meus motivos :)

4) Vamos pedalar mais e correr mais. To feliz nessas escolhas.

5) Quero lançar mais um álbum com uns 40 minutos de músicas inéditas, lá para o final de 2018.

E vocês? Muitos planos?

Grande abraço a todos.

Namaste.







dezembro 11, 2017

Resuminho da terceira semana de treinos rumo aos Andes

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Ainda não consegui cumprir o prometido, de postar textos nas terças e quintas...

Estou com uma carga de trabalho bem puxada na Jamur Bikes, com equipe reduzida, mas a partir da próxima semana tudo se resolverá, fazendo com que eu consiga chegar em casa e ter vontade de olhar pro computador :)



De toda forma, deixo aqui o vídeo da semana, onde mostro e falo um pouco do que rolou na terceira semana de treinos voltados às altas montanhas dos Andes.

Grande abraço!




novembro 30, 2017

Voltemos aos "escritos"

Olá, senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

A partir de agora, vou postar um resumo dos treinos, rotina e alimentação que irei usar para minha ida aos Andes em 2019. Por enquanto, basicamente os treinos consistem em ir e voltar de bike em dias alternados entre trabalho e casa.

Como disse no post anterior, a tomada de decisão e o início da jornada começaram 407 dias antes da data prevista de partida daqui do Brasil, que é dia 01 de  fevereiro de 2019, uma sexta feira.

São 63 semanas. Já se foram duas, faltam 61 (para quem é bom de contas mas nem tanto em concordância verbal).

To contente que o meu canal no YouTube tem apresentado um crescimento consistente de inscritos, visualizações e minutos assistidos. Conto com você por lá!

Irei priorizar estas duas plataformas para a divulgação, abandonando mais ainda as palhaçadas do Sr. Zuckerberg e seu Facebook e Instagram (este inclusive está até desativado). No Facebook, fica apenas a fan page.

Voltemos aos "escritos" aqui e aos "inscritos" no YouTube.

Todas as segundas-feiras haverá a postagem com o resumo. Nas quintas feiras, assuntos de tema geral. Se quiserem sugerir algo, estou totalmente à disposição!

Cordial abraço e namastê!


Um dia desses, voltando para casa em um fim de tarde pela BR-116


setembro 18, 2017

Microaventuras de Primavera | Bike e Montanha

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Poxa, fazia tempo que eu não dava uma dessas hein?

Foram 36 km de bicicleta até a Fazenda Pico Paraná, seguidos de uma ascensão ao cume do pico do monte do Morro Itapiroca (1.805m), uma selfie nu, e do retorno de bike até Quatro Barras, onde moro. Foi a minha 42ª subida ao Itapiroca desde a primeira vez por lá, do dia 09 de setembro de 2001.


Tucum e Camapuan vistos do cume do Itapiroca, Serra do mar paranaense.


Total de oito horas de movimentação, como pode ser visto no meu Strava. O nu frontal pode ser visto no Instagram mesmo, para os curiosos.

Lembro que fiz dessas coisas de ir de bike e subir montanhas da Serra do Ibitiraquire lá por 2004 ou 2005. Tenho estado bastante animado com a volta aos treinos de bike, corrida e montanha.

Gravel Bike de verdade. Com tênis amarrado no canote de selim. 



Deixei dois vídeos com a trip completa, a quem interessar possa, abaixo:


Parte 1


Parte 2



E o mais legal disso tudo é que não se tratam de atividades pensando em competições que possam vir, ou para eventos grandiosos. Não. É pura curtição de um dia. Por isso o nome "Microaventura". Saiba mais sobre o conceito assistindo esse vídeo aqui: https://youtu.be/vwHwXId0pxE


Forte abraço!

Namastê! 

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junho 26, 2017

E a nova Kode Straat no Gravel? Pedal de sábado

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Foi, achei sensacional pedalar esta bike. Realmente, bicicletas do tipo Gravel me fazem muito mais a cabeça hoje em dia do que as já tradicionais mountain bikes.

Quer saber mais sobre meu pedal de sábado e sobre Gravel Bikes? Assine o canal no Youtube, assista o vídeo abaixo e me siga nas redes sociais :)

Baita abraço, ótima semana, namastê!








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junho 16, 2017

Para que competir?

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Fiz a pergunta do título deste post pela primeira vez no final de 2014.

Escrevi em post recente (acesse aqui) que tinha decidido abandonar as competições de trail running após a minha participação na APTR Paraíba do Sul, quando consegui um honroso (kkkkkkkkkkkkkk) primeiro lugar na minha categoria.

Algumas semanas depois rompi o ligamento cruzado anterior do joelho direito. As férias forçdas me obrigaram a repensar algumas coisas.

Mesmo assim, em maio de 2014 competi naquela que foi, definitivamente minha última prova de trail running, que foi a Indomit Costa Esmeralda 21K. Você pode ler o relato aqui:

http://www.georgevolpao.blog.br/2014/05/indomit-costa-esmeralda-2014.html

Inclusive, se ler com atenção, poderá reparar como eu já observava atletas "que ainda estão mais preocupados com suas redes sociais - impressionante a quantidade de gente dos 21K e dos 12K correndo na praia e digitando no celular - do que com a incrível oportunidade de correr em um paraíso, desfrutando o momento.

Foi realmente o basta. Passei o restante daquele ano ainda envolvido com as provas, mas trabalhando para a Revista Trail Running e cheguei até a fechar contrato de parceria com uma grande marca estrangeira do mercado esportivo de aventura. Durou pouco e dei graças a Deus quando o contrato encerrou no final do ano.

E aí a pergunta veio forte: para que competir?

Competir é bom. Já participei de provas de duathlon, mountain bike, corrida de rua e de montanha... acho que vale até considerar os Jogos Escolares de 1989 em Paranaguá - PR quando eu jogava handebol.

Competir nos torna pessoas mais focadas e determinadas. Traz um tipo de motivação que nem sempre conseguimos por nós mesmos.

Mas, nessa reflexão toda que houve em fins de 2014, comecei a lembrar que os momentos mais prazerosos na vida outdoor (corrida, bike, montanha, etc) foi quando não estava buscando uma linha de chegada.

- Foi na montanha sozinho.


Pico Belo Horizonte - Serra do Curral, julho 2009.




- Naquele nascer do sol na montanha.

Valle del Plomo - Cordilheira dos Andes, Chile, fevereiro 2009





- Na chuvarada descendo o Pico Paraná.

Pico Paraná - Serra do Ibitiraquire, outubro 2014.



- Vendo as pessoas felizes em eventos de Bikepacking como esse:





- Pedalando até literalmente o cu fazer bico como nessa viagem em 2012...

Tijucas do Sul, agosto 2012.


Com o circo armado hoje, como já disse anteriormente também, este palhaço aqui não faz mais parte.

Faça mais perguntas. Elas são muito mais interessantes que as suas respostas.

Um grande abraço, namastê.


Dois meses depois, voltei a correr em trilhas — novamente no Anhangava. Nesse meio tempo, foram poucas corridas pela cidade, mas com direito...