maio 12, 2014

Skyrunning Tropical é aqui (parte I)

Olá, buenas.

Quem me conhece um pouco sabe como gosto de montanha MESMO!

Sim, aprecio também correr em trilhas mais roladas (aquelas sem tantos obstáculos e mais planas, quase em terra batida). Mas curto de verdade é subidas e descidas fortes e técnicas, principalmente se tiver que usar os braços.

Tenho um lugar muito bom assim aqui pertinho de casa. Um circuito de aproximadamente 4,5 km e quase 400 metros de desnível positivo. Trata-se do Morro do Anhangava. Gosto de subir pela trilha frontal, onde existe inclusive alguns degraus de ferro cravados na rocha. É vertical mesmo! Padrão Skyrunning.

Não sabe o que é? Vou falar sobre em breve. Basicamente é correr no céu, como sugere o nome. Montanha para valer, com alguma dificuldade técnica sem, no entanto, se tratar de escalada. É subir e descer montanhas rapidamente por trilhas recheadas de lama e pedras, sempre com bastante desnível.

No caso do Morro do Anhangava, esse desnível nem é tão grande assim, então tenho o hábito de fazer o cume duas vezes a cada rolê que dou por lá. Assim fiz no no sábado passado, com a Ana Barbara. Fomos até a base de bicicleta, deixamos no estacionamento do nobre Julio Nogueira e tocamos para cima. Tempo ruim, um pouco chuvoso, muito úmido e friozinho de montanha.

Ótima oportunidade para testar alguns produtos que nos foram enviados, a saber na ficha técnica abaixo. Fica o convite para quem é redondezas. Treino de montanha, perto de Curitiba (25 km do centro da cidade), é no Morro do Anhangava.

George Volpão usou:

Tênis: Asics Gel-Fuj Racer 3 (em avaliação);
Meias: Louis Garneau;
Shorts: Bermuda ciclismo mauro Ribeiro Sports (com forro removido, atuando somente como compressão);
Camiseta: Kalenji (aquelas de 25 reais, excelente)
Manguitos: Jamur Bikes;
Viseira: Gu Headwear (pouco usei, tempo horrível);
Bandana: Ecohead.
Mochila: Curtlo X-Skin (em avaliação);
Câmera Sony Action Cam (em avaliação);

Abaixo, imagens e vídeos da empreitada.

Abraços!








maio 07, 2014

As lições da KTR Series 2014

Oi, bom dia!

Um tema que me apetece tratar: o que aprendemos com as experiências vividas. Estive no final do mês passado na cidade de Passa Quatro - MG, participando da KTR Series, primeira edição de um evento que trouxe muitas coisas positivas para o cenário das corridas de montanha. Lá estive não como atleta, mas como enviado da Revista TRAILRUNNING, para quem trabalho atualmente. Acompanhei também os amigos que iriam competir na prova, inclusive dois que estão entre os melhores da modalidade em nosso país mas ainda eram desconhecidos no eixo Rio/São Paulo: Leonardo Meira e Letícia Saltori. Ambos foram campeões em suas modalidades e distâncias.

O que mais ficou evidente é que, pela primeira vez, tomamos contato com uma modalidade nova no Brasil: o "Mountain Running". Até então, muitas provas ditas "de montanha" nada mais eram que corridas em trilhas (o clássico trail running) e muitas vezes nem isso: somente estradas de terra. Claro, já existiam provas de dificuldade física e técnica bastante intensas no Brasil, entre elas poderia citar a Maratona dos Perdidos, Half Mision Brasil e a Maratona da Chapada Diamantina. Mas um percurso 100% montanha, travadíssimo e com desnível altimétrico absurdo, tivemos pela primeira vez na KTR Series. Muito corredor saiu assustado - e alguns indignados - com o que encontraram. Trilhas fechadas, inclinações absurdas, cordas, risco de quedas e tudo aquilo que somente uma montanha de verdade pode oferecer. Algo no padrão Skyrunning, modalidade bastante popular na Europa. Este foi um aspecto que muito apreciei: montanha de verdade. Técnica, força e resistência, tudo combinado com um profundo respeito ao ambiente e aos colegas de atividade.

