Não é segredo algum para quem me acompanha há mais tempo que tenho dedicado mais energia ao compartilhamento de assuntos, de novidades e de interesses lá no YouTube.
O formato de vídeo me agrada tanto quanto o da escrita, apesar do processo todo ser um pouco mais demorado por conta da edição principalmente. De toda forma, se eu me dedicar mais ao YouTube e ao blog do que ao consumo de conteúdo inútil no Instagram ou em grandes sites de notícias gerais, eu consigo dar conta.
E ainda com a possibilidade de linkar tudo isso, agregando os conteúdos.
Como é o caso deste post, onde gentilmente convido-lhes a assistir este vídeo onde trato das mudanças em vista no âmbito profissional. E claro, por favor não esqueça de deixar aquele like da satisfação bem como se inscrever se ainda não for inscrito!
Neste processo de compartilhar e registrar a minha vida esportiva aqui neste espaço praticamente imutável, penso ser a hora de retomar meus "relatórios" semanais de treino.
Eu gosto muito disso de blog pois é verdadeiramente um espaço "meu". Ok, está hospedado em alguma nuvem digital, vinculádo ao Google, etc... mas é diferente de ter os registros de treino no Strava ou no Instagram. Um dia esses apps chegama ao fim igual aconteceu com o Orkut e como ficaria?
Então semanalmente, aqui os registros :)
Segunda, 22-07-24
Manhã: Bike - 5K em 29:, asfalto, trajeto para a Bike4U.
Só sobe, só sobe... Pernas pesadas do trail do domingo!
Noite: Bike - 5K em 22, asfalto, trajeto para casa.
Descendo...
Terça, 23-07-24
Manhã: Corrida - 10,6K em 1h11m: city trail.
Buscando subidas e, principalmente, correr fora do asfalto, usando bastante grama e calçamento. Apesar das pernas pesadas e doloridas foi uma boa sessão de corrida, com boas sensações.
Manhã: Bike - 5K em 29:, asfalto, trajeto para a Bike4U.
Hoje o dia mais duro nas pernas. Dor muscular tardia.
Quarta, 24-07-24
Manhã: Corrida - 6,65K em 45m: city trail.
Trajeto clássico perto de casa, também evitando asfalto e correndo bem leve. Desfrute!
Manhã: Bike - 5K em 29:, asfalto, trajeto para a Bike4U.
Finalmente pernas mais aliviadas.
Noite: Bike - 5K em 22, asfalto, trajeto para casa.
Descendo bem de boinha...
Quinta, 25-07-24
Manhã: Corrida - 12,58K em 1h22m: city trail.
Fui curtir o nascer do sol no jardim botânico e me empolguei. Poderia e deveria ter corrido uns 10 minutos a menos. Mas, pelo menos boas sensações
Manhã: Bike - 5K em 29:, asfalto, trajeto para a Bike4U.
Potência de pernas nas subidas!
Noite: Bike - 5K em 22m, asfalto, trajeto para casa.
Quase não dá pra contar esse deslocamento de tão tranquilo que é.
Sexta, 26-07-24
Manhã: Bike - 5K em 29m:, asfalto, trajeto para a Bike4U.
Oba, day off de corrida. Mas sentindo energia de sobra.
Noite: Bike - 5K em 22, asfalto, trajeto para casa.
Tranquilito, como deve ser.
Sábado, 27-07-24
Manhã: Bike - 49K em 3h08m:, Pedal de Sábado Bike4U.
Ritmo da galera tava tranquilo e forcei somente em algumas subidas. Alimentação 10% acertada. Algum DUX líquido na caramanhola, uma barra de cereal e algumas balas de goma. Estranhamente mais forte no pedal do que poderia imaginar.
Tarde: Bike - 5K em 22, asfalto, trajeto para casa.
Desfrutando após intenso dia de trabalho até as 17 horas.
Domingo, 28-07-24
Manhã: Corrida - 17,14K em 1h55m, por Curitiba.
