agosto 28, 2017

Aquela sumidinha básica, mas estamos de volta

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Depois de quase dois meses longe daqui, depois das férias do trabalho e dos conteúdos digitais, I'm back.

E sem nenhuma foto pela na montanha.

Fiz uma ou outra atividade no Morro do Anhangava, pertinho aqui de casa e também no Caratuva, montanha que já visitei umas 30 vezes.

Neste tempo desenvolvi uma relação ainda mais apaixonada com as bikes do tipo Gravel, o canal no Youtube continua crescendo junto com a interação da comunidade de graveleiros que está se formando.

Sendo assim, pretendo postar por aqui algum conteúdo escrito, uma vez que nem todos conseguem acompanhar através de vídeo. Além, claro, do meu gosto por escrever, algo que estava um pouco de lado, mea culpa.

Tenho aprimorado também o gosto pela culinária agora que me tornei vegano em definitivo. Experimentar novos sabores, temperos e misturar tem realmente me encantado.

Teve também corrida de rua, teve retiro com a Monja Coen, teve lançamento de músicas no Spotify (através do site você consegue ouvir).

Enfim, teve de tido (menos texto aqui).

Agora vai ter.

Abraços, namastê!











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julho 05, 2017

Férias | Voltaremos em breve!

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Deixo abaixo meu vídeo de férias. Férias de trabalho e férias de interação digital.

Entre os dias 06 e 31 de julho, estarei offline dos canais digitais como Facebook, Instagram, Youtube, Strava e outros que uso.

Vamos lá viver as férias MESMO.

Saudações, até o próximo mês!







Abraços, namastê!

junho 26, 2017

E a nova Kode Straat no Gravel? Pedal de sábado

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Foi, achei sensacional pedalar esta bike. Realmente, bicicletas do tipo Gravel me fazem muito mais a cabeça hoje em dia do que as já tradicionais mountain bikes.

Quer saber mais sobre meu pedal de sábado e sobre Gravel Bikes? Assine o canal no Youtube, assista o vídeo abaixo e me siga nas redes sociais :)

Baita abraço, ótima semana, namastê!








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junho 22, 2017

PERGUNTE AO VOLPÃO #004 | GRAVEL, CYCLOCROSS E MTB

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Hoje postei um vídeo onde esclareço algumas dúvidas que surgem nas minhas redes sociais e pelo YouTube.


Acompanhe no vídeo:

- Qual a diferença entre Bikes de Cyclocross e de Gravel?
- Por que Gravel Bike pode ser mais interessante que uma MTB típica?


E aproveite pra se inscrever no canal :)





Abraços, namastê!

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junho 21, 2017

Nova Bike Kode Straat - Uma boa opção para montar uma Gravel Bike

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Poxa, que bike da hora!

Recebemos aqui na Jamur Bikes e já fiquei de olho grande.

E adianto, já garanti a minha!

Sim, a Kode Riff 70 vai retornar à proposta para a qual foi concebida (MTB 27.5 polegadas) no futuro (poca plata por ora) e vou apenas colocar o guidão drop e trocadores STI na nova Kode Straat.

Vejam a imagem abaixo, retirada do site do fabricante, bem como sua geometria:






Não parece ser muito apropriada para montar uma Gravel que é quase Gravel? Um top tube mais parecido com as speeds do que com as MTBs, um clearance menor na passagem das rodas, passagem dos cabos interna e outras características me levam a crer que esta bike pode andar muito confortavelmente entre estradões de cascalho (gravel roads) e asfalto, ou mesmo trilhas leves.

Bora fazer essa alteração.

Abaixo um vídeo mostrando a bike como ela vem de fábrica, original.




E aqui a ficha técnica:

- Quadro em alumínio 6061.
- Garfo: Alumínio.
- Cor: Champagne.
- Marchas: 16.
- Câmbio Dianteiro: Shimano Claris 2400.
- Câmbio Traseiro: Shimano Claris 2400.
- Trocadores: Shimano Claris.
- Pedivela: Shimano Claris 2450.
- Pedal: Alumínio WPD 313.
- Movimento Central: Shimano BB300.
- Movimento de Direção: Kode Aheadset Semi Integrado.
- Anéis espaçadores de Direção: 10mm.
- Corrente: Shimano 8V.
- Cassete: Shimano HG50 8V.
- Cubos: Shimano TX505.
- Freios: Disco Hidráulico Shimano M445.
- Aros: Alumínio 700C Kode Straat.
- Raios: Em Aço Pretos.
- Pneus: Rubena Hook.
- Guidão: Reto Kode 31.8 em Alumínio Preto.
- Mesa: Kode Alumínio 6061.
- Canote de Selim: Kode 27.2. Com Carrinho.
- Selim: Kode Preto.
- Peso aproximado: 12,2 kg no tamanho 17.