O segundo ponto que poderia citar foi com relação à organização como um todo. Particularmente, prefiro provas com menos mimimi. Ainda não entendi a motivação de levar um telão de sei lá quantos metros e grandes estruturas metálicas a um local de acesso tão remoto. Para se ter ideia, os atletas e acompanhantes seguiram em kombis escolares por uma estradinha de terra de 15 quilômetros morro acima, para chegar à base da prova. Não era recomendado subir com carro próprio pois, obviamente, o local não comportaria a presença de centenas de pessoas e seus automóveis. A meu ver pareceu uma tentativa de levar um pouco de "urbanidade" ao local. O que caiu bem foram as refeições, lanches e bebidas vendidos no local, já que se tratava de competição de longa duração e as pessoas tinham acesso a essa comodidade. Havia também banheiros químicos, outro ponto positivo, algo raro em provas de montanha. O local contou também com exposição e vendas de produtos das marcas parceiras da organização. Havia também um sistema de iluminação eficiente e bonito, já que boa parte dos atletas finalizou a prova após anoitecer. Bastante válido. Minha bronca ficou mesmo com o telão, hehe. Tanto lugar bonito por lá para entreter as pessoas...

Alguns problemas ocorreram por lá, nem tudo foram flores: atraso na largada, informações confusas, Exigência de itens obrigatórios mas que não foram conferidos antes e/ou depois da prova, atletas que se perderam devido à deficiência na sinalização, outros que erraram caminho por orientação de staffs mal preparados e distância total do percurso que deu margem  dúvidas (alguns atletas alegaram que o percurso tinha 23 quilômetros, outros 28 no máximo, no caso da modalidade 30K). Sei da enorme dificuldade em organizar uma prova com orçamento restrito e verba quase nula em patrocínios. O primeiro evento é sempre um "laboratório", onde identificam-se alguns erros e aprende-se a corrigi-los para edições futuras. Da mesma forma, a organização esteve sempre disponível a prestar esclarecimentos e mostrou-se acessível aos questionamentos que surgiram.

Muito se tem falado, principalmente nas redes sociais, sobre os valores de inscrições em provas de Trail Running. Por que são mais caras que as corridas de rua, por que virou negócio, por que isso, por que aquilo. Não vou entrar no mérito de questionar e debater novamente um assunto batido e recorrente desde o boom das corridas de rua, que surgiu no final da década passada. Acho que o mais importante é trabalhar em cima do que essa prova em especial representou para o cenário Trail nacional. O valor pago por cada atleta não foi baixo mas no meu entender foi bastante recompensado com o que foi oferecido, tanto em termos de kit como de estrutura.

Impossível deixar de mencionar o clima agradável de amizade entre atletas, organizadores e todos os presentes por lá. Todos com o objetivo principal de desfrutar a montanha. O clima de competitividade ficou por conta de meia dúzia de amadores preocupados mais com o relógio. A imensa maioria, inclusive os mais velozes, queria mesmo era curtir aquilo tudo.

Gosto de provas menos badaladas, com menos badulaques nos kits, onde o foco seja na segurança do atleta e no percurso desafiador e bonito. Mesmo assim, a KTR Series me pareceu uma prova que valeu muito a pena. Ando afastado das competições de trail running por dois motivos: a lesão do LCA e a falta de motivação em querer medir forças e perseguir linhas de chegada. A KTR Series é uma prova que facilmente me tiraria desta zona de conforto e me motivaria a me desafiar em uma competição. Que venha a próxima edição!

Meu muito obrigado à equipe da Revista TRAILRUNNING pela oportunidade e aos companheiros que convivi naqueles dias. Tentar citar um por um poderia incorrer em alguma injustiça.