Sempre duro no começo e depois vai fluindo. Decidi correr com o Colete Alto Estilo para não ficar me preocupando com hidratação e alimentação, levando todo o necessário comigo. Desta vez não foi tão ruim, apesar de ainda preferir correr com o mínimo possível de coisas. Pernas responderam bem e poderia ter corrido mais. Mas...hora de prudência.
Semana que fez a diferença! Se você não leu o post anterior, convido a ler aqui.
Agora tudo muito mais nos eixos, conseguindo encaixar uma semana de corridas consistentes, faltando entregar apenas a questão do fortalecimento e/ou pilates. Neste ainda sem a chama necessária.
No domingo anterior fui correr em trilha com a Patricia Moresco, amiga de longa data e a Andressa Massoqueto, figura carimbada das trilhas mas que ainda não conhecia pessoalmente. Foi um rolê super interessante na região do Cânion da Faxina, onde pudemos desfrutar um percurso 100% off-road e quase sempre em trilhas. Trecho não muito técnico, bem "corrível" e com subidas e descidas exigentes na medida certa.
E com direito a um flashback para o ano de 2013 onde realizei junto com amigos um training camp, quando isso sequer existia aqui em nosso país e que cobrou um valor irrisório para o que entregou. Leia mais sobre ele aqui também.
e no meio da semana finalmente voltei a acordar cedo e calçar os tênis para algumas corridas leves, de baixa intensidade. O brilho nos olhos voltou e o rumo parece estar bem desenhado para as próximas semanas.
Obrigado pelo suporte de todos!
Abaixo imagens do treino de domingo, em vídeo e fotos, bem como registros da semana.
Corre Libre!
Imagens do Trail na Faxina.
Manhã de terça-feira correndo no bairro Vista Alegre.
Manhã de quarta-feira correndo no bairro Cabral.
Manhã de quinta-feira correndo no Jardim Botânico.
Bom dia, boa tarde, boa noite, senhoras e senhores, tudo bem com vocês?
Venho eu depois de seis meses sem comparecer nesse espaço colocar novamente a culpa nas redes sociais. Contém ironia. Pero no mucho. Fato é que as redes, principalmente o Instagram nos consome um tempo precioso de vida. E nem sempre na produção de conteúdo. Geralmente é na forma de consumo.
E pior ainda, de propagandas ou de conteúdo lixo como coaches de p@#$% nenhuma, de influencers fitness do tipo que acordam as 4 da manhã, as 7 já estão treinanos e alimentados com os suplementos da moda e te fazem sentir um cocô porque acorda cansado às sete da manhã pra ir trabalhar.
Tenho ultimamente feito parte desse time dos que tem dormido muito e treinado pouco. Os últimos 3 meses foram estranhos... Uma queda de energia como nunca havia sentido antes e que coloco na conta da má alimentação principalmente.
Cheguei a desconfiar de um burnout de corrida ou mesmo um overtraining após exames básicos de sangue não apontarem nada errado. Hoje acho que tô mais pra um overreaching, convenientemente ignorado por quem eu esperava dialogar sobre.
Felizmente tenho uma excelente rede de apoio de poucos e bons amigos que me escutam e da Pati, leal companheira para todas as horas.
Decido enfim aparecer por aqui porque parece que a energia está voltando e entendendo que nunca é tarde para recomeçar.
Esse recomeço virá mais de baixo desta vez. Ganho de peso, perda de condicionamento e cabeça a mil no stress da vida diária. Que em breve deve ter uma carga reduzida uma vez no próximo mês terei uma oportunidade única de trabalho para ser encarada. Uma mudança substancial que quero contar por aqui a partir de agosto.
Vem coisa boa por aí.
E neste seis meses, tudo que tenho para entregar de vida nas montanhas são as imagens abaixo, da única visita às cumeadas paranaenses desde janeiro.
Após um último post um pouco pessimista, volta o sol e a alegria a brilhar neste que vos escreve.