Abraços, namastê!

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junho 20, 2017

O que estou usando #002 | Roupas para frio na corrida

Senhoras e senhores tudo bem com vocês?

Deixo abaixo um vídeo do meu canal Nature Sessions onde abordo o equipamento básico de vestuário (sim, vestuário técnico é equipamento).

Já peço de antemão, se ainda não o fez, que se inscreva no canal, pois já tem e ainda terá muito conteúdo de corrida, trail running, gravel bikes, montanhismo, vegetarianismo e mais.

Muito obrigado!


Na foto, Leonardo Freitas e eu antes da largada da Super Meia Maratona Notura de Extrema -MG, corrida em montanha com 24 km no frio do inverno na Serra da Mantiqueira. Junho de 2011.





junho 16, 2017

Para que competir?

Senhoras e senhores, tudo bem com vocês?

Fiz a pergunta do título deste post pela primeira vez no final de 2014.

Escrevi em post recente (acesse aqui) que tinha decidido abandonar as competições de trail running após a minha participação na APTR Paraíba do Sul, quando consegui um honroso (kkkkkkkkkkkkkk) primeiro lugar na minha categoria.

Algumas semanas depois rompi o ligamento cruzado anterior do joelho direito. As férias forçdas me obrigaram a repensar algumas coisas.

Mesmo assim, em maio de 2014 competi naquela que foi, definitivamente minha última prova de trail running, que foi a Indomit Costa Esmeralda 21K. Você pode ler o relato aqui:

http://www.georgevolpao.blog.br/2014/05/indomit-costa-esmeralda-2014.html

Inclusive, se ler com atenção, poderá reparar como eu já observava atletas "que ainda estão mais preocupados com suas redes sociais - impressionante a quantidade de gente dos 21K e dos 12K correndo na praia e digitando no celular - do que com a incrível oportunidade de correr em um paraíso, desfrutando o momento.

Foi realmente o basta. Passei o restante daquele ano ainda envolvido com as provas, mas trabalhando para a Revista Trail Running e cheguei até a fechar contrato de parceria com uma grande marca estrangeira do mercado esportivo de aventura. Durou pouco e dei graças a Deus quando o contrato encerrou no final do ano.

E aí a pergunta veio forte: para que competir?

Competir é bom. Já participei de provas de duathlon, mountain bike, corrida de rua e de montanha... acho que vale até considerar os Jogos Escolares de 1989 em Paranaguá - PR quando eu jogava handebol.

Competir nos torna pessoas mais focadas e determinadas. Traz um tipo de motivação que nem sempre conseguimos por nós mesmos.

Mas, nessa reflexão toda que houve em fins de 2014, comecei a lembrar que os momentos mais prazerosos na vida outdoor (corrida, bike, montanha, etc) foi quando não estava buscando uma linha de chegada.

- Foi na montanha sozinho.


Pico Belo Horizonte - Serra do Curral, julho 2009.




- Naquele nascer do sol na montanha.

Valle del Plomo - Cordilheira dos Andes, Chile, fevereiro 2009





- Na chuvarada descendo o Pico Paraná.

Pico Paraná - Serra do Ibitiraquire, outubro 2014.



- Vendo as pessoas felizes em eventos de Bikepacking como esse:





- Pedalando até literalmente o cu fazer bico como nessa viagem em 2012...

Tijucas do Sul, agosto 2012.


Com o circo armado hoje, como já disse anteriormente também, este palhaço aqui não faz mais parte.

Faça mais perguntas. Elas são muito mais interessantes que as suas respostas.

Um grande abraço, namastê.


Dois meses depois, voltei a correr em trilhas — novamente no Anhangava. Nesse meio tempo, foram poucas corridas pela cidade, mas com direito...