Abraços!



As amizades que a montanha proporciona. Sem preço!


maio 06, 2014

Transvulcania 2014


Olá!

Neste final de semana, mais precisamente às seis horas de sábado, 10 de maio (horário local) acontecerá a largada da Transvulcania (também conhecida como TUV) na Ilha de La Palma, Arquipélago das Canárias, Espanha. Seu percurso, lindíssimo por sinal, conta com aproximadamente 83 quilômetros e desnível positivo de pouco mais de 4.400 metros.

Vai ser interessante observar e acompanhar os pegas e o nível do pessoal que estará lá:

Kilian Jornet (campeão em 2013 e 3º colocado em 2012), um dos grandes nomes do esporte;
Luis Alberto Hernando (vice em 2013), com uma ótima temporada de 2013 em provas longas;
Dakota Jones (campeão em 2012), com boas participações em 2013 (vice na U.R.O.C., por exemplo).
Sage Canaday (terceiro em 2013), que acabou de vencer a Tarawera Ultramarrathon na Nova Zelândia, semanas atrás.
Tim Olson; terceiro na Transgrancanaria em março deste ano.
Xavier Thevenard, o francês campeão do Ultra Trail du Mont Blanc, entre outros ótimos resultados em 2013. 

No feminino, destaco a presença de Emilie Forsberg, que venceu em 2013; de Núria Picas que acaba de faturar a Ultra Trail du Mont Fuji duas semanas atrás e de Anna Frost que levou em 2012. Frost vem de um ano complicado recuperando-se de seguidas lesões. Porém, no final de 2013 correu uma consistente The North Face Endurance Challenge San Francisco conquistando a oitava posição em seu retorno às competições, ainda longe de sua melhor forma.

Luis Hernando (esq.), Kilian Jornet (centro) e Sage Canaday (dir.), os top 3 em 2013 na Transvulcania.
(foto:divulgação)


Esta será verdadeiramente a primeira neste ano para ver se Kilian Jornet ainda é sobre-humano (alguém duvida?), já que estará vindo de uma temporada sobre esquis (assim como Forsberg, Luis Hernando e Thevenard. Outros grandes atletas estarão presentes, infelizmente nenhum brasileiro de ponta.

Aí está uma bela prova para nós, amadores que somos, experimentarmos um dia.

Abaixo, um vídeo do que foi a edição 2013 deste evento.

Abraços, ótima terça a todos.


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PS: Atualização 08 de maio: Núria Picas desistiu de correr a Transvulcania. Irá privilegiar sua participação no Ranking da Ultra-Trail World Tour, correndo a TNF 100 Austrália em algumas semanas.





fevereiro 09, 2014

INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail

Ok, meu lance não será exatamente um Ultra Trail, não na distância. Mas o fato é que após a grave (ou nem tanto assim) lesão do Ligamento Cruzado Anterior e uma recuperação aceleradíssima - segundo especialistas, sinto-me apto a voltar a competir em provas de Trail Running.  O evento escolhido foi a INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail na modalidade 21 quilômetros.

A prova se dará nos municípios de Bombinhas, Porto Belo e Itapema, no litoral catarinense. Um local recheado de belas paisagens e que conta com ótima infraestrutura de acesso, hospedagem, alimentação e, principalmente, locais agradabilíssimos para correr.

Organizada pelo pessoal do Bombinhas Runners, que foram os responsáveis pela realização de cinco edições da K42 Bombinhas entre 2009 e 2013, a INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail conta com opções de 100, 84, 65, 50, 21 e 12 km.


Foto: Divulgação INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail

Escolhi a opção de 21 quilômetros para meu retorno ao esporte corrida de montanha. Uma distância que sempre apreciei, pois equilibra desafio físico com curtição. Provas muito longas exigem outro tipo de preparação, para a qual não tenho condições por ora. Para aqueles que tem pouco tempo na prática do esporte,os 21K também se mostram como um desafio possível e de muita superação. 