Mesmo após vários dias buscando me recuperar o mais rapidamente possível da citada gripe, ainda encontro traços dela em meu pulmão.
Ainda com uma tosse cheia de muco nesta segunda-feira, mas com o restante do corpo começando a responder melhor.
Um pouco de falta de ar se faz presente em cima da bike, nas subidas principalmente.
Semana passada corri na terça e na quarta-feira, como deslocamento do trabalho para casa. Coisa pouca, 30 minutinhos com apenas uma subida. Mas o suficiente para me fazer caminhar já que a ideia é manter a FC o mais baixa possível. Qualquer esforço a mais, o coração já bate 170 ou mesmo 180 BPM, o que não ajuda em nada no momento.
Sábado teve o Pedal Bike4U e pude me testar por lá, fazendo aproximadamente 40 Km com a Sense Versa Comp que tá quase batendo os 1.000Km comigo.
Foi bem sofrido, já havia feito esse mesmo trajeto em um pedal anterior em novembro passado e a diferença nas sensações foi gritante. Dessa vez bem mais difícil, mais pesado, mais sem ar.
Entender e aceitar que isso faz parte do jogo é necessário. Para não sofrer desnecessariamente.
Daqui 3 dias viajo para Belo Horizonte para a minha primeira participação na Cambotas Trail Fest. Certamente o evento mais emblemático do cenário trail runner no primeiro semestre deste ano e que fico muito contente em estar por lá.
Se, mais uma vez, não chego em uma prova nas melhores condições físicas, a cabeça pelo menos está confiante de que vou lá principalmente para tentar captar um pouco da experiência do lugar e das pessoas e poder compartilhar com vocês no canal lá do YouTube.
Senhoras e senhores, mal começou o ano e a gripe do ano já chegou. E no momento que escrevo estas linhas, parece estar indo embora, felizmente.
Última foto pré-gripe. Com Mari Baldissera
Eu que nunca fui muito afeito aos frios consultórios médicos e tampouco a potentes medicamentos antigripais me vi cedendo pelo menos a uma cartela de dipirona para segurar a barra que é gostar de pegar uma gripezinha.
Começou na quarta-feira, logo após um treininho de corrida seguido de um café com a amiga Mari Baldissera, que agora mudou de status. Era amiga das redes e agora finalmente nos conhecemos pessoalmente. Eu já havia conversado bastante com ela, inclusive para o canal cascalho.cc onde ela relatou como foi sua marcante participação na Aconcágua Ultra Trail. Assista depois, ao final do texto.
Aliás a Mari tem uma verve e um estilo muito peculiar ao escrever, deixo aqui o instagram onde ela compartilha muito do que passa naquela cabeça geminiana. Valeu a companhia, Mari! Sei que não foi você que me passou esse vírus bandido...
No decorrer daquela quarta-feira da semana passada 17 de janeiro, ao chegar no trabalho começo a sentir as pernas pesadas e a cabeça latejar.
O suficiente para o rendimento profissional despencar e só conseguir pensar em cama. Mas ainda bem esperançoso, uma vez que geralmente as gripes e resfriados que me acometeram durante esta vida quase sempre regrediam em seus sintomas após uma boa noite de sono.
O que não foi o caso desta vez. Até mesmo porque eu tive tudo exceto uma boa noite de sono.
Nariz trancado, dores por todo o corpo e até mesmo uma leve febre me castigaram por todo o período até a manhã seguinte. Mal conseguia permanecer em pé pela manhã.
Mesmo assim, sempre confiante que tudo passa, tudo passará, de volta ao trabalho. Pelo menos agora eu fico de certa forma "isolado" dos demais companheiros de trabalho, em uma sala exclusiva, onde nao correria risco de transmitir doenças aos camaradas.
Lancei mão então da dipirona que me aliviava os sintomas e me permitia produzir um pouco. Porém, aquilo que mais gosto de fazer na vida, que é estar com o corpo em movimento... sem condições.