É também uma oportunidade de deixar bem claro que não é somente através das ultra distâncias que podemos satisfazer nossa natural necessidade de aprovação social. Infelizmente, correr para os outros é um dos males que acabam vindo junto com a massificação das corridas de longa distância. Hoje, mostrar que se corre, principalmente as ultra distâncias, parece mais importante que apenas ir lá e correr. Eu lido o tempo todo com esta tênue linha que separa a correta e motivadora difusão do esporte da vazia e fútil exposição digital do "me amem, sou guerreiro".

Quem acompanha o blog sabe que em 29 de novembro sofri uma queda durante um salto treinando no Parque São Lourenço em Curitiba. Neste acontecimento, houve uma ruptura do LCA - Ligamento Cruzado Anterior, diagnóstico confirmado através de exame físico pelos dois médicos que visitei no período de 10 dias pós-trauma. Não realizei exames de imagem, exceto o tradicional raio-x que, neste caso, serviu apenas para confirmar a inexistência de fraturas. Certamente uma Ressonância Magnética confirmaria a extensão e gravidade do caso. Mas, como a grana anda curta... 

No final de janeiro, em uma conversa e avaliação com o amigo Lionson Reckziegel, fisioterapeuta e corredor de montanha, após nova avaliação, sugeriu um plano de fortalecimento muscular por três meses antes de avaliar a minha capacidade de voltar a correr. Assim, logo iniciei um forte programa de treinamento funcional na Academia Vibe Center, três vezes por semana, junto com treinos de bicicleta nos sábados e/ou domingos para ajudar no cardiorrespiratório. Com duas semanas de atividades já tenho sentido maior confiança no joelho lesionado, a ponto de realmente acreditar que posso voltar a correr em trilhas sem maiores riscos de nova lesão, pelo menos até o momento de ver a extensão da lesão através do exame de imagem. E aí, então, avaliar a necessidade de cirurgia para reconstrução do LCA. 

No meio disso tudo, eu estava tranquilo com relação à minha decisão de não mais competir, de não mais participar de eventos do gênero como atleta. Estava satisfeito com minha condição de estar apto para poder pedalar e subir as montanhas de maneira pacífica e sem correria. Não estava impedido de fazer coisas que realmente amo. Porém com os constantes avanços na recuperação e com meu envolvimento cada vez maior com o cenário trail runner fica realmente impossível não ser "contaminado" com essa energia toda que pulsa no universo das corridas de montanha.

Hoje minha principal fonte de renda é a prestação de serviços para um organizador de eventos do esporte, a TRC Brasil que realiza corridas de montanha do jeito que eu gosto, com paixão e profissionalismo em percursos verdadeiramente de montanha. Diariamente sou consultado por diversas pessoas interessadas no esporte, estabeleço contatos, fortaleço parceria, trabalho ideias, enfim, estou inserido até o pescoço nessa atividade chamada trail running. E, posso garantir que não é nada legal ser um corredor de montanha de internet. Bom mesmo é ir lá e ver com os próprios olhos e sentir as trilhas com as próprias pernas.

Assim, fica o convite para que você também participe desta festa chamada INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail. Agradeço a confiança de toda a equipe de Bombinhas Runners. Inscreva-se no link abaixo e venha comigo!


Beijos, abraços e ótima semana a todos.

fevereiro 06, 2014

Propaganda de Refrigerante



Envelhecer não significa necessariamente embrutecer. Não vejo a vida como o leite e o vinho, que com o passar dos anos azedam. Eu vejo como a oportunidade de viver cada vez mais intensamente pois a dura realidade é que cada dia que passamos aqui é um dia a menos por viver.