Até tentei fazer uma leve caminhada mas foi um dos "eventos esportivos" mais sofrido dos últimos anos. Caminhar 1 quilômetro foi mais duro do que fazer a Indomir Bombinhas do ano anterior (leia aqui).
Assim chegava ao fim, tão no início, a proposta de fazer atividade física em cada um dos 366 dias deste 2024.
Poucas vezes ansiei tanto por uma sexta-feira. Infelizmente não pude estar presente no pedal inaugural do ano da Bike4U que rolou no sábado.
Passou a quinta, passou a sexta... assim como passaram o sábado e o domingo, dias estes por sinal que não coloquei o nariz para fora de casa, algo que não fazia havia alguns anos... isso de passar dois dias "trancado" em casa.
Tive aquela nítida sensação de que todos estavam se divertindo menos eu. Todos na montanha, na praia... e eu doente.
Malditas redes sociais né? As bolhas em que vivemos e que nos cegam para a realidade do mundo. O que é real é que nossa bolha faz as coisas que gostamos, que apreciamos. Mas o 98% do mundo que é fora dessa nossa bolha não. Essa maior parte também fica doente, também tem que trabalhar aos finais de semana às vezes, também "inveja" aquilo que a gente compartilha nessas também doentias ferramentas.
Falando delas, tenho estado novamente ausente por lá... Sinto-me mais feliz em dispender minha necessidade de colocar pensamentos para fora aqui em um teclado neste longevo blog. Em 2024 estou completando 17 anos de escrita ininterrupta aqui.
Nesta manhã de segunda-feira, 22 de janeiro, sinto-me relativamente melhor. Ainda sem muito apetite, graças muito aos limões, gengibres e dipironas sinto-me quase pronto pra retomar assuntos mais condizentes com quem se propõe a uma vida ao ar livre, nas montanhas.
Neste novo ano, estive no Morro do Anhangava já no primeiro dia, no dia 01. E não voltei mais. Estou em uma relação ambígua com a montanha e tratarei disso no próximo texto.
Por enquanto, registre-se que a gripe não me derrubou desta vez (nem pra covid-19 eu testei positivo), e que 2024 já chegou com dois pés na porta. Agora é renascer. Se já venci uma pesada gripe nos primeiros dias do ano, vejo como bom sinal do que vem pelos 11 meses restantes em 2024.
É com um verso de música de Chico Buarque que inauguro 2024 aqui no blog. Não que eu seja fã do cara, nem gosto nem desgosto. Ouvi na verdade esse som na voz de Humberto Gessinger, eterno engenheiro do hawaii e fiquei aqui fazendo minhas considerações e filosofias em cima da letra. Irei deixar música e letra abaixo para vocês.
É a atual fase, quem sabe esperando o carnaval, literalmente aguardando ou se guardando.
O fatalismo da frase que diz "O Brasil só começa depois do carnaval" é um pouco assustadora para mim. Eu juro que gostaria de entender e, principalmente, aplicar as resoluções de ano novo, aquela que a gente faz antes da virada e diz "agora vai ser diferente".
Como se um simples completar de translações terrestres fosse capaz de mudar algo na vida. Ok, convenções sociais são importantes, datas, calendários, números.
E, como disse, juro que gostaria de entender e realizar as mudanças que acho serem necessárias na minha vida.
Mas, mais uma vez, irei deixar para quando o carnaval chegar.
Que em 2024 irá ocorrer em uma época propícia, logo após o meu aniversário (que será na segunda feira anterior ao carnaval) e no final de semana seguinte àquela que muito provavelmente será minha única prova de corrida em trilha em 2024, a Cambotas Trail Fest.
Sentindo os "ventos da mudança" (para mais uma alusão musical, referente à Wnd of Change dos Scorpions), seguirei um pouco mais recolhido e quieto, tanto na vida digital como na pessoal, sem muito contato estreito com pessoas.
E quem sabe, quando o carnaval chegar, eu volte a estar mais participativo, mais presente nas coisas que importam.