E isso não é negativo. Isso é positivo pra caralho! Isso é viver cada segundo. Isso é permitir perder o fôlego em um pôr do sol, em um primeiro beijo ou na assinatura de um contrato de compra do seu primeiro imóvel. Viver positivamente deveria ser muito mais que um slogan de uma propaganda de refrigerante. Viver assim é o que me mantém firme na lida. Na lida e não na luta. Não vejo a vida como uma luta. Não gosto de lutas. Eu gosto de ousar e conquistar. Um desbravador é como me vejo. Não me torna melhor que ninguém, jamais houve pretensão assim.

Agora, com 37 anos completados no dia de ontem, todo aquele cinza que as vezes aparece no meu campo de visão, começa a se diluir. Como um filme dos anos 30 que foi colocado som e cores posteriormente. Uma história já escrita e que toma novos tons. Uma certa maquiagem. Colorir a vida nunca me pareceu fácil. Mas torna-se necessário.

Necessário é, segue o baile. Com fé!

Quando o sol nasce, a escuridão se vai. Da alma, inclusive. Vista do Solar dos Volpão, residência oficial deste que vos escreve estas linhas tortas.

fevereiro 04, 2014

Prepara!

Prepara!

Prepara a metralhadora verborrágica e inútil. Prepara a cabeça se é que ainda existe. Existe? Existir ou não é algo que não se pode dizer. Afinal, o homem é o animal mais inteligente do planeta. Mas essa é a visão do homem, não? Se eu fosse um macaco, me acharia muito mais sábio. Para que descer das árvores, criar cidades, ficar rico, comer mais mulheres?

Prepara a ideia ridícula de querer, lutar e poder. Prepara o bolso para ter dinheiro para comprar sem se vender. Assim somos, assim vivemos e assim deve continuar. É a lei, doutor, por favor respeito. Ser proativo, neoliberal ou velha-virgem pouco interessa. As cortinas abertas mas a janela fechada que impede o ímpeto. A fúria que vem do mal mas traz o bem. Porque nada é tão bom que não possa melhorar ou nada é tão ruim que não possa ficar pior? Tirando o ruim, o resto está bom? Qual é, cara?

Prepara a cara porque não pode ter nem sebo nem espinha. E se tiver, por favor, favor rebocar com aquele make da China. Não pode ser feia, nem pobre a ponto de ter somente dinheiro. Compartilha e me dá um like? Tenso né, guria?

Prepara o bucho porque existe um 38 e é ótimo falar isso. Não olha para a mina, não ouse querer dobrar na conversa. Quer bala, quer perna quebrada, quer sangue. Quer o que, cara pálida? Quer assumir a imbecilidade? Conseguiu. És mais autêntico que eu, que me escondo pelas noites escuras.

Mas não, não termina assim comigo. Vamos tomar um café?

fevereiro 01, 2014

A Vida nas Montanhas com Anton Krupicka

Olá!

Nunca escondi de ninguém minha admiração por este cabeludo esquisito. Acompanho sua vida nas montanhas desde o antigo blog Riding the Wind e agora continuo aprendendo muito no site pessoal, o www.antonkrupicka.com.

Conheci o cara, seu blog e seu primeiro filme em 2008, bem antes do atual boom do trail running no Brasil e seus adeptos que se inspiram nos atletas mais visualmente do que nos valores.

Anton vive verdadeiramente a montanha, equilibrando uma paixão verdadeira pelas montanhas à uma vida atribulada como atleta profissional de uma grande marca de calçados esportivos.

No segundo filme, In A High Country, lançado no ano passado, há uma mostra ainda maior de sua relação com as montanhas, que me inspira cada vez mais de que o que mais vale são os momentos passados lá em cima.

Alguém com o vínculo muito maior com o ambiente do que com o esporte. Valorizo!

Abaixo e aqui um trecho do filme acima citado, que muito me agrada.

Boa semana!



Dois meses depois, voltei a correr em trilhas — novamente no Anhangava. Nesse meio tempo, foram poucas corridas pela cidade, mas com direito...